terça-feira, 4 de novembro de 2014

UM LINDO ESPETÁCULO; 7 fatos curiosos sobre as auroras.

7 Fatos curiosos sobre as auroras.

1. Íons diferentes fazem cores diferentes.



As exibições da aurora são criadas quando os prótons e os elétrons expelidos pelo sol batem no campo magnético da Terra. Uma vez que as partículas são carregadas, elas se movem em espirais ao longo das linhas do campo magnético, os prótons em uma direção e os elétrons na outra. Essas partículas, por sua vez, atingem a atmosfera. Uma vez que elas seguem as linhas do campo magnético, a maioria delas introduzem os gases atmosféricos em um anel em torno dos pólos magnéticos, onde as linhas do campo magnético se juntam.
O ar é composto, em grande parte, de nitrogênio e átomos de oxigênio, com o oxigênio se tornando um componente maior nas altitudes em que as auroras acontecem – a partir de cerca de 96 km e indo até 965 km. Quando as partículas carregadas chocam-se, elas ganham energia. Eventualmente, elas relaxam, liberando energia e fótons de comprimentos de onda específicos. Átomos de oxigênio emitem luz verde e às vezes vermelha, enquanto o nitrogênio é mais laranja ou vermelho.



A aurora boreal – também conhecida como as luzes do norte – é uma demonstração viva do campo magnético da Terra interagindo com partículas carregadas do sol. Também é bonita e, para vê-la, vale a pena enfrentar uma noite fria quando visitar as latitudes do norte (ou sul).
Auroras são centradas nos pólos magnéticos da Terra, visíveis em regiões próximas a eles. Uma vez que os pólos magnéticos e geográficos não são os mesmos, por vezes, as auroras são visíveis mais ao sul do que se poderia esperar, enquanto em outros lugares é mais ao norte.

No hemisfério norte, a zona auroral corre ao longo da costa norte da Sibéria, Escandinávia, Islândia, na ponta sul da Groenlândia e norte do Canadá e do Alasca. A zona auroral do hemisfério sul é principalmente sobre a Antártica ou o Oceano Antártico. Para ver as luzes do sul (ou aurora austral), você tem que ir para a Tasmânia, e há avistamentos ocasionais no sul da Argentina ou nas Ilhas Malvinas – mas esses são raros. Aqui estão alguns fatos fascinantes sobre este espetáculo de luz.



Um dos problemas mais difíceis na física solar é conhecer a forma de um campo magnético em uma ejeção de massa coronal, que é basicamente uma grande bolha de partículas carregadas ejetada a partir do sol. Tais massas têm os seus próprios campos magnéticos. O problema é que é quase impossível dizer em que direção esse campo está apontando até que ele atinja um local. Uma colisão cria ou uma tempestade espetacular magnética e auroras deslumbrantes com ela, ou um fiasco. Atualmente não há nenhuma maneira de saber antes do tempo.

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