quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Viajante encontra filhotes abandonados no deserto e decide levá-los numa jornada sem volta.


Viajante encontra filhotes abandonados no deserto e decide levá-los numa jornada sem volta.





Jordan Kahana é um homem de 30 anos apaixonado por cães. Ele estava fazendo planos para adotar um, mas o escritório em que ele trabalhava fechou por conta de festas de final de ano. Assim, ele planejou fazer uma viagem de carro pelos Estados Unidos.





Durante a viagem ele encontrou dois filhotes de cachorros abandonados na estrada do deserto do Arizona.




Imediatamente ele pegou os cachorros e os levou ao veterinário. Eles estavam bastante desidratados, mas Jordan cuidou disso.



Foto: Reprodução/Instagram.









Tudo ocorreu em dezembro de 2016, onde Kahana resolveu adotar os cães que encontrara. Ele passou a viajar pelos Estados Unidos com os cachorros e os batizou de Zeus e Sadona. No total ele já percorreu mais de 48 mil km, nos 35 estados do país.



Foto: Reprodução/Instagram.

Há dois anos ele vem compartilhando sua experiência no Youtube e Instagram inspirando milhares de pessoas que são apaixonadas por cachorros. Jordan deu uma lição de amor ao adotar os cãezinhos e provou que é possível se divertir e viajar com cães.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FAÇA SEU JUÍZO! Naves espaciais extraterrestres. Descobertas no fundo do Mar Báltico na Suécia.

Naves Espaciais Extraterrestre Descobertas no fundo do Mar Báltico na Suécia.



Duas naves espaciais acidentadas foram achadas no fundo do mar báltico na Europa, Data da descoberta dia 19 de Junho de 2011 pela OceanX

Antes de prosseguirmos, é importante esclarecer alguns detalhes devido á novas informações sobre a questão óvnis ou naves de origem extraterrestre.


Já se sabe que um óvni ou uma nave extraterrestre não precisa necessariamente ser feita de algum metal conhecido ou desconhecido para poder voar ou flutuar, algumas revelações feitas por Corey Goode relatam naves feitas de alguns tipos de minerais, bastam ter as tecnologias de propulsão e levitação. 


                 Nave Maia feita de mármore
Outras pesquisas relatam que na antiguidade naves feitas de pedra eram de fato usadas por civilizações avançadas, é preciso entender que não existem limitações para seres tão avançados.

Apesar dessas informações acima, não quero propôr que esses objetos em formas de naves sejam feitas de pedra ou algum tipo de mineral, elas podem estar cobertas por sedimentos, lodo e corais do fundo, dando formas em suas silhuetas, porém todas possibilidades são possíveis e não devem ser descartadas...

Até porque já se sabe que muitos seres avançados escavam asteroides, luas e planetas mortos, sem atividades em seus núcleos, para serem usados como naves mães para se locomoverem pelo espaço, sendo assim, existe sim a possibilidade dessas anomalias no fundo do mar Báltico, serem antigas naves que, por algum problema, ou até mesmo terem sido abatidas, serem de fato o que parecem. 

 
Entendido algumas questões, agora vamos prosseguir com a matéria principal...



Pelo jeito a Nave era uma só, mas ao bater no fundo do mar se dividiu em duas, uma tem cerca de 60 metros de diâmetro, e a outra cerca de 48 metros de diâmetro. As duas criaram um rastro de quilômetros de extensão 


Mas será tudo verdade? Ou se trata de um viral criado para fazer propaganda de graça da empresa pelo mundo todo? Eu pesquisei bastante antes de fazer o artigo e o máximo que encontrei foram sites onde as pessoas estão especulando que pode se tratar de Viral, mas não dão nenhuma certeza, nem mostram evidencias claras disso.




Se for um viral, então é um bem elaborado, pois já está durando 4 anos e ninguém conseguiu provar que se trata de uma jogada de marketing. No caso temos o Discovery Channel, um canal que tem um reputação a zelar, e não acredito que esse canal com renome internacional iria fazer uma reportagem dessa, e ser tão enganado assim. Acho pouco provável que isso seja um fake, não é possível que a emissora multibilionária esteja colaborando com uma enorme fraude. Mas fica a duvida...


O exercito da Suécia simplesmente não se “interessou” pela anomalia, e não deu nenhuma declaração oficial sobre o assunto, o que é natural... esse é o procedimento padrão para esse tipo de situação. Naturalmente que o exercito não vai dar qualquer declaração oficial tão rápido em se tratando de um objeto autentico.




Se tudo isso se tratar de um Viral então era de se esperar que a Marinha da Suécia desmentisse a empresa OceanX, mas já se passou 4 anos desde a descoberta e nada até agora... caso se trate de fraude, os envolvidos nessa fraude deveriam estar presos, ou respondendo processo na justiça. Mas o governo da Suécia não está se preocupando em fazer nada. E olha que o caso ganhou repercussão internacional.


Então pelas características da situação parece que o caso é autentico, de fato foi descoberto duas naves espaciais extraterrestres acidentadas no fundo do Mar Báltico. E tristemente pelo andar da carruagem tudo está se dirigindo para um processo de ocultação, ridicularização e esquecimento. O que também é um procedimento padrão em casos autênticos.




Vão ficar repetindo que se trata de fraude até ninguém mais dar atenção, ou pior, vão pagar aos responsáveis da OceanX para que venham a publico e admitam que é apenas um viral... a nós, meros mortais resta apenas raciocinar, e chegar numa conclusão lógica e simples. Pois a existência dos extraterrestres é uma verdade sempre negada.

Esse caso parece ser sério, uma equipe de pesquisadores de uma empresa da Suécia chamada



OceanX estava fazendo varreduras de rotina para procurar por naufrágios no fundo do Mar Báltico, porém no dia 19 de Junho 2011 eles acharam muito mais do que apenas um navio antigo afundado... Depois de quase 4 anos de pesquisas chegou-se a uma conclusão surpreendente, ao que tudo indica ali se encontra duas naves espaciais extraterrestres acidentadas! Isso mesmo que você leu... mas será que se trata de um fake? Um viral para promover o nome da empresa no mundo todo? Veja a reportagem doDiscovery Channel:


Mais recentemente o pessoal da OceanX divulgou outra descoberta fantástica, ao que tudo indica esse objeto se trata de uma cabeça de ET Grey, segundo os investigadores da OceanX ele foi achado perto do objeto "A" (que seria a nave espacial maior, com cerca de 60 metros de diâmetro). Como dá para notar, o tal corpo estaria semienterrado, ele pode ter sido projetado para fora da nave na hora do impacto, mas isso junto com as pedras e sedimentos do fundo do oceano, que então caíram encima dele o enterrando no fundo do mar. Apenas a cabeça ficou para fora...

Imagens das Anomalias no Mar Báltico - Naves Extraterrestre Acidentadas no fundo do Mar
























Assista os vídeos abaixo para melhor entender:

terça-feira, 18 de setembro de 2018

CACHORRO DORMIR NA CAMA É PREJUDICIAL PARA A SAÚDE? DESCUBRA OS PRÓS DISSO!


CACHORRO DORMIR NA CAMA É PREJUDICIAL PARA A SAÚDE? DESCUBRA OS PRÓS DISSO!
Por Gabrielle Nunes

Já é conhecido que ter um animal de estimação pode trazer muitos benefícios para qualquer um. Além de ser uma ótima companhia, os cachorros podem ajudar na socialização e, até mesmo, no tratamento da depressão. Mas na hora de dormir, os pets devem ou não ficar em cima da cama? Algumas pessoas dizem que dormir junto com um (ou mais!) cachorro atrapalha o sono, enquanto outros não abrem mão de manter os peludos bem pertinho durante a noite. Afinal, faz mesmo mal dormir com o seu cachorro de estimação na cama? A gente listou alguns prós – e um contra -, vem conferir!



Foto: Shutterstock
DORMIR COM SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO PODE ESTREITAR OS LAÇOS ENTRE VOCÊS

Passar um tempo com o seu cachorro – seja brincando, fazendo carinho nele ou apenas estando por perto – é fundamental para criar uma relação com ele. Por isso, dormir na mesma cama pode ajudar a aproximar ainda mais os laços entre vocês dois. Se o seu pet é daqueles que adora ficar bem grudadinho em você, isso também pode aumentar o seu conforto nos dias frios, já que a temperatura deles é mais alta que a nossa. Além disso, a presença do cão por perto pode te deixar mais seguro, porque eles costumam ter sono mais leve e estão atentos a movimentos e barulhos suspeitos.
OS CACHORROS PODEM AJUDAR PESSOAS COM DISTÚRBIOS DO SONO

Um estudo publicado por uma psicóloga e dois médicos norte-americanos mostra que dormir junto com seu cão pode ajudar, até mesmo, no tratamento de distúrbios como apneia do sono, pesadelos, narcolepsia e parassonia. Uma das causas para isso é o conforto emocional que a presença do animal pode trazer, ajudando a relaxar e ter um sono mais tranquilo. Além disso, para as pessoas que costumam ter pesadelos, dormir com o cachorro na cama pode ajudar a se acalmar durante a noite.



Foto: Shutterstock
SE VOCÊ TEM ALERGIAS, É BOM PENSAR MELHOR ANTES DE DEIXAR O SEU PET DORMIR COM VOCÊ

Como tudo na vida, também existe um lado negativo de dormir com o seu animal de estimação. Como os cachorros são animais que têm pelo, eles acabam se tornando portadores de alérgenos. Isso é ainda mais provável para os cães de pelo longo. Por isso, se você é uma pessoa alérgica, dormir na mesma cama que seu cachorro pode provocar crises: fique atento se vai haver aumento das reações alérgicas.
No fim das contas, é você quem sabe o que funciona melhor para você e seu cachorro. Dormindo ou não com seu animal de estimação, o que importa é estabelecer laços de carinho e companheirismo com ele.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

TAPANULIS - OS NOVOS "HOMENS DAS FLORESTAS"!


TAPANULIS - OS NOVOS "HOMENS DAS FLORESTAS"!
Filipe Figueiredo
O TAPANULI

Cada vez que uma nova espécie é descoberta, a natureza mostra-nos dessa forma o quanto de extraordinário tem para dar e lembrar-nos que este nosso mundo, apesar da contínua destruição por parte dos homens, é ainda imenso nas suas expressões de vidas alternativas.



Sempre me fascinaram as descobertas de novas espécies ou mesmo de espécies que já se julgavam extintas, como também sempre foi profunda a tristeza cada vez que sei de uma espécie que desaparece, ou mesmo quando o seu estatuto fica de tal maneira ameaçado que a sua sobrevivência acaba criticamente em perigo de extinção.



Os Tapanulis são um dos mais recentes casos e talvez o exemplo mais perturbador daquilo que acabei de escrever antes. Confirmados enquanto nova espécie há poucos meses atrás, constatou-se igualmente, que a sua população na globalidade já se encontra em perigo e seriamente ameaçada.

O que são Tapanulis? Estamos agora perante a oitava espécie de grandes primatas, mais correctamente, de símios. Aqueles partilham um genoma mais próximo ao ser-humano. Eram até à data sete as espécies conhecidas (como já referi em outro espaço deste site): O Gorila-do-Oriente, o Gorila-do-Ocidente, o Chimpanzé-comum, o Bonobo, o Orangotango-de-Sumatra, o Orangotango-do-Bornéu e o… Homem. A estes, junta-se a partir de 2017, uma nova espécie, designada: Orangotango-de-Tapanuli.



Esta descoberta não é totalmente original, mas sim e acima de tudo, surpreendente. A existência ou a suspeita de existência destes animais no seu habitat natural era já comentada desde 1935, incluindo num estudo em 1939. Mas só há vinte anos, mais precisamente, desde 1997, que se teve conhecimento desta população na remota região de Batanga Toru, em Tapanuli Selatan, província de Sumatra, na Indonésia. Porém, os dados começam a surgir, após avistamentos em 2003, e a um estudo que se segue sobre estas populações isoladas a sul. Todavia, só em 2013, a curiosidade científica e as suspeitas por arrasto se levantaram; aquando o antropologista evolutivo, o professor Michael Krützen, trouxe do extremo norte de Sumatra para a universidade de Zurique (onde exerce o seu papel de investigador), um crânio com algumas particularidades. Seguiram-se todos estes últimos anos de análise genéticas e estudos filogénicos, para além de comparações morfológicas com dezenas de outros orangotangos de Sumatra, para determinar a origem real daquele crânio (que se sabia pertencer a um macho adulto morto por habitantes locais de uma povoação daquela região). Finalmente, foi reconhecido, como uma espécie diferente das duas únicas conhecidas a 2 de Novembro de 2017; ainda que continue, o que é típico nestas situações, a ser contestada a sua autenticidade em termos da sua taxonomia, por alguns investigadores, tanto de universidades inglesas como americanas.



A questão que leva à identificação de uma nova espécie (ou mesmo subespécie) continua a ser bastante subjectiva, se a evidência genética não for significativa. Porém, há dados que devem ser tomados como referência determinante para olhar estes exemplares ou espécimes, como uma preocupação fundamental de acompanhamento e conservação (claro que, os estudos devem sempre continuar). No caso dos Tapanulis, existem elementos suficientes para esta diferenciação; um crânio menor e outras comparações osteológicas, formato da dentição, uma pelagem cor de canela pouco homogénea e encaracolada, as fêmeas usam barbas (que não é comum nas outras espécies), os machos têm bigodes mais volumosos e abas laterais faciais com um pêlo macio, uma etologia específica (os machos usam uma vocalização longa e sonoramente evolutiva nos períodos de corte e acasalamento, quem sabe se até como definição territorial), alimentação diverge das restantes populações de Sumatra (para além de frutos, cascas, folhas ou rebentos de 5/6 árvores desconhecidas na dieta destes animais… quase 30% dos seus nutrientes alimentares, alimenta-se de parte das pinhas de pinheiros coníferos e de lagartas… o que nunca fora registado nas outras espécies), ainda a tipificação dos ninhos (com um menor numero de ninhos habituais nos orangotangos) ou os pêlos faciais e a forma das barbichas características do género. Também, a localização isolada destes orangotangos, pode ter ajudado na definição da espécie; ao que parece os estudos genéticos comparativos com os orangotangos-de-Sumatra, indicam que esta divergência deverá ter ocorrido há mais de 3 milhões de anos, acentuando-se ainda mais há aproximadamente 75 mil anos com as alterações geográficas da ilha que os deixou ainda mais isolados, acreditando-se inclusive que, qualquer espécie de contacto entre as populações tenha deixado de existir nos últimos 10 a 20 mil anos. Quer se queira entender ou não, mas os factores genéticos com o isolamento de outros grupos de genes, leva à forte probabilidade, dos primeiros evoluírem para padrões cada vez mais diferenciados. Para além disso, existe um outro factor considerável; a sua localização geográfica aproxima-os mais das fronteiras geológicas-históricas da migração dos primeiros orangotangos vindos da Ásia continental ou do sudeste asiático (talvez, Malásia), depois da glaciação. Levando a crer que, tenham divergido dos conhecidos Orangotangos-de-Sumatra muito antes, destes últimos, terem se separado da segunda espécie conhecida, os orangotangos-do-Bornéu.
Os Tapanulis, habitam as florestas húmidas tropicais e subtropicais a sul do conhecido Lago Toba, na zona setentrional da ilha, um local outrora de grande intensidade vulcânica que originou esta área hidráulica com uma extensão de 100 km, curiosamente a mesma distancia que os separa das outras populações de orangotangos de Sumatra que habitam a norte do mesmo lago. De tipologia primária (densa e interior), mais elevada e precipitação superior, estas três concentrações de florestas numa área de 1500 km2, onde cerca de 1.022 quilómetros quadrados, são o seu único habitat e variam entre os 300 metros e os 1.300 de altitude; albergando toda a população de Orangotangos-de-Tapanuli, e que se calcula que não excedam os 800 indivíduos; ou seja, é a menos numerosa de todas as espécies de grandes primatas. Cerca de 8% numa área florestal ao abrigo da conservação, 78% da população numa zona circunscrita e protegida e 14% numa área sem qualquer vigilância ou controlada.



Esta é uma condição de risco bastante elevada para a espécie; pois um território limitado, condiciona qualquer população de animais. Não só, porque não permite com facilidade o natural desenvolvimento de novos grupos, como potencializa as ameaças: seja pela caça furtiva, pela captura para fins privados ou comerciais, o tráfico ilegal de animais, o desbravamento da floresta por pequeno que possa ser terá sempre um forte impacto negativo na sustentabilidade das populações como no seu crescimento. A incursão da expansão humana no interior destes habitats com estradas ou terrenos agrícolas dispersos, são ameaças sérias, acima de tudo porque provocam inevitáveis conflitos e confrontos entre o homem e o animal… como afectam os corredores naturais das populações selvagens, a definição de territórios, e promovem a diminuição da diversidade genética aumentando as probabilidades por um decréscimo endogâmico na consanguinidade entre os indivíduos (o estudo de 2017, já revelava a codificação destes alelos elementares no genoma de dois exemplares observados). Todas estas circunstâncias são já por si condições críticas na preservação de qualquer espécie, mas esta situação irá ser ainda mais agravada, neste caso, porque está em marcha um projecto que prevê a construção de uma hidroeléctrica no local e que cortará as ligações entre a zona oeste e leste das populações ali existentes, o que a ter continuidade ditará (se nada for feito) a extinção do Orangotango-de-Tapanuli (tal como da restante biodiversidade) em poucas dezenas de anos. Para se ter uma ideia, da afectação que a perturbação nos habitats pode provocar, o estudo de 2003, dava conta de vários ninhos dispersos mais a sul, na área de Lumut; recentemente uma investigação na mesma área não revelou o indicio de nenhum.



Tenho sérias duvidas que mesmo com o Programa de Conservação do Orangotango de Sumatra e um novo para a conservação desta nova espécie, sejam suficientes para evitar o pior dos males. Só a intervenção das instituições oficiais e internacionais poderão exercer a pressão necessária para salvar esta nova espécie de grandes primatas. Não nos podemos esquecer, que esta é a primeira descoberta de um símio (da família Hominídeos de que fazemos parte) nos últimos 80 anos (desde o reconhecimento do Bonobo ou Chimpanzé-pigmeu). Estamos a falar de uma espécie com um genoma 97% idêntico ao nosso. É difícil calcular o quanto trágico e dramático poderia ser o desaparecimento de qualquer das espécies que constroem o puzzle da família animal a que pertencemos, isto até para entendermos ainda melhor a evolução das espécies e a nossa própria história antropológica.



Classificação Científica: Pongo tapanuliensis
Nurcahyo, Meijaard, Nowak, Fredriksson & Groves, 2017

Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mamíferos
Ordem: Primatas
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Superfamília: Hominoidea
Família: Hominidae
Subfamília: Ponginae
Género: Pongo
Espécie: Pongo tapanuliensis

Estatuto de Conservação / IUCN: CR – Em Perigo Critico