segunda-feira, 9 de setembro de 2013

VAMOS ACORDAR. Sem santificação não veremos Deus... O mundo está mais "gospel e o gospel, mais mundano!"

O mundo está mais gospel e o gospel, mais mundano...


Não é de hoje que a música evangélica brasileira tem sofrido um declínio de conteúdo e musicalidade. Com o florescer de heresias e novidades doutrinárias a cada dia em nosso meio, a música não poderia escapar, estando plantada no mesmo jardim. Canções entoadas nas igrejas e em shows gospel formam um verdadeiro leque de diversidade, que vão desde o forró pé-de-serra ao Axé, e do heavy metal ao funk. As letras, então, que desastre! A grande maioria de compositores e cantores famosos parece que se esqueceu dos solenes princípios e mandamentos bíblicos acerca do louvor a Deus (Cl 3.16,17). Canta-se por cantar; e, se a canção tiver um arranjo legal, uma sonoridade agradável e uma letra empolgante, melhor ainda. Coerência bíblica é algo descartável, pois “o que importa é que estamos adorando ao Senhor”, dizem.

Logo, as rádios começam a tocar o mais novo hit de sucesso. A euforia toma conta dos fãs, que logo querem comprar os discos oubaixá-los da internet. Grupos de louvor adicionam a canção em seus ensaios e, em pouco tempo, todos já conhecem de cor o “hino” do cantor ou grupo tal.

Mas, de uns anos pra cá, um curioso fenômeno tem ocorrido: Os hits gospel da moda não têm feito sucesso apenas entre o povo evangélico, mas contagiado os mais diferentes tipos de grupos e pessoas. Padres e cantores católicos carismáticos; grupos de pagode, de samba e de MPB; bandas de Axé, de rock e de forró; funkeiros e cantores de Rap, e por aí vai. Músicas “gospel” tocam em festas, bares, boates e danceterias. (Uma famosa canção gospel de autoajuda foi recentemente regravada por um ídolo teen do sertanejo pop/universitário, da qual pretendo falar em um outro artigo).

Um grande exemplo do que estou dizendo é a polêmica música “Faz um milagre em mim”, que ainda toca em vários lugares e ritmos inimagináveis. Em rodas de cerveja e violão, pessoas cantam: “Entra na minha casa, entra na minha vida... Me ensina a ter santidade, quero amar somente a Ti, porque o Senhor é o meu Bem maior...” sem a menor noção do que estavam entoando. Se cantam por cantar, ou por que acham a canção bonita ou por que ainda está na moda, não sabemos ao certo. Talvez seja um pouco de cada. E enquanto isso, multidões se tornam, a cada dia, simpáticas aos evangélicos, pois enxergam neles semelhanças que outrora não existiam.

Aquele povo chato, que só falava em Bíblia e que vivia os repreendendo pelo seu pecado e exortando-os a abandonarem seu estilo vão de viver, agora tem se tornado cada vez mais parecido com eles. Suas músicas são bem semelhantes, exceto aquelas “mofadas” ou “bregas” (hinos antigos e atuais que verdadeiramente foram escritos para adorar a Deus). Fala-se tanto de vitória, bênção, poder, anjos, fogo, glória, você, você, você... Poucos são os que ainda preferem temas como: a vitória de Jesus na Cruz, a bênção de se viver em santidade, o poder glorioso do Evangelho, a grande misericórdia de Deus para com Seu povo, a realidade do pecado e a necessidade de arrependimento, etc.

O “mundo” (1 Jo 2.15-17) está cada vez mais religioso, mais gospel; em contra-partida, para vergonha nossa, uma grande parcela de evangélicos nominais está se “mundanizando” lentamente, até que a luz se apague e o sal perca o seu sabor.

Diante de tudo isso, só tenho uma palavra:

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).

Que Deus tenha misericórdia de todos nós!

Pedro Henrique Martins





"ESTRELAS GOSPEL", ANÁTEMAS DA IGREJA PÓS-MODERNA!

 Shows cristãos, armadilhas mais perigosas do que imaginamos!

Não é raro, infelizmente, encontrarmos dentro da Igreja, dita evangélica, supostos cristãos que, deliberadamente, empenham esforços, tempo e dinheiro na cega caminhada atrás de estrelas cadentes do submundo cristão.
 São tão fiéis ao seus deuses que, pessoas contrárias ao "estrelismo cristão" (como eu), são rotuladas, por estes, de todas as categorias possíveis: fariseus, hipócritas, quadrado, antiquado, abestado, fanático, enfim, são metralhados por suas línguas envenenadas com o "bendito evangelho dos palcos", mas Jesus já nos alertou acerca disso: "... e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo." (João 17:14).
 Mas vejamos o que as Sagradas Escrituras nos orienta acerca disso:

1.)  O "título de levita" não passa de uma distorção bíblica que eleva o cantor à um patamar acima dos demais adoradores:

 As Sagradas Escrituras nos deixa claro que Levitas são, sem nenhuma margem de discordância, descendentes de Levi ungidos para servir no Templo de Deus, algumas passagens que nos indicam isto são: Êxodo 1: 2, Números 1: 50-53; 3: 6-9, Deuteronômio 10: 8-9 e 21:5. Posso estar enganado, mas acredito que nenhum "astro" da música gospel cristã brasileira é descendente de Levi!

2.) O Novo Testamento refuta os "ídolos gospel":

 Quando lemos em Atos o surgimento da Igreja Cristã Primitiva percebemos, logo de início, que toda a Igreja quando se reunia adorava a Deus, confira: "E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar." (Atos 2:46-47). Não era apenas este ou aquele, mas todos. Vemos mais adiante, em Atos 8: 18-20, algo que considero de maior importância: "Não se negocia o Reino e as coisas de Deus". E o que os "shows cristãos" são? O que será que sustenta o alto padrão de vida dos "pop stars" gospel?

3.) Louvor e Adoração não se limita apenas em cantar!

 Ao contrário do que a grande maioria pensa, louvar a Deus não se limita apenas à música! Cantar ou tocar é apenas uma expressão de adoração. Jesus nos deixa claro em João 4:23 que "... os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.". Paulo reforça isso ao dizer que devemos apresentar o nosso corpo como sacrifício vivo perante Deus (Romanos 12:1), ou seja, nossa vida num todo pode ser considerada como uma maneira de adorar a Deus! Então de nada adianta, perante Deus, as minhas ações no palco serem de um perfeito adorador se, fora dele, eu me porto de maneira totalmente contrária à Sagradas Escrituras!
 "Jesus nos ensina várias coisas neste versículo: (1) "Em espírito" indica o nível em que ocorre a adoração verdadeira. Devemos comparecer diante de Deus com total sinceridade e num espírito dirigido pela vida e atividade do Espírito Santo. (2) "Verdade" é uma característica de Deus (Sl 31:5; Rm 1.25; 3.7; 15: 8), encarnada em Cristo ( Jo 14:17; 2Co 11:10; Ef 4:21), intrínseca no Espírito Santo ( Jo 14:17; 15:26; 16:13). por isso, a adoração deve ser prestada de conformidade com a verdade do Pai que se revela no Filho e se recebe mediante o Espírito. Aqueles que propõem um tipo de adoração que ignora a verdade e as doutrinas da Palavra de Deus desprezam no seu todo o único alicerce da verdadeira adoração." (Donald C. Stamps, Bíblia de Estudo Pentecostal, © 1995)
 4.) O ambiente dos Shows Gospel não se aproxima, em quilômetros, do ambiente de adoração:

 Você pode discordar de mim, mas em hipótese nenhuma um show vai se aproximar de um período de adoração. Sou um cristão que crê integralmente na Palavra de Deus e, portanto, concordo com o que o Apóstolo Paulo nos diz em Romanos 12:1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." O que será que o amado irmão Paulo quer nos dizer?
 Nada daquilo que foge da racionalidade é louvor ou adoração a Deus e, consequentemente, não está de acordo com as Sagradas Escrituras sendo, portanto, de origem maligna ou carnal! Tenha em mente que o nosso louvor a Deus deve ser algo racional e puro perante a face do nosso Senhor. O Espirito Santo não deixa ninguém em estado do hipnose, demônios o fazem!
 E, conforme dito acima, não acredito que um show com gelo seco, luzes psicodélicas, apresentações cênicas, balões coloridos, pularia, cantor estendendo a mão para cumprimentar os fãs enlouquecidos, etc. e tal (tudo isso já vi em DVDs de diversos artistas cristãos) seja um momento racional de louvor.

5.) A presença de Cristo é desnecessária, o artista já o é!

 Por fim as "estrelas", supostamente cristãs, são a tentativa mal elaborada de trocar a presença e os ensinamentos de Cristo, por um deus moderno e descolado! Indiscutivelmente podemos afirmar que os shows e movimentos, seja físicos ou digitais, promovidos por "astros cristãos" são trilhões de vezes mais lotados do que os cultos de ensino da Palavra.
 Mas você pode estar dizendo: "Ah, mas os cultos de ensino são tediosos e chatos" e eu te digo meu caro leitor que se você pensa assim ou ainda não pensa duas vezes antes de trocar um culto por um show está, na realidade, longe de ser um cristão verdadeiro! Não consigo compreender uma pessoa que se diz crente e não ao menos um versículo por dia, mas a agenda do "ídolo" está na ponta da língua! 
 Que evangelho é esse que a suposta Igreja Cristã Pós-Moderna está pregando? Esse evangelho da hipocrisia não passa de um aperitivo para homens carnais que querem continuar em suas vidas pecaminosas estando, supostamente, dentro de uma Igreja Cristã, ou dita cristã!
 Sem nenhuma sombra de dúvida Jesus Cristo está sendo substituído, da vida dos fanáticos e defensores do movimento gospel, por indivíduos que estão interessados apenas na fama, no sucesso, nos discos de ouro, na platéia e no dinheiro de seu amável rebanho.

 Não se engane, não há nada de glorioso na constante expansão da música cristã, tal como vemos na mídia secular, isso não passa de uma tentativa de unir os "cristãos" e o mundo, iludindo-os com a falsa afirmação de que nossa Nação pertence a Cristo e ao seu Reino! Não se deixe levar por esse falso evangelho, por esse veneno de Satanás espalhado pelos seus filhos infiltrados dentro da Igreja de Cristo!

"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." 
Gálatas 1:8








Sem Santificação não veremos o Senhor!


Santificação

Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos. Depois de observar brevemente a importância da santificação através de toda a Bíblia, consideraremos as implicações de um texto desafiador na segunda carta de Paulo aos cristãos em Corinto.

Deus Quer um Povo Santo

Desde a criação, Deus quis um povo santo. Ele desejou uma comunhão especial com os homens que fossem capazes de andar com ele e falar com ele numa união especial. Mas a própria natureza de Deus estabelece limites para tal associação. Seu caráter santo não pode permitir ser contaminado pelo pecado e pela corrupção. Os homens só podem estar na sua presença se forem puros.

Adão e Eva andavam no mesmo jardim que Deus, e falavam com ele. Mas logo pecaram e perderam esta convivência especial. Foram expulsos do jardim do Éden ­separados de Deus­ o que foi a morte espiritual que Deus havia prometido como conseqüência do pecado (Gênesis 2:17; 3:23-24). Povo sem santidade não podia permanecer na presença do santo Deus.

Depois que gerações de pecadores morreram num mundo corrompido, Deus escolheu os descendentes de Abraão para serem um povo santo. Ele os separou da má influência dos senhores egípcios e preparou uma terra onde poderiam habitar livres da corrupção dos povos idólatras. Ele até mesmo lhes deu uma lei especial, que ressaltava a distinção entre o puro e o impuro. Deus explicou a necessidade da pureza deles quando lhes deu essa lei:

"Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo. . . Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo" (Levítico 11:44-45).

Contudo, o povo que Deus havia selecionado excepcionalmente e resgatado não permaneceu santo. Os israelitas repetidamente exibiram seu pecado aos olhos de Deus. Ele às vezes avisou que poderia entrar no meio da congregação pecaminosa e destruir o povo (Êxodo 33:5; Números 16:44-45). Por quê? Simplesmente porque não pode haver comunhão entre a santidade de Deus e a impureza do homem. O homem tem que ser purificado, ou morrerá (veja Isaías 6:1-7).

Deus ainda quer um povo santo, e providenciou, através de Cristo, o meio de purificar os pecadores para servirem-no. Os cristãos são o povo santo de Deus (1 Pedro 2:5,9). Aqueles que se dizem ser seguidores de Jesus deverão conduzir-se como um povo santificado e purificado da impureza do mundo.
A Santificação é Essencial para ter Comunhão com Deus
(2 Coríntios 6:14 - 7:1)

A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram freqüentemente tentados a voltar às más práticas do mundo. Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Consideremos seu ensinamento em 2 Coríntios 6:14 - 7:1.

Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão. Nos versículos 14 e 15 ele disse:

"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?"

Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão. Os cristãos pecam (1 João 1:8,10), mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele (1 João 1:9; 2:1).

Certas religiões e filosofias orientais ensinam que o bem tem que ser contrabalançado pelo mal e que cada bem é manchado por alguma quantidade de mal. Tais idéias contradizem frontalmente o ensinamento da Bíblia. Bem e mal são distintos e não podem existir em harmonia. Os discípulos de Cristo não podem comprometer-se com o erro.

Esta santificação é baseada em nossa relação com Deus. Paulo continuou nos versículos 16 a 18 a dizer que a base para esta santificação é nossa relação com Deus. Nestes versículos, ele usa a linguagem das passagens do Velho Testamento para mostrar que Deus ainda deseja um povo santo:

"Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso."

O desejo básico de Deus permanece inalterado. Ele quer ter íntima comunhão com seu povo santo. Mas um Deus puro não pode ter amizade com pecado; portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza. Mas, para que não vejamos isto como uma tarefa desagradável de renúncia, teremos que nos lembrar do grande privilégio que é descrito aqui, especialmente no versículo 18. O Deus Todo-poderoso do universo, nosso grande Criador e Redentor, quer ser nosso Pai. Os cristãos têm imenso privilégio de serem chamados filhos e filhas do próprio Deus!

Que faremos para aproveitar desta abençoada amizade com Deus? O primeiro versículo do capítulo 7 oferece a conclusão prática desta passagem:

"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifi-quemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aper-feiçoando a nossa santi-dade no temor de Deus."

Por causa do grande privilégio de sermos chamados filhos e filhas de Deus, temos que nos purificar de toda impureza. Não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.

Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.

Temos que ser limpos de que tipos de impureza? Paulo menciona duas amplas categorias de pecado que têm que ser expurgadas de nossas vidas:

Impureza da carne. Isto incluiria todas as formas de imoralidade e mundanismo. Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas. Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus (veja Gálatas 5:19-21; 1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:8).

Impureza do espírito. Impureza espiritual e religiosa também têm que ser removidas de nossas vidas. Os cristãos em Corinto estavam rodeados pela idolatria, por isso Paulo usou este exemplo específico. Estamos rodeados de uma variedade de doutrinas humanas e filosofias, práticas de espiritismo, adoração de santos e de imagens, etc. O verdadeiro cristão não pode continuar a participar de tais práticas impuras. Temos que limpar-nos de qualquer mal deste tipo (1 Coríntios 10:14), adorando somente a Deus (Mateus 4:10). Nossa adoração a Deus tem que ser de acordo com sua verdade (João 4:24). Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.

Aplicações em nossa Sociedade

Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:

"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).


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