sábado, 15 de junho de 2019

DOR QUE SE ASSEMELHA AO PARTO! (MARAVILHA) PORTUGUESES CRIAM TECNOLOGIA, que permite extrair pedras dos rins em um ou dois minutos.


Uma equipa liderada pela Universidade do Minho (UMinho) criou uma tecnologia que permite extrair pedras dos rins em apenas um ou dois minutos, dispensando ainda o uso de radiação, foi divulgado.





Em comunicado, a UMinho explica que a tecnologia utiliza um campo electromagnético para navegar com segurança uma agulha para punção do rim.



"Após os testes em animais, espera-se avançar para ensaios nos humanos a partir do próximo ano", acrescenta.
Segundo Estêvão Lima, professor da Escola de Ciências da Saúde da UMinho, extrair pedras nos rins demora actualmente duas horas e "depende muito quer da experiência do cirurgião quer do uso de radioscopia, que pode ter consequências sérias de radiação no doente e no cirurgião".
Na prática, pica-se com uma agulha de 20 centímetros na zona lombar do paciente, abrindo caminho aos instrumentos cirúrgicos para a remoção.
"Mas a técnica que agora criámos é mais rápida, menos invasiva e permite ver no ecrã do computador a rota que a agulha deve seguir", resume Estêvão Lima, também cientista do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde e director do serviço de Urologia do Hospital de Braga.
O novo processo, que demora em média um a dois minutos, facilita ainda a tarefa a médicos menos experientes e aumenta a segurança dos procedimentos.
O projecto decorre em parceria com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e já foi testado em animais.
Os investigadores estão a aperfeiçoar o sistema com o fim de obter o certificado para futuros testes em pessoas.
Caso estes venham a ser bem-sucedidos, espera-se que o primeiro produto seja patenteado.
A pesquisa venceu o 1.º Prémio no Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia, foi eleita para as melhores comunicações do Congresso Europeu de Urologia 2014 e tem sido publicada em revistas científicas internacionais.
As pedras nos rins afectam uma em cada 200 pessoas, sobretudo os homens.

Lusa/SOL

ESTUDOS MÉDICOS MOSTRAM RAIZ QUE PODE MATAR O CÂNCER EM MENOS DE 48 HORAS.


ESTUDOS MÉDICOS MOSTRAM RAIZ QUE PODE MATAR O CÂNCER EM MENOS DE 48 HORAS

O extrato de raiz de dente-de-leão destruía apenas as células cancerosas completamente



Quando estamos doentes, costumamos recorrer a comprimidos e tratamentos químicos. Mas existem plantas, usadas desde a antiguidade, que têm efeitos muito menos nocivos e mais benéficos para a nossa saúde.
Um exemplo disso é o dente de leão. Recentemente, os pesquisadores descobriram que a raiz dessa erva pode ter uma grande importância na cura do cancro!
Ela fortalece o sistema imunológico, para além de curar o cancro melhor do que a quimioterapia. Segundo a médica Carolyn Hamm, do Centro Regional de Câncer de Windsor, o dente de leão foi o único “tratamento” que obteve resultados com a leucemia mielomonocítica crónica. Essa doença costuma afetar pessoas idosas.
John Di Carlo, de 72 anos, era um paciente com cancro internado num hospital. Ele foi mandado para casa, para aproveitar os seus últimos dias com a família, depois de todos os esforços para tratar a sua leucemia falharam.
Ele foi aconselhado a beber chá de raiz de dente de leão… era a sua alternativa restante. Essa deveria ter sido a primeira opção, pois o seu cancro entrou em remissão apenas quatro meses depois de ele começar a consumir aquela planta! Os médicos atribuíram a cura ao chá que ele bebeu.

Estudos recentes têm mostrado que o extrato de dente de leão pode ter um efeito muito rápido nas células cancerosas, como vimos no caso de Di Carlo. 48 horas após entrarem em contacto com o extrato, essas células começam a desintegrar-se.


Mas essa planta também tem benefícios para outros tipos de cancro tais como o de mama, cólon, próstata, fígado e de pulmão! O dente de leão não tem um gosto tão agradável como outros chás. Só que certamente é mais agradável do que viver com os efeitos colaterais da quimioterapia ou radioterapia.

Esse tipo de tratamentos agressivos contra o cancro prejudicam o sistema imunológico, matando todas as células, mesmo as mais saudáveis. A raiz dessa erva tem o efeito oposto. Ela ajuda a impulsionar o seu sistema imunológico e tem como alvo apenas eliminar as células “doentes”.

Mas a doutora Hamm aconselha toda a gente a consultar o seu médico antes de o consumir, pois pode interferir com outros tratamentos.

A raiz também é rica em antioxidantes e vitamina C, que são essenciais para ajudar seu corpo a combater infecções. Se não conseguir consumir essa erva amarga, misture-a num batido e beba de manhã.




E você, já sabia dos benefícios do dente de leão? Partilhe com seus amigos e familiares essa importante informação!



quinta-feira, 13 de junho de 2019

A INOCENTE LICHIA SOB SUSPEITAS. Encefalite supostamente provocada por lichia mata 31 crianças.




© HOANG DINH NAM O foco de encefalite na Índia foi associado a uma toxina encontrada na lichia



Ao menos 31 crianças morreram no norte da Índia nos últimos 10 dias vítimas de uma doença cerebral que muitos acreditam estar vinculada a uma substância tóxica das lichias, anunciaram as autoridades.

Todas as crianças mostraram sintomas de Síndrome de Encefalite Aguda (SEA), afirmou à AFP Ashok Kumar Singh, alto funcionário do Departamento de Saúde. Ele disse que muitos sofreram uma perda repentina de glicose no sangue.As mortes aconteceram em dois hospitais do distrito de Muzaffarpur, no estado de Bihar, famoso por suas plantações de lichias.



"O Departamento de Saúde já emitiu um alerta para que as pessoas tomem conta de seus filhos durante o verão, quando a temperatura diurna supera 40 graus", declarou Singh.

Outras 40 crianças que reclamaram de sintomas similares recebem tratamento em Unidades de Terapia Intensiva.

"Estamos fazendo todo o possível para salvá-las", afirmou S.P. Singh, diretor do Hospital Sri Krishna.

Focos da doença são registrados anualmente durante o verão em Muzaffarpur e nos distritos vizinhos desde 1995, coincidindo normalmente com a temporada da lichia.

Conhecida localmente como Chamki Bukhar, a doença provocou o número recorde de 150 mortes em 2014.

Em 2015, pesquisadores americanos afirmaram que a doença poderia estar ligada a uma substância tóxica encontrada na fruta exótica.


Também destacaram que são necessários mais estudos para descobrir a causa da doença, que provoca convulsões, alteração do estado mental e morte em mais de um terço dos casos.

Também foram observados focos de doenças neurológicas em regiões de Bangladesh e do Vietnã que cultivam a lichia.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

MISTÉRIO! Segunda maior colônia de pinguins-imperadores do mundo desaparece da Antártica...


Segunda maior colônia de pinguins-imperadores do mundo desaparece da Antártica
Suzana Camargo
Até 2015, entre 15 e 24 mil casais de pinguins-imperadores (Aptenodytes forsteri) chegavam na colônia de Halley Bay, no mar de Weddell, na Antártica, para terem seus filhotes. O local era considerado o segundo maior ponto de reprodução da espécie do planeta.
Mas há três anos, eles simplesmente sumiram. De um momento para o outro, não há mais sinal deles.
Segundo os cientistas da British Antarctic Survey, a tragédia pode ter sido provocada por mudanças na camada de gelo da região.
“Os pinguins-imperadores precisam de um gelo marinho estável para se reproduzir. Essa plataforma gelada deve durar de abril, quando eles chegam, até dezembro, quando seus filhotes estão aptos a acompanhá-los”, explicam os pesquisadores.
Pelos últimos 60 anos, as aves encontraram as condições perfeitas em Halley Bay. Mas em 2016, depois de um período de tempestades atípicas, o gelo se quebrou bem antes de outubro, o que significa que os filhotes não teriam tido tempo suficiente para seguir seus pais.


Através de imagens de satélite, os cientistas britânicos perceberam que nos anos seguintes, 2017 e 2018, a colônia permaneceu vazia
“Temos acompanhado a população desta e de outras colônias na região, na última década, usando imagens de satélite de alta resolução. Estas imagens mostraram claramente a falha de reprodução catastrófica neste local nos últimos três anos”, diz Peter Fretwell, principal autor do estudo. “Nossa análise especializada de imagens pode detectar indivíduos e amontoados de pinguins, para que possamos estimar a população com base na densidade conhecida dos grupos, e fornecer uma estimativa confiável do tamanho da colônia”.
Ainda segundo os cientistas, muitas aves (pinguins adultos) migraram para uma colônia próxima, Dawson Lambton.
“É impossível dizer se as alterações nas condições do gelo marinho na Baía de Halley estão especificamente relacionadas às mudanças climáticas, mas um fracasso tão completo na reprodução não tem precedentes neste local”, ressalta Phil Trathan, biólogo chefe do British Antarctic Survey.
“Mesmo levando em conta os níveis de incerteza ecológica, os modelos publicados sugerem que os números dos pinguins-imperadores devem cair drasticamente, perdendo de 50 a 70% de sua população antes do final deste século, com a mudança das condições do gelo como resultado do aquecimento global”, alerta.
Dentre todas as espécies de pinguins, o imperador é o maior deles. Pode pesar até 40 kg e viver até 20 anos. Sua mais marcante características são as orelhas e o peito amarelados.



Um casal de pinguins-imperadores com seu filhote
O mundo dos pinguins*
Pinguins são encontrados desde a congelante Antártida, no polo sul, até as praias ensolaradas das Ilhas Galápagos, no Equador. Eles são desajeitados em terra e parecem que vão cair a qualquer momento quando estão andando.
Mas é só entrar na água que as aves se transformam em verdadeiros torpedos. Com o bater das asas, como se estivessem voando de baixo d’água, se deslocam rapidamente e conseguem capturar peixes com extrema velocidade.
A plumagem, que parece com um traje para uma festa de gala, tem uma função crucial: ajuda na camuflagem. O preto das costas se confunde com o fundo oceânico escuro quando o pinguim é avistado de cima.
Já o branco da barriga se mescla com o brilho da superfície da água quando a ave é avistada de baixo. Assim os pinguins se escondem de predadores e se aproximam de presas com maior facilidade.
Infelizmente, de acordo com a ONG BirdLife International, 15 das 18 espécies de pinguins estão ameaçadas ou quase ameaçadas de extinção. Os principais problemas vêm de atividades humanas. No mar eles se afogam ao serem capturados por redes de pesca ou sofrem com derramamento de óleo. Em terra, sofrem com espécies invasoras que caçam adultos e filhotes e perdem locais de nidificação devido a degradação de seu habitat e às mudanças climáticas.

E não é só isso, a pesca predatória reduz o estoque de peixes e fica cada vez mais difícil para as aves conseguirem alimento. Nada mais justo do que um dia para lembrar da importância dessas simpáticas aves para o planeta.
 Dia do Pinguim

Fotos: Krishna/Creative Commons (abertura) e divulgação British Antarctic Survey/Richard Burt


Suzana Camargo
Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante 6 anos. Entre 2007 e 2011, morou na Suíça, de onde colaborou para publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, vive agora em Washington D.C.