sábado, 15 de dezembro de 2018

COMO SABER SE TEM ALERGIA A ANIMAIS... e o que fazer.


Como saber se tem alergia a animais e o que fazer

Algumas pessoas possuem alergia a animais domésticos, como ao cachorro, coelho ou gato, o que provoca sintomas como espirros constantes, tosse seca ou coceira no nariz, olhos e pele, sempre que se entra em contato com eles ou com seus objetos. A alergia acontece porque os animais eliminam pelos, pele descamada e resíduos que não conseguimos ver a olho nu, mas que inalamos durante a respiração.



Quando existe alergia aos animais, pode ser necessário fazer um tratamento com o uso de anti-histamínicos indicados pelo médico, mas a melhor forma de evitar as crise é evitar o contacto com os animais ou tê-los dentro de casa, já que não há cura para esta alergia.

Além disso, pessoas alérgicas que desejam ter um animal de estimação podem optar por ter espécies que causam menos alergias, como peixes ou tartarugas, assim como dar preferência a raças de cachorros que costumam causar menos reações, como Terrier americano sem pelo, Yorkshire terrier ou Cão d'água português, por exemplo.



Sinais que podem indicar alergia aos animais

O contato com animais, como cachorro ou gato, por exemplo, que causam alergia pode provocar sintomas como:
Dificuldade para respirar, com falta de ar e ruídos;
Tosse forte, seca e constante;
Garganta seca e coceira;
Nariz pingando e coçando;
Olhos vermelhos e lacrimejando;
Bolinhas na pele e coceira intensa nas mãos com pele áspera;
Espirros constantes;
Crise de asma com intensa dificuldade para respirar em pessoas propensas. Saiba o que fazer durante uma crise de asma.

Estes sintomas correspondem a uma alergia respiratória e de contato e deve ser tratada como tal.
Tratamento para crise alérgica

O tratamento para crise alérgica a pelo de cachorro deve ser feito segundo a orientação do otorrino ou dermatologista, geralmente com uso de remédios anti-histamínicos, como Loratadina, Cetirizina ou Hidroxizina, por exemplo, ou corticoides inalatórios, como Budesonida em spray.

Além disso, pessoas asmáticas podem ser gravemente afetadas devido ao contato com estes animais, já que podem passar a ter crises mais frequentes e necessitar do uso de uma bombinha para asma.

Entretanto, a principal forma de se tratar e evitar a alergia a animais domésticos é evitando o convívio em casa. Assim, quando se opta por ter animais, é indicado preferir mantê-los no ambiente externo ou, quando não é possível, deve-se optar por animais que causam menos alergias, como peixes, répteis ou porquinhos-da-índia sem pelos.

Já nos casos em que a pessoa quer ter mesmo um cachorro, uma alternativa é optar por raças menos alérgicas.




Raças de cachorros que não causam alergia

Algumas raças de cachorros indicadas para pessoas alérgicas incluem:
Bedlington terrier;
Bichon Frisé;
Cão d'água português;
Cristado chinês;
Kerry blue terrier;
Maltês;
Schnauzer;
Soft Coated wheaten terrier,
Spaniel d'água irlandês e o
Pelado mexicano.

Os cachorros destas raças são os mais indicados para pessoas alérgicas, pois está comprovado que a descamação da pele destes animais não consegue provocar tão facilmente uma reação alérgica.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

IDADE DO BRONZE Esqueleto de "guerreiro-vampiro" intriga arqueólogos na Inglaterra.




IDADE DO BRONZE
Esqueleto de "guerreiro-vampiro" intriga arqueólogos na Inglaterra


Um esqueleto da Idade do Bronze encontrado no condado de Yorkshire, na Inglaterra, intriga arqueólogos. Os restos mortais pertenciam a um guerreiro cujo corpo passou por estranhos rituais funerários no século III a.C. Indícios sugerem que ele foi alvo de golpes de espada mesmo depois de morto. Um dos objetivos dessa prática era evitar que “vampiros” voltassem à vida.

Análises detalhadas do esqueleto revelaram que o guerreiro (que tinha entre 17 e 25 anos de idade) teve seu corpo perfurado ritualisticamente por nove lanças. Cinco delas possuíam pontas de metal e outras quatro apresentavam pontas de osso. Ele também foi golpeado na testa, possivelmente com um porrete de madeira ou outra arma similar.

Agora, os arqueólogos pretendem decifrar os mistérios desse estranho ritual. Uma das possibilidades é a do combate ao vampirismo. Ele teria sido golpeado porque as pessoas temiam que ele voltasse a viver, causando mal à comunidade. Esse tipo de prática era comum em várias sociedades. Recentemente, os restos de uma “criança-vampiro” foram encontrados na Itália.

Outra teoria sugere que ele pode ter sido um guerreiro que morreu de causas naturais. Os golpes de lança ritualísticos teriam o objetivo de simular uma batalha, assim ele teria uma morte digna de um soldado.

Ao lado do esqueleto do guerreiro, havia uma outra sepultura, onde foram encontrados os restos mortais de uma mulher. Sua relação com o homem não é conhecida, uma das hipóteses é que ela fosse sua irmã. De acordo com especialistas, possivelmente os dois tinham uma posição social elevada.

Outra sepultura bizarra foi encontrada na mesma região. Nela, foram encontrados os restos mortais de um homem que foi enterrado em uma carruagem junto com dois cavalos. Os arqueólogos acreditam que os animais foram sepultados vivos.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

SAIBA SE PROTEGER DE DOENÇAS...Glândula TIMO Técnicas para Ativação – A chave da imunidade e da energia vital



Glândula TIMO Técnicas para Ativação – A chave da imunidade e da energia vital
Postado por Clóvismoliveir@ em 10 de dezembro de 2018
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fonte http://ocultoreveladoaverdade.blogspot.com/
Glândula TIMO Técnicas para Ativação – A chave da imunidade e da energia vital


No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz “eu”, fica uma pequena glândula chamada timo.

Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais?


Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.
Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.
Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu “tamanho anormal” poderiam causar problemas.



Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.



Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.

Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.

Amor e ódio o afetam profundamente.

Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.

Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.

Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.



Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.
Histologia



Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura, e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. A zona cortical, mais periférica, é onde se encontram pró-timócitos, timócitos e linfócitos Tem diferenciação e maturação; nesta área os capilares são mais fechados para impedir a saída de linfócitos T não maduros para o organismo. A zona medular, mais interna, é onde se encontram pro-linfócitos T e linfócitos T maduros, prontos para se dirigir a órgãos linfóides secundários onde completarão sua ativação, também encontra-se corpúsculo de Hassall.
Fisiologia



Em termos fisiológicos, o timo elabora várias substâncias: timosina alfa, timopoetina, timulina e o fator tímico circulante. A timosina mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave.



Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Timo

O teste do pensamento

Um teste simples pode demonstrar essa conexão.

Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa ” estou feliz”.

Depois repita pensando ” estou infeliz”.

A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece…)

Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.

Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado.

As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.

O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito…”

Fiquei de coração apertadinho”, por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.

O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.

“Lindo!”, você pode estar pensando, “mas e daí?”.

Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.



Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.

a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.

Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.

O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

Ótimo, íntimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo.

Da jornalista e pesquisadora naturista Sonia Hirsch

A GLÂNDULA TIMO E AS TÉCNICAS DE CURA DA MEDICINA HOLÍSTICA TRADICIONAL

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

“CIGANOS DO MAR” são os primeiros humanos conhecidos a ter adaptação genética para mergulho.



“Ciganos do Mar” são os primeiros humanos conhecidos a ter adaptação genética para mergulho.
SOCIEDADE



O mergulho livre mais profundo já registrado pelo povo Bajau Laut, do Sudeste Asiático, foi de impressionantes 79 metros de profundidade, enquanto que o maior tempo embaixo d’água foi de pouco mais de três minutos.
Conhecidos como “ciganos do mar”, esse grupo de pescadores, que costumam habitar barcos e palafitas, são conhecidos por passar cerca de 60% de sua vida útil debaixo d’água, segundo informações da Science Alert.
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Durante mais de mil anos, essa tribo natural da Indonésia viajou pelos mares do sudeste asiático sobrevivendo por meio da pesca em mergulho livre, de modo que desenvolveu a capacidade de permanecer longos períodos submersos em grandes profundidades. De acordo com pesquisa publicada na revista Cell, tudo isso é possível graças a algumas adaptações físicas e genéticas.
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Embora tendamos a nos ver como a evolução final da espécie humana, essas adaptações ainda têm controle sobre alguns grupos de pessoas, que estão sempre mudando para melhor atender seu ambiente e seu estilo de vida.
Durante o século XX, algumas populações de Bajau se estabeleceram na costa asiática, mas continuaram vivendo um estilo de vida de subsistência com base em seus métodos tradicionais de pesca.
Como o único equipamento de mergulho disponível é um par de óculos de proteção e lanças feitas de madeira, seu sucesso depende da capacidade de mergulhar fundo e prender a respiração por muito tempo.

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Uma equipe internacional de pesquisadores estudou os Bajau e descobriu que eles tinham baços significativamente maiores do que as pessoas de uma aldeia vizinha que viviam principalmente do cultivo de alimentos.

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Curiosamente, tal característica também foi verificada em membros da comunidade Bajau que não mergulhavam, sugerindo se tratar de um traço herdado, e não uma mudança causada por uma vida inteira de mergulho.
O tamanho do baço é importante porque é um reservatório no qual células do sangue são armazenadas. Durante um mergulho, o baço contrai e empurra essas células extras para o sangue circulante, aumentando sua capacidade de transportar oxigênio. Essa resposta também foi encontrada em mamíferos mergulhadores, como as focas.
Análises de DNA revelaram outra mudança que acabou sendo uma das variações genéticas mais frequentes na população Bajau, envolvendo um gene que ajuda a controlar os níveis de um hormônio chamado T4, produzido pela glândula tireoide.

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O T4 determina aumentos na taxa metabólica (quantidade de energia que o corpo pode usar em um determinado período de tempo), o que pode ajudar a combater baixos níveis de oxigênio, mas também está associado ao tamanho do baço (maior) em camundongos.
Outra variação genética entre os Bajau estava associada à maneira como o corpo respondia ao mergulho. Um desses genes fez com que o sangue fosse espremido para fora dos membros e áreas não essenciais do corpo, de modo que o cérebro, o coração e os pulmões pudessem continuar a receber oxigênio. Outro impedia que altos níveis de dióxido de carbono se acumulassem no sangue.

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Tudo isso sugere que a seleção natural ajudou a moldar os Bajaus para que eles pudessem mergulhar cada vez melhor.

Os autores do estudo sugerem que a compreensão das adaptações dos Bajau pode ajudar na pesquisa sobre o tratamento da hipóxia, que é quando o tecido do corpo não recebe oxigênio suficiente devido a doenças ou lesões