sábado, 11 de agosto de 2018

9 ESTRANHAS HISTÓRIAS DE DESAPARECIMENTO, envolvendo o Triângulo das Bermudas.





O Triângulo das Bermudas é um pedacinho do mundo também conhecido como Triângulo do Diabo – trata-se de uma faixa de água entre a ponta sul da Flórida e Porto Rico, nos EUA, e as ilhas Bermudas ao norte. A região ficou conhecida dessa forma por causa do número de naufrágios e sumiços de navios e aviões por ali.



(Foto: Divulgação)

O Triângulo das Bermudas é uma área situada no Oceano Atlântico, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderlade, na Flórida e nas Bahamas. O lugar é conhecido mundialmente por ter sido palco de vários misteriosos desaparecimentos de aviões, barcos e navios que mesmo após anos nunca foram encontrado.

Estima-se que centenas de pessoas já morreram no local em dezenas de embarcações e aeronaves. Após vários casos, cientistas começaram a criar algumas teorias para explicar as tragédias do lugar, e uma das hipóteses é de que esta região passa no campo magnético da Terra.

Pensando nisso, a redação da Fatos Desconhecidos separou 9 estranhas histórias de desaparecimento envolvendo o Triângulo das Bermudas. Confira abaixo alguns desses relatos super macabros. No final da matéria não se esqueça de deixar o seu comentário sobre esse assunto.
1 – A origem



O termo Triângulo das Bermudas apareceu pela primeira vez em 1964 pelo escritor Vincent Gaddis. Ele publicou um livro com o título “The Deadly Bermuda Triangle” (As mortes no Triângulo das Bermudas, em tradução livre). Na época, a obra não fez muito sucesso, mas 10 anos depois, Charles Berlitz publicou “O Triângulo das Bermudas”, que se tornou um best-seller.

A primeira pessoa a noticiar sobre os terríveis desaparecimentos no Triângulo de Bermudas foi o repórter EVW Jones. Em 1950 ele chegou a escrever diversas histórias contando detalhes sobre as embarcações que se perderam por lá. Um dos desaparecimentos descritos por ele foi o navio Sandra, que sumiu quando estava a caminho da Venezuela. Jones também foi o responsável por relatar a história dos 32 passageiros que também desapareceram após embarcarem em San Juan, Porto Rico, em direção a Miami, e que nunca chegaram ao seu destino final.
2 – MU-2B



Dois aviões Mitsubishi MU-2, um bimotor turboélice, também desapareceram recentemente. Nathan Ulrich pilotava um dos aviões em 15 de maio de 2017, ao retornar das férias em Porto Rico, em direção à Flórida, porém, o piloto perdeu o controle com a torre de Miami. Todos à bordo, cerca de 4 pessoas, desapareceram no mar. Dias depois autoridades conseguiram encontrar os destroços da aeronave, mas sem nenhuma pessoa por perto.
3 – USS Cyclops



Em março de 1918 cerca de 309 pessoas e 10 mil toneladas de minério de manganês estavam sendo transportadas do Brasil em direção à Baltimore, em Maryland, no navio USS Cyclops. Mas a carga nunca chegou ao seu destino final. Isso porque a última vez que se teve notícias da embarcação foi em 4 de março, após ela deixar a ilha do Caribe. A marinha dos Estados Unidos até tentou procurar destroços do navio, mas até então nada foi encontrado.

Algumas histórias afirmam que o comandante do navio, George Worley, poderia ter feito com que a embarcação se perdesse, pois tinha um longo histórico com bebidas alcoólicas, no entanto, isso não explicaria o porque até hoje nada do USS Cyclops foi encontrado.
4 – BSAA Star Tiger



Em janeiro de 1948 o avião BSAA Star Tiger também desapareceu no Triângulo das Bermudas. Na ocasião, 31 pessoas estavam a bordo da aeronave e até então ninguém nunca mais soube o paradeiro dos passageiros. O caso chegou a ser investigado, mas, na ocasião, autoridades disseram que o desaparecimento nunca deveria ser resolvido.

As histórias não param por aí, 11 meses depois o avião DC-3 Flight NC16002 deixou San Juan, em Porto Rico, em direção à Flórida, nos Estados Unidos, porém, seis horas após o início do voo a aeronave também desapareceu. Na ocasião, o capitão Robert Lindquist chegou a transmitir um rádio para a Torre de Miami afirmando que estava a apenas 50 milhas de distância, o equivalente a 80 quilômetros, mas não apareceu no lugar. Cerca de 32 passageiros também desapareceram junto com a aeronave.

Algum tempo depois, o avião Avro Tudor IV também desapareceu no dia 17 de janeiro de 1949 com 20 pessoas a bordo. A hipótese para esses desaparecimentos é de que as aeronave tenham ocorrido falta de combustível.

5 – Voo 19



Cinco embarcações Vingadores Grumman TBM saíram de Fort Lauderdale, na Flórida, em direção ao Atlântico em dezembro de 1945. Porém, os aviões juntamente com os 14 homens que estavam embarcados simplesmente desapareceram.

Algumas pessoas acreditam que o voo 19, como é conhecido, tenha sido abduzido por alienígenas, mas, segundo historiadores, os homens teriam abandonado as aeronaves após ficarem sem combustível para voar. O que deixa a história ainda mais sinistra é que o avião Martin PBM Mariner foi enviado para tentar encontrar destroços das aeronaves, mas também desapareceu.
6 – Teoria do gás metano

Depois de várias histórias de desaparecimento envolvendo o Triângulo das Bermudas, diversas teorias sobre os incidentes começaram a surgir. Uma delas foi criada pelo cientista russo Igor Yeltsov. Ele acredita que existe gás metano solidificado sob o local. Segundo ele, esses gases poderiam podem criar bolhas que se elevam na superfície e estariam provocando as quedas.
7 – Teoria das ondas maciças

Outros cientistas acreditam que ondas maciças estariam provocando os desaparecimentos das embarcações no local. De acordo com David Feit, do National Oceanic and Atmospheric Administration’s Marine Prediction Center o, Centro de Previsão Marítima da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, em tradução livre, em Maryland, nos Estados Unidos, essa corrente quente pode criar “ondas inesperadamente altas”. No último ano, o Science Channelafirmou que esses desdobramentos, como chamam as ondas, poderiam destruir aviões, lançar navios ou criar ondas devastadoras.
8 – A teoria da bússola



Uma das teorias mais macabras sobre o Triângulo das Bermudas é que todas as vezes que uma embarcação passa pelo local as bússolas ficam desorientadas, e isso faz com que os pilotos desapareçam. Porém, a escritora Emily Upton certa vez disse que a Guarda Costeira dos EUA fez uma declaração dizendo que “embora os campos magnéticos do mundo estejam em constante fluxo, o” Triângulo das Bermudas” permaneceu relativamente intacto”. Isso significa que o local não tem nada de diferente de outros lugares da Terra.
9 – A verdade por trás do Triângulo das Bermudas



Tudo indica que o mito sobre Triângulo das Bermudas não existe e tudo não passa de um mistério fabricado por escritores como EVW Jones, Vincent Gaddis e Charles Berlitz. Talvez você esteja questionando sobre o motivo de tantos desaparecimentos de aviões e navios nesses locais. De acordo com o escritor Brian Dunnin, o número de casos no local é normal, já que é uma área que possui bastante tráfego. Além disso, Brian afirma que não existem mais ocorrências fora do comum no Triângulo do que pontos similares em todo o mundo.

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Fonte: Fatos Desconhecidos



sexta-feira, 10 de agosto de 2018

JAPONÊS que vivia em ilha deserta há 30 anos é obrigado a voltar à civilização.


Japonês é obrigado a viver em sociedade depois de 30 anos isolado

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Masafumi Nagasaki, um japonês que vivia isolado em uma ilha paradisíaca do Pacífico, foi obrigado a abandonar o seu estilo de vida. Ele vivia sozinho há mais de 30 anos, andava nu e passava os dias observando filhotes de tartarugas e procurando alimentos, mas foi forçado a viver na sociedade japonesa tradicional.

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Nagasaki, de 82 anos, teve uma vida simples na remota ilha de Sotobanari por quase 30 anos, depois de se mudar para lá para fugir da vida urbana. O idoso foi resgatado forçadamente pela polícia do sudoeste do Japão, depois de as autoridades receberem relatos de um grupo de pessoas de que ele parecia fraco e doente.

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O homem de 82 nos morava na ilha desde 1989, mas foi obrigado a sair de lá após as autoridades terem encontrado ele em "más condições de saúde".



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Quando Nagasaki foi encontrado, ele "provavelmente só estava com gripe". Agora, ele não pode voltar para Sotobanari, a pequena ilha desabitada e com apenas 800 metros de diâmetro.

Nagasaki chegou pela primeira vez em sua ilha paradisíaca em 1989. O homem, que veio a ser apelidado de "o eremita nu", não fala sobre seu passado, embora tenha indicado que foi casado e teve dois filhos.



Há também sugestões de que ele havia trabalhado como fotógrafo, em uma fábrica e no obscuro bairro da vida noturna de Osaka antes de dar as costas à civilização. Inicialmente, Nagasaki disse que pretendia ficar na ilha desabitada por alguns anos, mas gostou tanto do seu novo estilo de vida que resolveu morar permanentemente no local. “Na civilização, as pessoas me tratavam como um idiota e me faziam sentir como um”, disse o japonês eremita. "Nesta ilha, não me sinto assim". "Aqui na ilha, eu não faço o que as pessoas me dizem para fazer, apenas sigo as regras da natureza", acrescentou.

Nagasaki passou seus primeiros anos em Sotobanari usando as roupas que trouxera do continente, mas um grande tufão varreu a maior parte de suas posses, então ele decidiu viver nu.



O homem seguiu uma rotina rigorosa durante seu tempo na ilha, permanecendo dentro de sua tenda para evitar ser picado por insetos. Ele também realizava uma série de exercícios matinais na praia. Grande parte do resto do dia era gasto procurando alimentos.

Uma vez por semana, ele colocava algumas roupas e ia de barco para uma ilha vizinha, onde podia comprar comida e água potável, usando o dinheiro que era enviado pela família. A intenção do japonês era morrer em sua ilha paradisíaca, mas, ao que tudo indica, a sociedade e suas regras decidiram que não é seguro para o idoso viver totalmente isolado do mundo.


Fonte: Telegraph.