sábado, 8 de novembro de 2014

CHUVAS CORONAIS: Você sabia que é possível chover no Sol?


Chuvas Coronais: Você sabia que é possível chover no Sol?



Assim como na Terra, o Sol tem períodos de mau tempo, com ventos fortes e chuva intensa. Entretanto, ao contrário das tempestades encontradas em diversos lugares do mundo, a chuva no Sol é feita de gases eletricamente carregados, denominados plasmas, e caem com velocidades de 200.000 km/h. Elas são encontradas na atmosfera solar exterior, chamada de coroa, por isso, esse fenômeno recebe o nome de “chuvas coronais”.

Agora, uma equipe de físicos solares, liderados pelo Dr. Eamon Scullion, do Trinity College Dublin, tem tentado montar uma explicação para esse fenômeno intrigante, que tem aparência de “cascata” na atmosfera solar.

Descoberto há quase 40 anos, os físicos solares são agora capazes de estudar chuva coronal em grande detalhe graças a satélites precisos, como o Observatório Solar Dynamics da NASA (SDO) e observatórios terrestres, como o Swedish 1-m Solar Telescope (SST).

Os cientistas podem ver regularmente as mudanças maciças no “clima” do Sol, mas, apesar de décadas de pesquisa, eles foram incapazes de compreender a física da chuva coronal.



O fato é que o processo pelo qual a chuva acontece em um ambiente tão quente como o Sol é surpreendentemente similar ao ciclo terrestre. Se as condições da atmosfera são ideais, há a formação de nuvens de calor e o plasma denso pode naturalmente resfriar e condensar. Eventualmente, ele cairá de volta na superfície do Sol, só que em forma de chuva coronal.

Em outro paralelo com o clima terrestre, o material que compõe as nuvens de chuva atinge a coroa solar por meio de um processo de evaporação rápida. Entretanto, nesse caso, a evaporação é causada por erupções solares, as explosões mais poderosas do sistema solar, que é o que provavelmente mantém o calor intenso nessa atmosfera exterior do Sol.



As tempestades de chuva torrencial, impulsionadas pelas erupções, podem desempenhar um papel importante no controle da massa da atmosfera e agem como uma espécie de termostato “em escala solar” na regulação da temperatura da coroa.

As origens do aquecimento coronal continuam sendo um dos maiores questionamentos sem resposta da física solar. Dr. Scullion e sua equipe têm desenvolvido agora uma nova visão sobre as formas de chuva coronais. Juntamente com colaboradores no Trinity College de Dublin e da Universidade de Oslo, na Noruega, eles sugerem um modelo de “resfriamento catastrófico”, onde uma queda excepcionalmente rápida na temperatura poderia fazer com que o material na coroa mudasse repentinamente de gás rarefeito para chuva.



A equipe usou imagens do Telescópio Solar Sueco com base em La Palma, nas Ilhas Canárias. Este telescópio é capaz de produzir algumas das imagens mais nítidas que temos disponíveis do Sol. Em junho de 2012, eles observaram uma gigante “cascata” de material solar caindo da atmosfera externa do Sol e uma mancha escura em sua superfície.
Jornal Ciência!

NUVEM SURPREENDE A TODOS NA AUSTRÁLIA!


Nuvem surpreendente flagrada na Austrália.



Essa nuvem espetacular pode parecer perfeita demais para ser real, mas essas imagens não são falsas. Elas foram tiradas na segunda-feira, 3 novembro, em Victoria, Austrália, por expectadores da ABC News. As fotos mostram a formação rara de nuvens chamada de buraco fallstreak, ou uma nuvem de perfuração.



Estas são grandes lacunas que podem aparecer em certos tipos de cumulus cloud quando as gotas de água congelam rapidamente. Em seguida, os cristais de gelo resultantes continuam a crescer e quando se tornam grandes o suficiente, eles começam a cair, deixando para trás um buraco em expansão. O arco-íris no meio é o resultado da refração da luz nos cristais de gelo.



Confira outras fotos impressionantes do fenômeno:







COMPARANDO NOSSO CÉREBRO com outras espécies...Imperdível.



Humano (esquerda) e o de um golfinho (direita).



Comparando nosso cérebro com outras espécies
A imagem que abre este artigo mostra a comparação entre um cérebro humano (esquerda) e o de um golfinho (direita). Além de o cérebro humano parecer de plástico, podemos acrescentar algumas curiosidades a mais sobre a comparação: esses dois hemisférios tão bem diferenciados do golfinho são desativados alternativamente para permitir que ele descanse e durma “apagando” a metade de seu cérebro a cada vez.

Mas talvez o que esteja deixando você com a pulga atrás da orelha neste momento seja a diferença de tamanho, como pode o cérebro do golfinho ser maior, se nós somos -em teoria- mais “espertos” e inteligentes? Isso é o que vamos explicar neste post.

O cérebro humano médio tem umas 1.400 gramas, ainda que haja exceções: o recorde de peso é ostentado pelo cérebro de um cadáver extraído em 1992 pelo doutor Mabdybur, patologista da Universidade de Cincinnati: tinha 2,3 quilos, um verdadeiro cabeção. O recorde de leveza em um cérebro normal e saudável foi o de Daniel Lyon: 680 gramas. A depressão, também, pode influenciar no peso do cérebro. Mas isto não é o relevante nz hora de calcular a capacidade intelectual: o tamanho do cérebro tem uma importância relativa, e o importante é sua fiação e a densidade de neurônios. De fato, o registro fóssil assinala-nos que nosso cérebro tem experimentado um decréscimo de tamanho durante os últimos 15.000 anos.



O que se leva em conta na biologia para calcular a possível inteligência de uma espécie animal é o denominado quociente de encefalização ou capacidade encefálica, que é algo como a razão entre o tamanho real do cérebro e a massa corporal. Uma baleia azul, por exemplo, tem um cérebro de 7 quilos, o maior da Terra seguido do cérebro do elefante indiano de 6 kg, mas nenhum dos dois animais tem um quociente de encefalização maior do que a dos humanos, devido a seu tamanho. Em animais de peso similar, um golfinho e um gorila, por exemplo, podemos ver também diferenças: o cetáceo tem um cérebro de uns 1.200 gramas enquanto o do gorila ronda o meio quilo.

Seria esta a característica mais importante para conhecer a inteligência de uma espécie? Não, há que lhe somar mais variáveis à equação, como a quantidade de neurônios e a extensão do chamado neocórtex, que são as áreas que constituem a “capa” neural que recobre os lóbulos pré-frontais e, em especial, os lóbulos frontais dos mamíferos. Aí, e na presença de determinados neurônios -de von Economo e piramidais, por exemplo- reside talvez a diferença de nossa capacidade de processamento. A extensão destas camadas de neurônios é o evento evolutivo mais importante do cérebro dos mamíferos e o que lhes deu muitas vantagens por todo o planeta. Nesta imagem vemos uma comparação entre espécies:




Voltando à comparação inicial, entre humano e golfinho, repetimos o que dizíamos no princípio: não é tão importante o tamanho quanto a densidade de neurônios. Na lista wikipédica dos animais por número de neurônios você vai encontrar a explicação. Se contabilizamos o número de neurônios do córtex de um golfinho nariz de garrafa e um chimpanzé, descobriremos que são bem similares: em torno de 6 bilhões cada um, enquanto nós humanos estamos mais perto dos 20 bilhões.

Compreender como aconteceu a evolução para esse encéfalo tão denso e proporcionalmente grande dos humanos é uma tarefa fascinante na qual os cientistas seguem enroscados. A principal incógnita é como conseguimos desenvolver um órgão tão caro energeticamente. Só para que tenham uma ideia, nos adultos, o cérebro consome 20% da energia em comparação com 13% dos chimpanzés ou 8,5% dos ratos. Alguns estudos recentes apontam que em algumas espécies acontece um fato que não esperavam: a surpresa não foi tanto pelo cérebro ter crescido, mas sim, pelo corpo ter encolhido.

No último trabalho publicado nesta semana na revista Plos Biology sobre este tema compararam as impressões “metabólicas” dos tecidos humanos e os de outros animais e descobriram grandes diferenças. Não só nosso cérebro consome mais, mas nossos músculos são mais débeis e consomem menos que os dos chimpanzés, por exemplo.

Que significa isto? No fundo a evolução de nosso cérebro foi uma espécie de corrida entre um cérebro que consumia cada vez mais recursos e um corpo que precisava encontrar fontes de calorias. Mas outros cientistas apontam que nossos músculos mudaram porque se adaptaram a uma atividade nova: andar e correr longas distâncias, e isso lhes permitia obter mais calorias para um cérebro cada vez mais exigente. Há de somar um importante aspecto que veio mais tarde, que é a capacidade para cozinhar e a obter mais energia comendo menos horas ao dia, para que tenhamos quase todos os elementos.

ISSO MUDA SEU CONCEITO? Encontrada na Bulgária a sepultura de um vampiro.


Encontrada na Bulgária a sepultura de um vampiro




A sepultura de um “vampiro”, contendo um esqueleto com uma estaca de ferro cravada no meio do seu peito, foi descoberta por um homem conhecido como “Indiana Jones da Bulgária”.
O Professor Nikolai Ovcharov – um arqueólogo que tem dedicado a sua vida a desenterrar mistérios de civilizações antigas – disse que tinha feito a descoberta enquanto escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade da Trácia antiga localizada no sul da Bulgária, perto da fronteira com a Grécia.

A cidade, habitada desde 5000 a.C, mas só descoberta há 20 anos, acredita-se ser o local do Templo de Dionísio – o deus grego do vinho e da fertilidade. E entre os achados no local, que inclui uma cidadela na colina, uma fortaleza e um santuário, estão uma série de “sepulturas de vampiros”.

Na quinta-feira, o Professor Ovcharov anunciou que tinha encontrado no local um esqueleto medieval incrivelmente preservado, que ele chamou de “a sepultura de vampiro”.

“Não temos dúvidas de que mais uma vez estamos diante de um ritual anti-vampiro que foi realizado”, disse o professor Ovcharov. Ele explicou que o metal foi cravado através do cadáver para impedir uma pessoa “má” de ressuscitar dos mortos e aterrorizar os vivos. “Muitas vezes, eles foram cravados em pessoas que tinham morrido em circunstâncias incomuns – como o suicídio.”



O esqueleto, que parece ser de um homem com idade entre 40 e 50 anos, tem uma estaca – uma barra de ferro, usada em arado – martelada no meio de seu peito. A perna esquerda foi removida, abaixo do joelho, e deixada ao lado do esqueleto.

“A estaca pesa quase dois quilos e foi cravada no corpo quebrando um osso do ombro. Você pode ver claramente como a clavícula, literalmente, foi para fora.”
Ele acredita que o túmulo remonte à primeira metade do século 13.
O Professor Ovcharov também descobriu os restos de uma mulher e de uma criança, que foram enterradas de forma a criar uma imagem da Virgem Maria e de Jesus. Especula-se que isso foi feito na tentativa de afastar a peste bubônica, que começou a devastar populações na época.



A descoberta é a terceira na Bulgária e tem uma forte semelhança com duas sepulturas anteriormente descobertas, em 2012 e 2013, na cidade litorânea búlgara de Sozopol, a 200 quilômetros a leste de Perperikon, que foram apelidados de “os vampiros gêmeos de Sozopol” .

De acordo com Bozhidar Dimitrov, que comanda o Museu de História Nacional, em Sofia, cerca de 100 desses esqueletos foram descobertos na Bulgária.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Mundo maravilhoso, SE RECICLA E REJUVENESCE QUEM ANTES ESTAVA COLOCADO Á MARGEM! 66% dos idosos brasileiros usam a internet.


Mundo maravilhoso, SE RECICLA E REJUVENESCE QUEM ANTES ESTAVA  COLOCADO Á MARGEM!

66% dos idosos brasileiros usam a internet, afirma pesquisa...
Pesquisa aponta que 45% dos que tem mais de 60 anos faz compras online.



Facebook é a rede social mais acessada pelos idosos.

A tecnologia faz parte da vida de quem está na terceira idade. De acordo com uma pesquisa da Telehelp, 66% dos idosos brasileiros usam regularmente a internet e 45% afirmaram fazer compras online regularmente.

O acesso e o uso da web é maior entre os entrevistados na faixa dos 60 anos. 85% dos entrevistados com mais de 90 anos disseram não saber usar a internet, número que é de 59% na faixa dos 80 anos de idade e de 19% na faixa de 70 anos. Apenas 2% de quem tem 60 anos disse não saber usar a internet.



O Facebook é a rede favorita dos idosos, com 95% dos entrevistados dizendo ter conta e fazer uso do site. O Linkedin aparece em segundo, com 23% e o Instagram em terceiro com 19%.



97% dos idosos na faixa dos 60 anos possui e usa celulares, número que diminui para 87% na faixa dos 70 anos, 70% na de 80 anos e 25% na de 90 anos. O principal motivo para não ter um celular é não saber usar o dispositivo, o que foi respondido por 39% dos entrevistados.



A pesquisa entrevistou 568 pessoas em todo o Brasil com idade acima de 60 anos no mês de setembro.

QUANDO A COMIDA NÃO CAI BEM, você deve ficar alerta.





Quando a comida não cai bem, você deve ficar alerta

Guaira 6 de dezembro de 2017 +Saúde Deixe um comentário 1,011 Visualizações

Pare e pense: tão importante quanto o que você come, é a maneira como você come
Por Su_Monteiro (@su_cozinhavegetal )

Comer é algo tão rotineiro que às vezes não nos damos conta da importância deste ato. Comer implica em fazer digestão. E uma digestão bem feita é o primeiro passo para uma boa saúde. Órgãos do sistema digestivo como estômago e intestino e também órgãos anexos como fígado e pâncreas, precisam estar funcionando bem para que a digestão ocorra de forma que os nutrientes que você ingere consigam ser absorvidos.

Alguns pontos que pode-se observar para saber se está com boa digestão:

Observe a sua fome. Falta de fome ou fome em excesso, quando se está aparentemente saudável, pode ser sinal de que algo não vai bem. Procure regular isso adicionando alimentos mais picantes na comida para estimular a fome (gengibre, pimenta, canela) ou deixando de ingerir esses alimentos se estiver com excesso de fome. Água morna 

com limão pela manhã em jejum também ajuda a regular.


Você sente azia após comer? Até duas horas depois da refeição é aceitável ter um pouco de azia dependendo do que tiver comido. Se essa azia permanecer por mais tempo e virar uma rotina não comece a achar que é normal. É bom ficar de olho e investigar.

O ambiente faz diferença. Para ajudar a digestão é preciso transformar o momento da refeição em um momento de concentração. Nada de comer em lugares agitados e barulhentos, televisão ligada, conferindo mensagens no celular, conversando demais e com emoções como raiva, tristeza, impaciência. Tudo isso faz com que os ácidos e enzimas presentes no estômago sejam alterados e prejudica a formação do bolo alimentar e consequentemente todo o processo até chegar ao intestino e evacuação. Mastigue bem, preste atenção nos sabores, nas cores e na textura do que está comendo.

Preste atenção no resultado final 😉 Nada de ficar com nojinho! É preciso observar nossas fezes porque elas dão ótimas informações sobre como está nossa saúde e digestão. Elas não devem afundar, desmanchar ou ter muco. Se estiverem assim é hora de prestar atenção a sua alimentação.

Cientistas resolveram o MISTÉRIO DAS "ROCHAS ANDANTES" do Vale da Morte.

MISTÉRIO “rochas andantes” do Vale da Morte



Por décadas, o mistério das rochas andantes do Vale da Morte, nos EUA, intrigaram visitantes e cientistas. Pedras que pesavam até 340 kg estavam se movendo por conta própria, deixando rastros na areia. Mas ninguém nunca havia visto as rochas enquanto elas se moviam, apenas observado sua trilha e que elas não ficavam no mesmo lugar por muito tempo. Isso, claro, causou especulações: será que eram humanos que moviam as rochas? Aliens? Algum fenômeno natural desconhecido?
Apostando na última hipótese, cientistas resolveram monitorar a região.

“Esperávamos ter que esperar dez anos antes de ver algo se movendo, mas com dois anos de pesquisa, tivemos a sorte de testemunhar pessoalmente o fenômeno”, contou o paleobiologista Richard Norris, da Universidade da Califórnia em San Diego, ao Review Journal.

Com isso eles conseguiram reunir dados sobre o movimento e concluir que o segredo para as rochas andarem no lugar mais quente dos EUA é o gelo. Em noites frias, camadas de gelo são formadas nas proximidades da rocha. À medida em que elas vão derretendo e se tornando mais finas, ventos conseguem movê-as. E esses pedaços de gelo encostam em rochas, movendo os minerais para frente.



MISTÉRIO DAS "ROCHAS ANDANTES" do Vale da Morte.


Richard Norris e seu primo, James Norris, co-autor do estudo, foram os primeiros a testemunhar o fenômeno. James fez até um vídeo usando as fotos que tirou no Vale da Morte, para provar o que estava acontecendo.

O estudo foi publicado no PLOS One. [Galilleu]

terça-feira, 4 de novembro de 2014

UM LINDO ESPETÁCULO; 7 fatos curiosos sobre as auroras.

7 Fatos curiosos sobre as auroras.

1. Íons diferentes fazem cores diferentes.



As exibições da aurora são criadas quando os prótons e os elétrons expelidos pelo sol batem no campo magnético da Terra. Uma vez que as partículas são carregadas, elas se movem em espirais ao longo das linhas do campo magnético, os prótons em uma direção e os elétrons na outra. Essas partículas, por sua vez, atingem a atmosfera. Uma vez que elas seguem as linhas do campo magnético, a maioria delas introduzem os gases atmosféricos em um anel em torno dos pólos magnéticos, onde as linhas do campo magnético se juntam.
O ar é composto, em grande parte, de nitrogênio e átomos de oxigênio, com o oxigênio se tornando um componente maior nas altitudes em que as auroras acontecem – a partir de cerca de 96 km e indo até 965 km. Quando as partículas carregadas chocam-se, elas ganham energia. Eventualmente, elas relaxam, liberando energia e fótons de comprimentos de onda específicos. Átomos de oxigênio emitem luz verde e às vezes vermelha, enquanto o nitrogênio é mais laranja ou vermelho.



A aurora boreal – também conhecida como as luzes do norte – é uma demonstração viva do campo magnético da Terra interagindo com partículas carregadas do sol. Também é bonita e, para vê-la, vale a pena enfrentar uma noite fria quando visitar as latitudes do norte (ou sul).
Auroras são centradas nos pólos magnéticos da Terra, visíveis em regiões próximas a eles. Uma vez que os pólos magnéticos e geográficos não são os mesmos, por vezes, as auroras são visíveis mais ao sul do que se poderia esperar, enquanto em outros lugares é mais ao norte.

No hemisfério norte, a zona auroral corre ao longo da costa norte da Sibéria, Escandinávia, Islândia, na ponta sul da Groenlândia e norte do Canadá e do Alasca. A zona auroral do hemisfério sul é principalmente sobre a Antártica ou o Oceano Antártico. Para ver as luzes do sul (ou aurora austral), você tem que ir para a Tasmânia, e há avistamentos ocasionais no sul da Argentina ou nas Ilhas Malvinas – mas esses são raros. Aqui estão alguns fatos fascinantes sobre este espetáculo de luz.



Um dos problemas mais difíceis na física solar é conhecer a forma de um campo magnético em uma ejeção de massa coronal, que é basicamente uma grande bolha de partículas carregadas ejetada a partir do sol. Tais massas têm os seus próprios campos magnéticos. O problema é que é quase impossível dizer em que direção esse campo está apontando até que ele atinja um local. Uma colisão cria ou uma tempestade espetacular magnética e auroras deslumbrantes com ela, ou um fiasco. Atualmente não há nenhuma maneira de saber antes do tempo.

OITO (8) MUSICAS BRASILEIRAS GRAVADAS POR ARTISTAS INTERNACIONAIS


8 músicas brasileiras gravadas por artistas internacionais!

Clássicos nacionais já ganharam diversos covers

JULIA SABBAGA

Tem clássico brasileiro que gringo adora tocar. O hit que vem à mente mais facilmente é "Garota de Ipanema", que ganhou até uma playlist no Spotify com 100 versões diferentes feitas ao redor do mundo. Mas ainda tem "Águas de Março", "Aquarela do Brasil" e algumas menos conhecidas.

AQUARELA DO BRASIL - ARCADE FIRE



Diversos músicos ao redor do mundo já gravaram a sua própria versão de “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso. A música de 1939 se tornou conhecida mundialmente após sua inclusão na animação da Disney de 1942, Saludos Amigos. Ela já foi gravada por Frank Sinatra, Bing Crosby & Rosemary Clooney, Dionne Warwick, Beirut e muitos outros. O Arcade Fire gravou também seu cover, que saiu como b-side do single "Rebellion (Lies)", do álbum de estreia Funeral, e tocou na série Six Feet Under. Ouça aqui.

ANNA JÚLIA - JIM CAPALDI




O primeiro hit do Los Hermanos, “Anna Júlia”, do álbum de 1999 que levou o nome da banda, virou sucesso internacional quando foi regravada por Jim Capaldi, baterista do Traffic que faleceu em 2005. Com Capaldi no vocal, a versão conta com um line-up de estrelas: Ian Paice do Deep Purple na bateria, Paul Weller do The Jam no baixo e ninguém menos que George Harrisonna guitarra. Capaldi disse que escolheu gravar a música por sua vibração e estilo, que o lembrava das primeiras músicas dos Beatles. Ouça aqui.

Veja abaixo a nossa lista de oito canções que ganharam versões estrangeiras.

TEMPO PERDIDO – PINK MARTINI



A banda de Portland Pink Martini é conhecida por seus arranjos alternativos, em um estilo que mistura música clássica, pop, jazz, bossa nova e por aí vai. Em seu álbum de 2007, Hey Eugene, a banda fez uma versão de "Tempo Perdido", música da Ataulfo Alves gravada em 1933 pela Carmen Miranda. Na versão, a vocalista China Forbes canta a música em um português cheio de sotaque. Ouça aqui.

THE GIRL FROM IPANEMA - AMY WINEHOUSE


Provavelmente a música brasileira mais conhecida mundialmente, "Garota de Ipanema", de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, é uma das músicas populares mais regravadas da história. Em sua versão em inglês, com letra de Norman Gimbel, ela ganhou o Grammy em 1965 de melhor gravação. Desde então, recebeu versões em vozes como Frank Sinatra, Cher, Maroon 5, Madonna e em versão alterada para “The Boy From Ipanema”, por Ella Fitzgerald, Diana Krall e mais. A inglesa Amy Winehouse também fez uma versão, que foi lançada em seu álbum póstumo Lioness: Hidden Treasures, de 2011. Ouça aqui.

INSENSATEZ – STACEY KENT


Vinícius de Moraes e Tom Jobim escreveram “Insensatez” em 1961 e desde então o hit foi regravado por diversos artistas brasileiros e gringos. Com letra em inglês também escrita por Norman Gimbel (que escreveu “The Girl From Ipanema”), “How Insensitive” já foi gravada por Peggy Lee, Chet Atkins, The Monkees, Iggy Pop e até William Shatner. A americana Stacey Kentincluiu o seu cover no álbum de 2013, The Changing Lights. Ouça aqui.

O LEÃOZINHO – BEIRUT


"O Leãozinho", clássico de Caetano Veloso, do álbum de 1977 Bichos, foi regravada pelo Beirutpara o álbum beneficente Red Hot + Rio 2, que arrecadou dinheiro para conscientização e prevenção de Aids e HIV. O álbum traz diversas bandas e artistas internacionais tocando em parceria com nomes brasileiros em um tributo à Tropicália, mas a versão de "O Leãozinho" traz Beirut sozinho, cantando a música em português. Ouça aqui. A cantora dinamarquesa Mejatambém fez uma versão em inglês, mas manteve o título original. Ouça aqui.

PONTA DE AREIA - ESPERANZA SPALDING


“Ponta de Areia”, a música de Milton Nascimento do álbum Minas, de 1975, foi regravada pela baixista e vocalista americana Esperanza Spalding, em seu segundo álbum de estúdio, Esperanza. No mesmo álbum, a intérprete fez uma versão de "Samba em Prelúdio", de Vinícius de Moraes e Baden Powell. Ouça aqui a sua versão de “Ponta de Areia”.

ÁGUAS DE MARÇO – ART GARFUNKEL


Outro clássico brasileiro, "Águas de Março" de Tom Jobim foi lançada em 1972 e desde então recebeu diversas versões. A diferença aqui é que o próprio compositor fez duas versões da letra, uma em português e outra em inglês, "Waters Of March". Art Garfunkel gravou a sua versão no álbum Breakaway, que apesar de algumas mudanças na letra se assemelha bastante a versão original. A música recebeu outras versões também, como com Dionne Warwick e Ella Fitzgerald, e ainda uma versão em francês, "Les Eaux de Marses", por Stacey Kent. Ouça a de Garfunkel aqui.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

GRANDE DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA! ESQUELETOS HUMANOS GIGANTES; MISTÉRIO, FORAM ENCONTRADOS EM UM TUMULO MILENAR!

Quando preparavam montanhas do Cáucaso para receber cabos de energia, uma equipe de cientistas descobriu uma tumba familiar feita de argila com 4 esqueletos dentro. Com marcações sobre o local do enterro, os arqueólogos que se dirigiram ao local para estudo datam as ossadas com 4.500 anos, duas mulheres e dois homens.

Estranhamente, entretanto, esse achado tem algumas peculiaridades bizarras: todos eles têm em torno de 2 metros (homens 2,10, mulheres 1,97). Os homens tinham os crânios separados dos corpos, o que daria a entender que haviam sido mortos por decapitação. Além disso, há diversas tumbas com fósseis da época do paleolítico na região, mas todas haviam já sido saqueadas há muito tempo, com exceção dessa, o que a faz um real achado histórico, mas também traz uma pergunta: por que só ela permaneceu intocada? E como, naquela época em que a média de estatura era ainda menor que a de hoje, existia gente tão alta, que foi enterrada junta?

Além disso, as ossadas estavam cobertas com pigmento vermelho, o que os especialistas explicam como parte de um ritual fúnebre ancestral, no qual se acreditava que o corpo deveria deixar a encarnação coberto de vermelho, já que nasce coberto de sangue, finalizando um ciclo marcado pela cor.



Os estranhos indivíduos, fossem eles familiares, criminosos ou inimigos de quem os enterrou, foram batizados de "Cultura de Novotitarovska", cidade mais próxima do local onde foram encontrados. Através de estudos mais aprofundados, os pesquisadores querem descobrir quais eram seus hábitos de alimentação, se andavam a cavalo, se morreram por doenças, qual tipo de trabalho faziam e outras características paleontológicas que podem ajudam a reconstituir o contexto de vida desses estranhos gigantes misteriosos. Até o momento, as únicas pistas são as construções da região, que tinham padrões arquitetônicos em pedra e metal bastante avançados, e um pequeno ornamento em forma de cabeça de cavalo, o que os farias construtores ou agricultores, provavelmente.

SÍNDROME DE ESTOCOLMO: a doença do Brasil doutrinado – por Carla Rojas Braga





A síndrome de Estocolmo manifesta-se em vítimas de sequestros que, durante o seu cativeiro, desenvolvem um sentimento de simpatia por seus captores.…



Levando em consideração a nossa índole e pensando de uma maneira geral, brasileiro é um povo infantilizado, adolescente e imaturo.

Ignorante como uma criança.

Incapaz de se revoltar de verdade.

Somos um povo que acha graça da desgraça. Faz música sobre corrupção, mas não vai para a rua protestar.

Faz manifestação dentro de escola, bem protegidinho, mas não vai pra rua combater os crimes dos corruptos.

Somos um povo que espera e deseja benesses de um governo paternalista.

Esperamos que um ” painho” resolva tudo por nós.



Gostamos de acreditar em promessas e mentiras porque essas fantasias nos isentam de fazer esforço.

Gostamos de não precisar trabalhar.

Não gostamos de passar trabalho.

Preferimos ganhar dinheiro sem precisar trabalhar.

Aqui, quem trabalha é trouxa.

Quem segue as regras é trouxa.

O legal é burlar.

O bacana é o malandro.

Gostamos é de brincar.

Somos todos Peter Pans e Sininhos e vivemos numa terra do faz de conta.

Vivemos na Terra do Nunca.




Nossas crianças não se disciplinam ou se condicionam em casa porque são ensinadas, não a serem honestas e rigidamente seguirem as leis e regras, mas a serem “malandrinhas”.

Neste sentido, a liderança psicopatas, como em alguns governos anteriores , ou como temos ainda visto em muitas instituições, – que como tal se apresenta como líder , – é aceita, enaltecida e protegida por muitos eleitores, alunos, professores e até pais.

Fomos vítimas de piratas , saqueadores e sequestradores, e não lutamos muito.



Essa relação tem as cores de um relacionamento do tipo que os reféns de sequestro têm com seus raptores.

A Síndrome de Estocolmo é um estado particular no qual vítimas de sequestro desenvolvem um relacionamento afetivo com seu captor. Essa solidadriedade pode , algumas vezes, se tornar uma verdadeira cumplicidade, com os reféns ajudando a alcançar objetivos espúrios.

Recebeu este nome em referência ao famoso assalto do Kreditbanken de Norrmalstorg, Estocolmo.

Ele durou de 23 a 28 de agosto de 1973. Nesse acontecimento, as vítimas continuavam a defender os sequestradores, mesmo depois dos seis dias de prisão física terem terminado.
Mostravam um comportamento reticente nos processos judiciais que se seguiram. Além disso, duas das vítimas se casaram com os bandidos após o término do processo.

A Síndrome se manifesta da seguinte maneira: durante o processo, os reféns começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores , a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação ou de agressão violenta. Assim sendo, pequenos gestos gentis por parte dos captores são frequentemente amplificados, porque, do ponto de vista do refém, é muito difícil, senão impossível , ter uma visão clara da realidade nessas circunstâncias e conseguir mensurar o perigo real.




As tentativas de libertação, são , por esse motivo, vistas como uma ameaça, porque o refém pode correr o risco de ser agredido ou magoado. No caso das salas de aula, o aluno – refém pode sofrer bullying, críticas morais e até ser reprovado pelo professor. O aluno depende do professor -sequestrador para sobreviver. E por isso pode ser cooptado e o apoiar cegamente.

É importante notar que os sintomas são consequências de um stress físico e emocional intenso.
O complexo e ambivalente comportamento de amor e ódio simultâneo para com o captor pode ser uma estratégia inconsciente de sobrevivência por parte das vítimas.
A mente fabrica uma estratégia ilusória para proteger a psiqué do refém. A identificação com o sequestrador ocorre para propiciar um afastamento emocional da realidade perigosa e violenta à qual a pessoa está sendo submetida.
O sequestrador faz tamanho estrago na mente da vítima porque é , em geral, um sedutor.
Por coincidência, podemos verificar , com algumas louváveis exceções, tal tipo de personalidade em alguns políticos e mesmo professores.
Existe neles sempre a expectativa de explorar ou doutrinar os demais.



Há neles uma consciência social bastante deficiente e se faz notória uma grande inclinação para violação das regras, sem se importarem com os direitos alheios.
O psicopata não sente temor de enfrentar ações punitivas, é completamente carente de sentimentos de culpa e de consciência social.

Normalmente sua relação com os demais dura tempo suficiente em que acredita ter algo a ganhar.
Ele exibe uma total indiferença pela verdade, e, se desmascarado, pode continuar negando a verdade sempre.
Uma de suas maiores habilidades é a facilidade que tem em influenciar pessoas, ora adotando um ar de inocência, ora de vítima, de líder.

É sedutor. Amigão.

Pode enganar a outros com encanto e eloqüência.
Portanto, o povo – eleitor ou o aluno – refém fica uma presa fácil.



O refém é aquele que , em função do stress e da frustração decorrentes das falcatruas e mentiras cometidos pelos sequestradores de mentes fica tão assustado que é capaz de defendê-los cegamente e até aliar-se novamente ao candidato-sequestrador nas próximas eleições ou ao professor/ doutrinador demitido justamente. Os sentimentos de frustração , decepção e revolta podem mascarar-se defensivamente e hipnóticamente como devoção , idolatria e apatia para reagir.
O medo da mudança e da própria liberdade pode levar a um sentimento de desesperança e até de morte social .
Talvez não seja à toa que vários políticos processados sejam eleitos e reeleitos .

Não é à toa que alunos defendem cegamente professores doutrinadores.

O povo brasileiro precisa crescer e libertar-se.

Os pais e alunos precisam sair do cativeiro doutrinador perverso.

Precisamos querer crescer e querer a liberdade.

Precisamos vencer essa batalha.



Caso contrário, seremos eternamente reféns de saqueadores de almas e sequestradores de mentes.



Resultado de imagem para sindrome de estocolmo fotos

A Bela e a Fera e a Síndrome de Estocolmo.






(Carla Rojas Braga é psicóloga, psicoterapeuta e escritora)



Neide C Fritsons
Síndrome de Estocolmo: a doença que querem doutrinar o Brasil – A mídia e todos dão um pitaco maledicente, propagam desgraças, que segundo dizem isso da ibope, os intelectuais aboliram Deus na vida deles, se acham os próprios, porém desconhecem totalmente os princípios morais. Infelizmente, o mundo está caótico e isso não é mérito deste país, mesmo que grande parte do mundo habite deste país, o planeta continua sendo terra e o universo é o mundo. O Brasil não detém todas os defeitos pontuados, nem Peter Pan é brasileiro. Carla Rojas Braga

Isso explica o que estamos vivendo com grande parte da Mídia, e daqueles que são contra, o governo atual, e se doam totalmente em defesa das críticas, do chororô de uma esquerda tendenciosa, corrupta que tanto prejudicou com seus atos e desmandos e que tenta de todas as maneiras voltar ao poder!
SÍNDROME DE ESTOCOLMO: a doença do Brasil doutrinado – por Carla Rojas Braga

Certamente se assumirmos nossa parcela, de culpa estaremos pelo menos sabendo onde estamos e para onde iremos. É tempo de reflexão. Reconhecimento e a base para uma renovação que nos sera de grande utilidade para todos. Nisso muitas máscaras cairão.Tomara que sim!

Deus nos proteja... Sim, "Ele" é a unica esperança. JO/ELI