sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ANN CAMERON CONSEGUIU SE CURAR DE UM CÂNCER NO ESTÁGIO 4 COM UM ÚNICO INGREDIENTE!

A escritora Ann Cameron, autora de livros infantis, tem uma incrível história para contar.
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A escritora Ann Cameron, autora de livros infantis, tem uma incrível história para contar.
Ela conseguiu se curar de um câncer no estágio 4 (a fase mais avançada) tomando suco de cenoura.
E o mais surpreendente: sem quimioterapia, radioterapia e nenhuma mudança radical na dieta.
Em 6 de junho de 2012, Ann fez uma cirurgia para combater um câncer de cólon na fase 3.
Depois da cirurgia, ele se sentiu melhor até o início de novembro do mesmo ano.
Foi quando exames de rotina detectaram que seu câncer de cólon havia avançado para o estágio 4, com metástase nos pulmões.
O médico previu de dois a três anos de vida para Ann.
Ela foi informada de que a radiação seria inútil.
A quimioterapia foi recomendada, mas não iria prolongar sua vida.
O marido de Ann já havia morrido de câncer de pulmão em 2005.
Diante dio desespero, a escritora mergulhou numa intensa investigação em busca de uma cura alternativa.
E sua busca terminou quando encontrou o testemunho de um homem chamado Ralph Cole.
Ralph havia se curado de um câncer no pescoço bebendo 2,5 litros de suco de cenoura diariamente.
Imediatamente, no dia 17 de novembro de 2012, Ann começou seu regime diário de suco de cenouras.
Ela centrifugava seu suco logo cedo.
Tomava um copo pela manhã e o resto refrigerava para ir consumindo durante o dia.
Ann consumia religiosamente 2,5 litros de suco de cenoura todos os dias.
Durante o tratamento, não fez quimioterapia nem radioterapia.
Também não fez mudanças radicais na dieta, à exceção do suco de cenoura.
Continuou comendo carne e até tomando sorvete, apesar de não recomendar este alimento: "Eu não recomendo sorvete para quem está com câncer, mas só quero enfatizar que beber suco de cenoura foi a única mudança que eu fiz na minha vida".
Afora o suco de cenoura, o único reforço que Ann recebeu foram as orações e os pensamentos positivos dos amigos, a quem até hoje ela agradece.
Em 7 de janeiro de 2013, após oito semanas de 2,5 litros de suco de cenoura consumidos diariamente, uma tomografia computadorizada revelou que os tumores cancerosos tinham parado de crescer, além de uma redução no inchaço dos gânglios linfáticos.
Dois meses depois, mais uma boa notícia: não havia mais inchaço dos gânglios linfáticos e os tumores continuaram encolhendo.
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Abaixo, reprodução da capa do livro em que Ann relata sua história de cura:Curando o câncer com cenouras
E em 30 de julho de 2013, a mais emocionante de todas as notícias: Ann estava livre do câncer!
Mas como explicar isso à luz da ciência?
O que há de especial na cenoura para curar câncer?
A resposta talvez seja "falcarinol", um antioxidante encontrado na cenoura e que provou ter propriedades anticancerígenas.
Pesquisadores do Reino Unido e da Dinamarca reduziram, graças a esse antioxidante, tumores cancerosos em ratos.
Além disso, um estudo em humanos descobriu que o consumo de suco de cenoura aumenta os níveis sanguíneos de carotenoides em sobreviventes de câncer de mama.
Os pesquisadores acreditam que o aumento dos níveis sanguíneos de carotenoides atua como uma prevenção contra o câncer.
Para terminar, uma informação muito importante: é claro que a cenoura a ser usada no tratamento de câncer precisa ser orgânica.
Foi esse tipo de cenoura que Ann consumiu durante o tratamento dela.
Se fosse a cenoura envenenada de agrotóxicos que o mercado nos oferece, certamente a terapia não teria dado certo.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM O QUE VAI SAIR DO SEU INTESTINO! COMA ISTO POR 3 DIAS!


VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM O QUE VAI SAIR DO SEU INTESTINO! COMA ISTO POR 3 DIAS!


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Esta salada ajuda a limpar os intestinos, contribuindo para reduzir o peso e para regular a acidez no estômago.
Ela é rica em vitaminas, minerais e fibras.
É difícil pensar num corpo sadio sem o consumo regular de saladas, não é mesmo?
Elas são indispensáveis para o bom funcionamento dos órgãos, para um sangue alcalino (de boa qualidade) e para um metabolismo "ativo".

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Esta salada ajuda a limpar os intestinos, contribuindo para reduzir o peso e para regular a acidez no estômago.
Ela é rica em vitaminas, minerais e fibras.
É difícil pensar num corpo sadio sem o consumo regular de saladas, não é mesmo?
Elas são indispensáveis para o bom funcionamento dos órgãos, para um sangue alcalino (de boa qualidade) e para um metabolismo "ativo".
O grande segredo de uma salada é a escolha dos ingredientes.
Se você souber fazer isso, é possível dar à sua salada incríveis poderes medicinais.
É o caso desta.
Ela tem uma forte atividade laxante para ajudar as pessoas que têm intestino preso.
E é também depurativa, ou seja, ajuda o corpo a se livrar das toxinas.
Os ingredientes são fáceis de encontrar em qualquer feira/mercado.
Adquira o hábito de consumir esta salada diariamente, na hora do almoço ou jantar.
E em pouco tempo você sentirá a diferença na saúde do seu aparelho digestivo.
E, possivelmente, na balança também!
Aprenda a receita:
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INGREDIENTES (para 2 pessoas)
3 cebolas
1 cenoura
2 beterrabas
Salsa (algumas folhinhas)
Alface (3 folhas)
2 dentes de alho
Azeite extravirgem de oliva
1 limão espremido na hora
1 colher (sopa) de sementes de linhaça trituradas na hora no liquidificador
MODO DE PREPARO
Corte as cebolas em rodelas.
Rale a cenoura e as beterrabas.
Pique o alho, a salsa e a alface.
Adicione a linhaça bem triturada.
Misture tudo e regue com azeite de oliva e suco de limão.
Deixe repousar por uns 5 minutos e sirva.
Coma pelo menos uma vez por dia.
Em três dias, já notará diferença no funcionamento do intestino.

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Saiba Mais; Lições que te pouparão de muitos problemas...
Intestino, Sete metros de encrenca
Alergias.

Que podemos fazer?



O intestino representa a terceira etapa que os alimentos ingeridos nas refeições devem atravessar em sua viagem dentro de nós. Eles passam primeiramente pela boca, onde devem ser bem mastigados e misturados à saliva, depois pelo estômago, onde acontece boa parte da digestão, e finalmente por esse longo tubo onde a digestão se completa – o intestino. Neles são absorvidos os nutrientes e aquilo que resta do bolo fecal é tornado semissólido para poder ser eliminado. Como consequência desse processo, pelo menos três vezes ao dia transitam no intestino os alimentos e as bebidas que consumimos nas refeições principais.
Na primeira metade do século 20, Sir Arbuthnot Lane, cirurgião do rei da Inglaterra, se especializou na amputação de trechos doentes do intestino e em costurar as pontas que sobraram para fazer com que o órgão recobrasse sua capacidade de funcionamento. Ele observou um curioso fenômeno: alguns meses depois de passar por intervenções no cólon, alguns pacientes se curavam de doenças que não tinham, aparentemente, nenhuma ligação com o órgão operado. Entre eles, um rapaz sarou de uma grave forma de artrite e uma mulher se curou completamente do bócio que a fazia sofrer.
Essas e outras experiências convenceram o cirurgião Lane de que a intoxicação intestinal – sobretudo a do cólon – podia contribuir para o adoecimento de outras partes do organismo que pareciam não ter relação com os intestinos.
Ainda hoje, a medicina oficial declara não ter descoberto a causa de muitas doenças que afligem a humanidade, entre elas o câncer, tumores, doenças autoimunes, vários problemas da pele (psoríase, etc.), alergias ambientais e alergias e intolerâncias alimentares, as quais são cada vez mais numerosas.
Por que ainda não se descobriram as causas desses males? Segundo o médico e escritor norte-americano Bernard Jensen, porque, ao examinar casos de intoxicação orgânica, a medicina leva em consideração apenas os venenos que podem chegar do meio externo (fungos, substâncias químicas, gases, etc.) e não avalia aqueles que podem ser criados no intestino e se difundir para o resto do organismo, prejudicando a boa saúde de outras áreas dele. Essa falha é surpreendente. Até poucos anos atrás, a limpeza intestinal era considerada muito importante, e a purga mensal, bem como os periódicos enemas dos quais as pessoas mais velhas certamente se recordarão, era um sinal evidente disso.


Os laxantes – infelizmente, hoje bastante usados – constituem apenas um benefício momentâneo. A longo prazo, eles tendem a danificar a mucosa intestinal. Para limpar o intestino de forma radical, podem-se fazer algumas sessões (no máximo quatro ou cinco) de lavagens intestinais (hidrocoloterapia, http://www.hidrocolon.com.br/index.php) e outros tratamentos ainda mais completos. Mas eles exigem acompanhamento médico.
Para manter limpo o intestino, convém retomar o velho, sábio e salutar hábito de tomar um purgante uma vez ao mês e quando se volta das férias.
Um dos primeiros sinais de que nosso intestino está carregado de impurezas é o aparecimento de cravos, espinhas, furúnculos e outras inflamações na pele.
Se procurarmos eliminar essas inflamações com o uso de pomadas, corremos o risco de bloquear essa “descarga” e fazer com que o corpo acumule as impurezas em algum outro órgão ainda mais importante do que a pele. Criam-se assim os pressupostos para problemas bem mais graves.
O intestino, com sua notável área de contato com os produtos da digestão (cerca de 300 metros quadrados de superfície!), representa um dos “órgãos” mais influentes do corpo. Ele executa importantes funções digestivas, promove a absorção dos nutrientes e colabora com os rins, a pele e os pulmões nos processos de eliminação de detritos.
As últimas partes do intestino – o cólon (ou intestino grosso) e o reto – são certamente as mais relevantes. Nessas áreas, graças às enzimas e à flora bacteriana, a digestão se completa e substâncias fundamentais são absorvidas: a água, os aminoácidos (constituintes das proteínas) e muitos dos produtos medicinais que usamos.
O que acontece quando as paredes do cólon não são sadias? Acontece algo muito perigoso para a boa saúde: a mucosa se inflama e perde sua impermeabilidade, ou seja, permite que substâncias tóxicas, alguns parasitas e fragmentos de alimento não bem digeridos a atravessem e entrem nos líquidos orgânicos (o sangue e a linfa).
Tais substâncias nocivas, difundindo- se no organismo inteiro, podem gerar os sintomas mais diversos. A relação inclui enxaquecas e hemicranias crônicas, alergias, acnes, psoríase e outras doenças da pele, distúrbios da próstata, diverticulite, graves prisões de ventre, prolapsos intestinais, artrites, reumatismos, problemas cardíacos, asma, problemas respiratórios, nódulos das mamas, perda de vitalidade, cansaço, depressão, falta de concentração, agressividade, ataques de pânico, infecção, inflamações, poliartrite, problemas dos cabelos, parasitoses intestinais que produzem o bruxismo (ranger de dentes noturno) e muitos outros distúrbios.
Examinemos algumas condições responsáveis por fazer do nosso intestino o ponto inicial de tantas disfunções e doenças que, num primeiro momento, ninguém iria associar a esse órgão. Fundamentalmente, até mesmo numa pessoa sadia é possível se encontrar uma ou mais das seguintes anomalias:
1. Incrustações fecais
2. Disbiose intestinal
3. SII (síndrome do intestino irritável)
4. Síndrome de hiperpermeabilidade intestinal
5. Glúten e doença celíaca
1 As incrustações fecais
“Metade das pessoas que declaram gozar de boa saúde carrega continuamente dentro de si, desde a infância, vários quilos de substâncias que nunca foram eliminadas”, afirma o professor médico Arnold Ehret. “Para essas pessoas, uma boa evacuação ao dia não tem nenhum significado.”
Quando pensamos na farinha de trigo, sentimos gratidão, imaginando que com ela se mata a fome da humanidade desde os primórdios da história. É preciso, porém, deixar claro que a farinha usada nos tempos passados era integral, e as donasde- casa que tentaram fazer com ela massa para pão sabem muito bem quanto é difícil trabalhá-la sem misturá- la com farinha branca normal.
Mas a farinha branca, infelizmente, apresenta um grave inconveniente, perigoso e pouco conhecido: ela cola! Isso é fácil de verificar cozinhando a fogo baixo farinha branca e água: cria-se uma cola tão boa que até hoje é usada para encadernar livros antigos.
Com o passar dos anos, os alimentos que contêm farinha branca deixam uma camada sobre as paredes do intestino, especialmente sobre a parte final deles, o intestino grosso ou cólon. Essa pátina, acumulandose mais e mais a cada dia, pode se tornar tão espessa que no espaço central do intestino (o chamado lúmen) fica difícil passar um lápis.
Uma das maiores causas dos problemas intestinais, especialmente os do cólon, é essa pátina que, ao longo dos anos, se torna uma verdadeira incrustação, parecida, nas palavras do doutor Jensen, aos pneus de um automóvel! Claro, essas incrustações não são as únicas responsáveis. A elas deve-se acrescentar a vida sedentária, a poluição ambiental, o uso de medicamentos não naturais, uma alimentação não balanceada, demasiado rica em açúcares, alimentos refinados e aditivos químicos e, ao mesmo tempo, pobre de elementos importantes como fibras, vitaminas e sais minerais.
A tudo isso é preciso acrescentar o estresse, que determina uma alteração das paredes intestinais, provocando contrações excessivas ou insuficientes. Essa condição não apenas causa um acúmulo de escórias e um aumento das incrustações fecais antes descritas, mas pode influenciar a flora bacteriana, tornando mais lentos e menos eficazes os processos biológicos próprios do intestino.
2 A disbiose intestinal
No cólon existe uma notável flora intestinal, passível de modificações que a tornam muito perigosa para a saúde. Quando a flora é equilibrada e útil ao organismo, ocorre uma condição de saúde que tem o nome de eubiose. Ao contrário, quando essa flora está desequilibrada (condição, infelizmente, muito difundida na atualidade), toma o nome de disbiose, e suas consequências podem ser nefastas.
Uma alimentação pouco inteligente (muitos açúcares e proteínas, combinações erradas de alimentos, pouca ou nenhuma mastigação), refeições ingeridas de modo apressado e uso de laxantes, antiácidos, antibióticos, etc. criam um produto da digestão (um “bolo”) rico de proteínas mal digeridas e outros elementos anômalos que predispõem ao desenvolvimento de várias substâncias tóxicas e bactérias da putrefação, ambas muito danosas. Tudo isso, infelizmente, contribui para o forte aumento estatístico das patologias graves do cólon, como diverticulites, pólipos, retocolites ulcerosas e tumores.
3 SII (síndrome do intestino irritável)
A SII (síndrome do intestino irritável) é uma patologia que faz o intestino “espremer” o alimento ingerido de modo excessivamente débil ou forte, fazendo com que o trânsito desse alimento seja demasiado lento ou veloz.
Às vezes, a SII é provocada pela ansiedade ou pelo estresse. No entanto, muitas outras vezes, os testes que determinam a permeabilidade e a motilidade intestinal revelam a presença de fungos, parasitas e/ou bactérias patogênicas. Os micróbios mais comumente encontrados em situações do gênero são o Blastocystis hominis e as várias espécies de cândida.
Se se permite que a SII prossiga no tempo sem o devido tratamento, ela pode dar origem a desordens muito sérias, como a infecção por cândida, a sensibilidade química múltipla, a síndrome da fadiga crônica, muitas doenças autoimunes e até mesmo o câncer.
Vale notar que raras vezes os tratamentos médicos conseguem eliminar a SII. Para seu tratamento efetivo, são mais adequados os remédios naturais. Eles devem ser dirigidos à remoção das causas, à melhora das funções gastrointestinais e à cura da mucosa intestinal.
4 Síndrome de hiperpermeabilidade intestinal
Diversos problemas de saúde surgem por conta do mau funcionamento do intestino, muitas vezes causado pelo estado precário de suas paredes, que perderam a necessária impermeabilidade. Essa patologia é chamada de “perda de impermeabilidade da mucosa intestinal”. Há fortes suspeitas de que essa perda é a causa básica de várias patologias, entre as quais doença celíaca, infecção por cândida, doença de Crohn, infestação por giárdias, eczema atópico, problemas digestivos, fadiga crônica, alergias alimentares, intolerâncias alimentares, asma, dores de cabeça e artrite.
A patologia acontece quando, nas paredes do intestino, os espaços entre as células se ampliam a ponto de possibilitar a passagem e a subsequente entrada de substâncias tóxicas na corrente sanguínea. Essa condição anômala permite às gorduras e aos dejetos que não puderam ser absorvidos (bactérias, fungos, parasitas com suas toxinas, proteínas não digeridas) “gotejar para fora” e entrar na corrente sanguínea.
Considerando-se a vasta superfície da mucosa intestinal e sua grande capacidade de absorção, pode-se compreender quanto é importante que ela permaneça perfeitamente impermeável, para evitar que as substâncias tóxicas possam ser lançadas nos líquidos externos (sangue e linfa) e distribuídas no corpo todo, criando múltiplas disfunções e doenças.
Dessa distribuição de venenos deriva uma série de distúrbios de caráter geral que, à primeira vista, parecem não ter nenhuma relação com o intestino: dores de cabeça, nervosismo, ansiedade, depressão, mau hálito, rinites, acne, dermatites, eczemas, fadiga crônica, envelhecimento da pele, dores nas articulações, artroses, etc. Essa invasão provoca também uma forte baixa das defesas orgânicas, pois no intestino existem entre 100 e 200 “placas de Peyer” (aglomerados de nódulos linfáticos localizados principalmente na mucosa do íleo, que têm a mesma atividade das tonsilas: produzir substâncias que protegem a mucosa contra a ação de micróbios), essenciais para a manutenção do nosso potencial imunológico. Isso, obviamente, abre as portas a várias alergias e intolerâncias alimentares.
5 Glúten e doença celíaca
O glúten é uma proteína que, infelizmente, está cada dia mais presente na nossa alimentação. Ao contrário da crença comum que o associa sobretudo ao pão e ao macarrão, o glúten existe também em vários outros cereais (trigo, cevada, farro, centeio, sorgo) e, obviamente, em todos os seus derivados. 

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Às vezes o glúten é utilizado para tornar mais densos cremes e pudins, no presunto cozido e em embutidos como salames, mortadelas, salsicha e inclusive em alguns medicamentos.
Com o passar dos anos, especialistas em agricultura selecionaram cereais com conteúdo cada vez maior de glúten. Do farro com pouquíssimo glúten, como aquele usado na Europa na época dos antigos romanos, passou-se ao trigo, que contém muito glúten.
A grande utilização atual do glúten advém do fato de que essa substância torna as massas mais macias e elásticas – uma grande vantagem na panificação, pois assim o pão fica mole e não se esfarela quando cortado em fatias.
Arroz, milho e trigo-sarraceno não contêm glúten. Ainda não foi bem definida a sua quantidade na aveia e no cereal quinoa. Mas o seitan (produto de linha macrobiótica) contém 100% de glúten!
Esse é o motivo pelo qual se prescreve uma “dieta branca” aos que sofrem de gastroenterites, de doenças do aparelho digestivo ou de fenômenos de infecção generalizada. Essa dieta se baseia em arroz cozido e água de arroz.
São relativamente comuns as alergias ao glúten, nas quais a resposta imunológica é similar àquela que acontece nas demais doenças alérgicas de origem alimentar, com o aparecimento de vários sintomas. Às vezes, essas alergias podem desembocar numa moléstia autoimune extremamente grave, a doença celíaca. Nessa patologia, o sistema imunológico cria anticorpos contra o glúten e pode destruir as vilosidades intestinais e/ou gerar caquexia (estado de magreza extrema), e inclusive levar à morte.
Dieta para sair da encrenca
Uma alimentação correta e saudável é fundamental para corrigir patologias intestinais e manter esse órgão em equilíbrio. A dieta abaixo pode ajudar na recuperação da eubiose intestinal.
CAFÉ DA MANHÃ: fruta fresca da estação. Uma maçã, alguns figos ou ameixas secas, colocadas de molho num pouco d’água na noite anterior. Beber muita água. Iogurte e coalhada naturais. Evitar os alimentos em que haja mistura de farinhas e açúcar, pois ela acidifica o organismo.
ALMOÇO: comer apenas um prato; melhor arroz do que macarrão e pão branco; verduras e legumes crus à vontade. Algumas azeitonas pretas.
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JANTAR: comer apenas um prato, sempre com verdura crua. Alternar: frango, peixe, ovos, queijos de cabra ou ovelha, iogurte ou coalhada. Melhor evitar carnes vermelhas. Atenção aos alimentos à base de soja, pois quase sempre fazem parte dos OGMs (organismos geneticamente modificados).
FRUTAS: melhor quando estão maduras e da estação, mas sempre longe das refeições principais.
DOCES: reduzir ao máximo; devem ser evitados depois das refeições.
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ELIMINAR: café com leite, leite e laticínios de vaca. Salames, mortadelas, embutidos e laticínios de vaca. Carnes vermelhas. Bebidas com gás, sucos de fruta conservados. Pão branco e mole; melhor o pão integral, ou biscoitos integrais de boa marca.


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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O INCRÍVEL PODER DESTA FRUTA... VAI TE SURPREENDER...

A manga combate bronquite e é depurativa do sangue, favorecendo a diurese.
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Quando consumida em jejum, também combate acidez e outras enfermidades do estômago.
A fruta também possui potássio, um mineral que ajuda a manter o equilíbrio dos líquidos no corpo.
Além de saborosa, a manga tem propriedades importantes na prevenção e no combate a doenças.
Rica nas vitaminas A e C, a fruta possui também as vitaminas B1, B2 e B5, além de ferro, cálcio, fósforo, proteínas e gorduras.
Recentes pesquisas sugerem que a manga pode ter ação anticancerígena.
Fósforo, magnésio e ferro, em menores quantidades, também estão presentes.
A manga também contribui para a perda de peso, ajuda a digestão, regula a glicose e melhora a pele e cabelo.
Veja um resumo dos benefícios da manga:
1. Câncer
A manga é uma boa fonte de antioxidantes como isoquercitrina, a quercetina, a fisetina, galato de metilo e ácido gálico.
É por isso que o consumo diário da manga pode ajudar a prevenir certos tipos de câncer, tais como o de cólon, de mama, próstata e leucemia.

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2. Colesterol
Esta fruta é rica em vitamina C, pectina e fibras que ajudam a reduzir os níveis de colesterol.
Também é uma rica fonte de potássio, um componente importante para a frequência cardíaca e o controle da pressão arterial.
3. Pele
A manga pode ser aplicada diretamente na pele para o tratamento de problemas de acne e para dar maciez e uma boa aparência.
Basta aplicar algumas fatias finas de manga no rosto e deixar agir por 10 a 15 minutos.
Exaguar a pele com água depois.
Você verá como este simples tratamento vai  melhorar a pele do seu rosto, especialmente se tiver acne.
4. Alcaliniza o corpo
A manga é rica em ácido tartárico, ácido málico e ácido cítrico.
Todos eles ajudam principalmente a manter a reserva alcalina do corpo.
5. Emagrece
A manga é uma boa fruta para queimar calorias, pois contém muitas vitaminas e nutrientes que ajudam a se sentir saciado mais cedo.
Além disso, esta fruta impulsiona a função digestiva e o metabolismo do corpo, o que ajuda na perda de peso.
6. Regula o diabetes
Tanto o fruto como as folhas da mangueira são bons para reduzir os níveis de açúcar no corpo.




 7. É afrodisíaca
Chamada de “fruta do amor” em alguns países, a manga possui propriedades afrodisíacas.
Ela contém vitamina E, que ajuda a regular os hormônios sexuais e aumenta o desejo sexual.
8. Previne doenças oculares
A manga contém vitamina A, que é muito importante para a saúde dos olhos.
Ela pode ajudar a promover a boa visão, a combater os olhos secos e evitar a cegueira noturna.
9. Ajuda a digestão
A manga contém enzimas que ajudam a quebrar as proteínas, auxiliando na digestão, além de ser rica em prebióticos, fibras, vitaminas e minerais importantes para a boa digestão.
10. Fortalece o sistema imunológico
A manga ajuda a manter o sistema imunológico saudável, devido à sua composição rica nas vitaminas A e C e em 25 diferentes tipos de carotenoides.
11. Esfoliante natural
A manga, como já dissemos, tem ótimas propriedades para a pele e pode ser utilizada como um esfoliante natural.
Para tanto, basta amassar a polpa e misturar com mel e leite.
Depois faça uma esfoliação na pele com esta pasta, para mantê-la macia e suave.
12. Melhora a concentração e a memória
Esta fruta é rica em ácido glutâmico, um importante nutriente que ajuda na concentração e memória.
13. anemia
A manga é rica em ferro, por isso é uma ótima solução natural para as pessoas que sofrem de anemia.
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Para as grávidas e mulheres na menopausa, ela também é muita benéfica porque, além do ferro, contém cálcio.
14. Previne pedras nos rins
A manga pode ajudar a reduzir a formação de pedras nos rins devido ao seu elevado teor de água, além de ser pobre em oxalatos.
15. Boa para o fígado
Esta fruta tem a capacidade de tratar doenças hepáticas pelo fato de aumentar a secreção dos ácidos biliares.
Além disso, ela limpa os intestinos e todo o aparelho digestivo devido ao seu rico conteúdo em fibras.
16. Fortalece os ossos
A manga contém vitamina K, que facilita a absorção de cálcio, e isso é muito positivo para manter os ossos saudáveis.
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terça-feira, 15 de novembro de 2016

As 10 cidades do mundo com maior concentração de pessoas famosas mudialmente...







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O maior berço de celebridades do mundo é a famosa cidade de Nova Iorque. Agora veja as outras nove cidades em todo o mundo onde mais nasceram pessoas mundialmente famosas, de 1900 até 2010:

  1. Nova Iorque (Estados Unidos): 311 celebridades nasceram lá
  2. Los Angeles (Estados Unidos): 174
  3. Chicago (Estados Unidos): 98
  4. Londres (Inglaterra): 90
  5. Paris (França): 78
  6. São Francisco (Estados Unidos): 55
  7. Boston (Estados Unidos): 42
  8. Moscou (Rússia): 41
  9. Roma (Itália): 35
  10. Buenos Aires (Argentina): 35
Fonte: MIT – Massachusetts Institute of Technology