sábado, 9 de janeiro de 2016

É possível carregar um celular com o cérebro? Corpo humano gera eletricidade suficiente para carregar smartphone em 70 horas...


 neuronios cerebro
Por Bruno Rizzato
Seria possível carregar um dispositivo com nosso cérebro?

Com essa pergunta em mente, Maddie Stone, do Gizmodo, calculou a quantidade de energia necessária e descobriu que, em teoria, a energia gerada pelo cérebro poderia carregar um iPhone 5C em 70 horas.




Tudo o que fazemos é controlado e facilitado por sinais elétricos que funcionam através do nosso corpo. A eletricidade é produzida por meio das membranas, quando átomos tornam-se positivamente ou negativamente carregados.

É essa mudança que permite que os elétrons fluam de um átomo para outro, e isso é o que chamamos de eletricidade. Quando os cientistas falam sobre o sistema nervoso enviar "sinais" para o cérebro ou sobre a “queima” de sinapses, estão falando sobre o fluxo de eletricidade entre diferentes pontos. O cérebro tem 100 bilhões de fios condutores de eletricidade, de acordo com Stone.

Cada vez que um neurônio "queima", ele produz uma pequena alteração na tensão. Embora em minúscula quantidade, o cérebro humano contém cerca de 80 bilhões de neurônios, e pensa-se que 1% está pronto para ser queimado a qualquer momento, de acordo com o biofísico Bertil Hille, da Universidade de Washington, nos EUA.

Portanto, se 800 milhões de neurônios estão ativos ao mesmo tempo, a produção de eletricidade é equivalente a cerca de 0.085 Watts de potência, o que é em torno da mesma quantidade de eletricidade necessária para alimentar e manter a energia de uma lâmpada LED. Isso significa que, para carregar, por exemplo, um iPhone 5C, seria preciso uma taxa de 5,74 Watts-horas, e o cérebro levaria cerca de 68 horas para carregar o aparelho.



No entanto, se pudéssemos fazer isso, de fato, ainda seria problemático, pois não haveria nenhuma eletricidade livre para realizar todas as outras funções do corpo. Se 1% da eletricidade do cérebro for desviada para carregar um smartphone, demoraria cerca de 285 dias para carregá-lo

Cientista russo afirma que nossos ancestrais dirigiam carros gigantes e as evidências ainda estão por aqui...


Alexander Koltypin

Um geólogo russo alegou que algumas marcas misteriosas encontradas na Turquia foram feitas por gigantes, em carros pré-históricos, há milhões de anos.
 O diretor do Centro de Pesquisa Científica de Ciências Naturais da Universidade Internacional e Independente de Ecologia e Politologia de Moscou, Alexander Koltypin, fez a sua declaração após voltar de uma viagem de campo em Phrygian Valley. Ele revelou que os campos estavam completamente cobertos por marcas de milhões de anos. "Como geólogo, eu posso dizer que veículos desconhecidos foram dirigidos ao redor da Turquia há aproximadamente 12 ou 14 milhões de anos ", afirmou.
Koltypin diz, ainda, que é bem óbvio que as marcas foram feitas por veículos. A distância entre cada faixa é sempre a mesma e, segundo ele, essas rodas se encaixam em modelos de carros modernos. De acordo com o geólogo, também é possível ver arranhões horizontais, utilizados por rodas antigas.
 Alexander Koltypin Phrygian Valley
"Podemos supor que os carros antigos andavam em solos macios e, talvez, em superfícies molhadas. Por serem tão pesados, causaram profundas depressões. E, mais tarde, foram petrificadas, protegendo todas as provas.", disse.

Tal processo é conhecido pelos geólogos, tendo como exemplo as pegadas dos dinossauros.
 Alexander Koltypin Phrygian Valley 1
  
Koltypin é bem confiante de que as depressões foram criadas por veículos usados em civilizações não humanas. "Nós não estamos falando de seres humanos", afirmou. "Acredito que estamos encontrando sinais de uma civilização que existia antes da criação clássica do mundo. Talvez, a nossa pré-civilização não tinha sido como os humanos modernos."

Ele também diz que os especialistas não concordam com a sua teoria, já que ela poderia arruinar todas as demais teorias clássicas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Saiba mais da Holanda: onde fica, língua, capital e curiosidades...

Amsterdam, Holanda

Holanda: onde fica, língua, capital e curiosidades...

A Holanda é um país lindíssimo e muito receptivo. Localizado no norte da Europa, a Holanda possui 16 milhões de habitantes e também é conhecida como Países Baixos. A capital Amsterdam é totalmente cercada por canais e é uma capitais mais divertidas e animadas da Europa com apenas 779 mil habitantes.
 Língua da Holanda
A língua oficial é o holandês (neerlandês), mas quase toda população fala inglês e recebe muito bem os turistas. A Holanda é conhecida pela belas tulipas, moinhos de ventos, os famosos tamancos coloridos de madeira, pelos deliciosos queijos (Gouda e Edam) e pelas milhares de bicicletas.
Em todas as estações trem e pela cidade, existem enormes estacionamentos de bicicletas e há um controle do governo para que as bicicletas tenham circulação e não sejam abandonadas. Todos os meses as bicicletas são fiscalizadas e as que foram abandonadas são retiradas para liberar espaço.
Liberdade e tolerância
Amsterdam, Red Light District
Holanda também é conhecida pela liberdade e tolerância. O país é muito liberal em relação as drogas, homossexualidade, aborto e prostituição. Na capital Amsterdam, existe o Red Light District, onde as garotas de programa ficam nas vitrines esperando os clientes, que são atendidos ali mesmo (com as cortinas fechadas, é claro!). Em todo país existe um clima de extrema segurança, respeito e muita liberdade. As pessoas se vestem como querem, comem nas ruas, passeiam e são livres.
A terra dos artistas Vicent van Gogh e Rembrandt possui como moeda oficial o Euro e tem um custo de alimentação e atrações turísticas bem mais baratos que em cidades como Londres e Paris. Em todo o território é possível se deslocar através de transporte público, que é muito limpo, seguro e de qualidade. Se você estiver à passeio, também pode alugar bicicletas e experimentar como é ser um cidadão holandês. Aproveite que o país é extremamente plano e fácil de se localizar.

Onde fica a Holanda

A Holanda faz fronteira com a Bélgica e a Alemanha e é um país de baixa altitude. Em torno de 27% de seu território está situado abaixo do nível do mar e grande parte das terras foram recuperadas através de complexos diques. A Holanda é o 11º país mais populosos da Europa e possui temperaturas médias entre -8º (no inverno: entre dezembro e fevereiro) e 30º (no verão: em junho e julho).
Além da beleza da Holanda, o país oferece uma das melhores qualidades de vida à sua população e tem um alto Índice de Desenvolvimento Humano. As cidades mais importantes do país são Amsterdam, Haia (sede do governo), Roterdã, Eindhoven e Delft.

Novas evidências reforçam que o QI não mede de verdade a sua inteligência...





Albert Einstein, o mais pop dos gênios, tinha QI 160. 





Ele tinha QI 160. Hoje, esse número é usado informalmente para 

definir a genialidade de alguém


A cada dez anos, o QI médio cresce cerca de três pontos.
O psicólogo James Flynn passou décadas documentando este estranho fato, que foi denominado Efeito Flynn. A pergunta é: o Efeito Flynn significa que estamos ficando mais espertos? Não para o próprio Flynn, que diz que o efeito apenas revela que o QI mede habilidades ensináveis, e não as natas. Como a educação mudou com o tempo, as crianças melhoraram em testes padronizados como o QI. E então as pontuações subiram.
Mas alguns pensadores se agarram à ideia de que o QI mede uma inteligência nata que transcende cultura e educação escolar. Se for verdade, então espera-se que os elementos mais abstratos e “livres de cultura” não estejam sujeitos ao Efeito Flynn. Mas eles estão. E agora dois pesquisadores de psicologia mostraram os motivos.
O que mudou nossas mentes?
O site Io9 entrevistou um pesquisador de psicologia da Universidade Estadual da Flórida, Ainsley Mitchum, que acabou de publicar um estudo no Journal of Experimental Psychology com seu colega Mark Fox. Eles observaram mudanças em como as pessoas pontuavam nas partes dos testes de QI que abordavam as matrizes de Raven, que mediam a habilidade das pessoas de pensar abstratamente. Esses testes sempre envolvem gráficos e reconhecimento de padrões, e são considerados livres de qualquer diferença cultural.


Ainsley e Mark tiveram sorte o suficiente para encontrar um relatório detalhando as pontuações de um grupo de jovens que fizeram o teste das matrizes progressivas de Raven nos anos 60, e compararam com as pontuações de jovens que estão fazendo o teste agora. Os resultados eram consistentes com o Efeito Flynn. “Pessoas que tinham a pontuação média há 50 anos estariam abaixo da média agora”, disse Ainsley. Mas como pode ser?




Em culturas modernas, mais ênfase tem sido dada em abstração. Alunos aprendem álgebra mais precocemente do que costumavam, por exemplo, mas, além disso, nossas vidas cotidianas estão cheias de abstrações.
Ainsley constatou que só o ato de usar pastas em seu computador já requer certo nível de pensamento abstrato que as pessoas não encontrariam facilmente na vida cotidiana há 50 anos. “Esse padrão deixa você mais confortável ao romper as características superficiais dos objetos”, explicou Ainsley. Então uma cultura mais avançada tecnologicamente, combinada com diferenças em educação, aprimora a habilidade das pessoas para pensar abstratamente.
Abstração é cultural
Com o tempo, nossa habilidade de lidar com informação abstrata está mudando. O que isso significa é que a própria abstração é cultural e muda com o tempo assim como muitos outros aspectos de nossa cultura. É provável que as gerações passadas fossem mais literais em seu modo de pensar. Eles lidavam mais frequentemente com objetos no mundo real, e não precisavam entender coisas como avatares – ícones que representam um objeto real – ou como traduzir um pequeno movimento no pulso em um movimento em uma tela.
Ainsley afirmou:
Os psicólogos querem dizer a você que a inteligência mede uma habilidade essencial que é natural às pessoas – uma quantidade real, não algo que é cultural. Então eles construíram esses testes que foram designados para não serem sensíveis a culturas (como as matrizes progressivas de Raven). Mas a inteligência não pode ser olhada como algo separado da cultura. Nós discutimos que as mudanças em pontuações em testes não se traduzem em mudanças na habilidade. Isso não significa que nós estamos evoluindo para pessoas mais inteligentes. O dado sugere que o que está mudando é a sabedoria. Há um tipo de sabedoria abstrata que as pessoas agora têm em números maiores. As pessoas em média não tinham isso há 50 anos”.
Ainsley constatou que você pode ver essa transformação muito além das fronteiras da tecnologia. Até o meta-humor (ou seja, humor que faz piadas de si mesmo), como o humor referencial em Community (seriado norte-americano exibido no Brasil pela Sony), é muito mais abstrato do que aquilo que as pessoas gostavam em Os Três Patetas há meio século.
Se houver uma mudança substancial na tecnologia no futuro, Ainsley acredita que nós veremos mais uma mudança no modo como as pessoas aprendem e lidam com a informação: “Não deveria ser surpreendente para as pessoas que quando nosso ambiente muda rapidamente, a maneira como as pessoas lidam com informações muda com ele”, disse Ainsley. “Nós mapeamos o nosso ambiente. Então o que estamos vendo em testes de QI é a pegada disso”.
Provavelmente, você não é muito mais esperto ou menos esperto que a maioria das pessoasSe o seu QI é majoritariamente o resultado do seu ambiente, o que isso diz sobre inteligência? 




Alguns de nós não nascem com mais dons mentais que outros? Provavelmente não, diz Ainsley. “Adultos neurotípicos provavelmente não diferem tanto quando parecem”, disse. Certamente algumas pessoas têm deficiências cognitivas resultantes de ferimentos na cabeça, síndromes neuroquímicas e deficiências de desenvolvimento. Mas pessoas cujos cérebros estão na faixa da normalidade não diferem muito em termos de habilidade mentais natas. O que nós medimos como “inteligência” em testes de QI é principalmente ambiente e experiência.
Isso não quer dizer que testes de QI não têm utilidade. Na verdade, eles são uma grande ajuda para traçar o modo como às culturas estão mudando com o tempo. Esses testes estão nos ajudando a traçar a maneira como modos de pensar são passados de geração em geração, mudando no caminho.








terça-feira, 5 de janeiro de 2016

DEPOIS DE APRENDER ESTA RECEITA, VOCÊ NUNCA MAIS VAI COMPRAR PASTILHA PARA TOSSE...

GRIPE!!!


Sabemos que é difícil não pegar uma gripe ou resfriado durante o inverno.



Mas no verão também é possível, pois quando o corpo sai da temperatura quente da rua e entra num ambiente com ar-condicionado, por exemplo, sofre com o choque térmico, o que é péssimo para a imunidade.


Enfim, gripe e resfriado são comuns o ano inteiro.
O que você faz quando pega uma dessas doenças?
A maioria das pessoas corre a uma farmácia para comprar pastilhas e outros medicamentos antigripe.


Mas que tal economizar dinheiro e evitar o uso de drogas medicamentosas cheias de química?
A receita que vamos ensinar agora é muito eficiente e vai tratar sua gripe e tosse de forma natural.
E, além de natural, ela é bem saborosa.
Quer ver como se faz?
Aqui está:
INGREDIENTES
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
1 colher (sopa) de suco de limão
1 colher (sopa) de mel
1/2 colher (chá) de gengibre em pó
1/4 colher (chá) de cravo em pó
MODO DE PREPARO
Leve ao fogo baixo todos os ingredientes, na ordem que está acima.
Vá mexendo com uma colher e deixe cozinhar por 20 minutos.
Passado esse tempo, retira a panela do fogo e deixa a calda descansar.
Por quanto tempo ela vai descansar?
Depende da aparência: ela precisa ficar muito grossa.




Enquanto ela descansa, prepare uma assadeira com papel-manteiga, onde você vai transformar a calda em pequenas pastilhas.
Assim que a consistência estiver grossa, com uma colher ou uma bisnaga de confeiteiro, vá formando as pastilhas na bandeja com papel manteiga (observe as fotos).
Espere descansar 20 minutos e, então, polvilhe com açúcar para evitar que as pastilhas se colem umas às outras.
Use de 3 a 5 por dia (deixando dissolver na boca), especialmente para aliviar a irritação na garganta e combater a tosse.
O alívio será imediato.







segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Lobos a Alcatéia...Estratégias, empenho, disciplina, obediências...

Agradecimentos a nossa amiga
Maria Aparecida Fratucello...
Maravilhosa escolha...

Grande ensinamento!








"Os 3 primeiros lobos são os fracos e doentes. Eles dão ritmo a caminhada para todo a alcateia. Se tivesse sido de outra forma, teriam sido os últimos e seriam mortos.



 Em caso de ataque são as primeiras vítimas. Estes criam o caminho na neve para economizar energia dos que estão por trás deles. São seguidos por cinco lobos fortes que formam a vanguarda, no entanto, o centro é a riqueza do bloco 

11 lobas. Sucessivamente, os outros cinco lobos fazem a retaguarda. O último, quase isolado da alcateia, é o líder. Ele deve ver claramente todo o grupo, a fim de controlar, dirigir, coordenar e dar os comandos necessários." -Mimita Pereira.
Ser líder é ter a capacidade de ver o todo. Liderar é função e não privilégio!






domingo, 3 de janeiro de 2016

Google cria robôs para substituir renas do Papai Noel - e o resultado é bizarro...

Criação robótica é da Boston Dynamics (Foto: Reprodução / Boston Dynamics)
Ah, a magia da véspera de Natal. Nada representa melhor o espírito de fim de ano do que robôs enormes e saltitantes, não é mesmo?
A Boston Dynamics, braço do Google em tecnologia robótica de alta qualidade, surpreendeu a internet com essas adoráveis "renas" - na verdade, são grandes cachorros robóticos, uma versão mais jovem do BigDog, outra invenção da empresa. No vídeo abaixo, você pode conferir as renas robóticas fazendo o que fazem de melhor: espalhando alegria - e uma boa dose de susto - com seu saltitar mágico. 

"Relíquia" é encontrada em Jerusalém e intriga cientistas - e a internet decifra o mistério...

Objeto é qualquer coisa, menos ancestral (Foto: Facebook / via The Guardian )
AAutoridade de Antiguidades em Israel (IAA, em inglês) se via há seis meses com um mistério em mãos: o objeto exótico da foto acima, que foi encontrado em um cemitério em Jerusalém. Amir Ganor, responsável pela busca, contou que foi alertado pela polícia sobre a presença do instrumento metálico, que até então havia sido alvo de suspeitas; em um primeiro momento, acreditava-se que o misterioso artefato seria uma bomba.
Depois de passar por inspeções de raio-x, o objeto de oito quilos foi tido como uma relíquia bíblica, provavelmente utilizada em templos. Mas o mistério permanecia sem solução. Frustrados, os pesquisadores postaram uma foto no Facebook (que, infelizmente, já foi removida) perguntando a seus seguidores se tinham alguma ideia do que era o objeto.Entre os trezentos comentários deixados na rede, um continha a resposta, vinda do usuário Micha Barak – e surpreendeu a todos (além de ter causado algumas risadinhas, é claro).
De acordo com a nova postagem feita pela Autoridade, o peculiar objeto é parte de uma tradição Nova Era, chamado Isis Beamer (algo como "Projetor de Ísis", em homenagem à deusa egípcia da natureza e da magia). Sua função? Criar um "campo protetor" contra radiação  em especial para pessoas que usam energias curativase pode ser comprado aqui em diversos formatos (tem até pingente). Realmente, nada muito ancestral.
Resolvido o suspense, Barak foi convidado a checar sua descoberta em pessoa, que será guardada na sede da própria autoridade. Agora, o mistério mesmo é entender porque esse objeto foi enterrado em um cemitério de Jerusalém. Os estudiosos, é claro, não perderam a chance de usar as redes sociais a seu favor: pediram, no Facebook, que os responsáveis pelo esconderijo curioso do objeto entrassem em contato – e contassem "a quais mortos eles esperavam enviar energias positivas". Sensacional.
(Via The Guardian)