quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O que é transplante...Acompanhe esta evolução que salva vidas!

O que é transplante...








Os transplantes de órgãos estão entre os procedimentos mais complexos da medicina.

 

Coração, pâncreas e pulmão só sobrevivem 4 horas entre a retirada e a doação
Coração, pâncreas e pulmão só sobrevivem 4 horas entre a retirada e a doação
O transplante também chamado de transplantação, é a transferência de células, tecidos ou órgãos de uma pessoa (doador) para outra pessoa (receptor). 


O primeiro transplante de que se tem notícia data do século II a.C. na Índia. Nessa época se transplantavam a pele de uma região do corpo de uma pessoa para outra região do corpo da mesma pessoa, como tratamento para queimaduras e ferimentos graves.

Depois de anos de fracasso, o transplante entre pessoas diferentes só foi possível no ano de 1954 entre dois irmãos gêmeos idênticos. Nessa época, os médicos já sabiam que o sistema imune da pessoa receptora poderia rejeitar os órgãos e a inexistência de medicamentos imunossupressores impedia a doação de órgãos àqueles que não tinham irmãos gêmeos idênticos. Depois de muitas pesquisas, foram descobertos medicamentos que poderiam ser utilizados como imunossupressores e, finalmente, o transplante poderia ser feito entre pessoas que não fossem gêmeos idênticos.
Qualquer pessoa pode se tornar um doador de órgãos, desde que não possua em seu histórico doenças que prejudiquem o funcionamento do órgão a ser doado.Para ser um doador não é necessário deixar nada por escrito, mas é de extrema importância que a pessoa comunique a sua família sobre o desejo. É importante lembrar que alguns órgãos podem ser doados em vida, como um dos rins, parte do fígado e parte da medula óssea. Pacientes com morte encefálica são considerados potenciais doadores, de acordo com a Resolução CFM Nº 1480/97, mas após a morte encefálica a doação dos órgãos só pode ser feita mediante consentimento familiar.  
Para que haja sucesso no transplante, é necessário que o órgão seja transplantado o mais rápido possível, para que não ocorra sua perda. Antes de todos os transplantes são realizados mapeamentos genéticos do doador e do receptor, pois quanto mais parecido forem geneticamente, menos drogas são necessárias e mais tempo o órgão dura.



Após o transplante, consultas periódicas com o médico são realizadas e se houver qualquer tipo de rejeição, poderá ser oferecido ao doente um novo transplante.

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

As 7 maravilhas da Antiguidade...

As 7 maravilhas da Antiguidade ...






SevenWondersOfTheWorld[1]

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

No passado, os gregos resolveram criar uma lista com monumentais obras que deveriam ser vistas por todos. Elas eram as Sete Maravilhas do Mundo.

 As Sete Maravilhas do Mundo Antigo
As Sete Maravilhas do Mundo Antigo
O que ficou conhecido na posteridade como as “Sete Maravilhas do Mundo” foi um conjunto de obras feitas pelo homem, que foram nomeadas e listadas pelos gregos com o intuito de apresentar “as sete coisas dignas de serem vistas”.  As obras se distinguiam por sua beleza, grandeza, suntuosidade e magnitude.
Mesmo que tenham sido os gregos a listar as "Ta hepta Thaemata", como eles as chamavam, apenas uma se localizava na Grécia, a “Estátua de Zeus”, as demais estavam em outras localidades. O Colosso de Rodhes, na Ásia Menor; o Templo de Ártemis e o Mausoléu de Helicarnasso, em Éfeso; As Pirâmides de Gizé e o Farol de Alexandria, no Egito; e Os Jardins Suspensos da Babilônia, na atual Iraque.
Vamos conhecer um pouco mais acerca destas maravilhas:
A Grande Pirâmide de Gizé, ao centro
A Grande Pirâmide de Gizé
Construída pelos egípcios há cerca de 4.500 anos, é a única maravilha antiga ainda existente. Construída por volta de 2.500 a.C. como monumento funerário ao Rei Queóps, ela é a maior das três pirâmides de Gizé. Segundo o historiador grego Heródoto, 100.000 homens trabalharam durante 20 anos na construção da pirâmide. Sua construção revela um grande conhecimento de geografia, astronomia, geologia, matemática e outras ciências por parte dos construtores egípcios.
Reprodução em 3D do que seria os Jardins Suspensos da Babilônia
Jardins Suspensos da Babilônia
Supostamente criado pelo rei Nabucodonosor em 605 a.C. para presentear sua esposa, a rainha Amyitis, na cidade da Babilônia, na Mesopotâmia, os Jardins Suspensos consistiam em uma estrutura arquitetônica de terraços que continham uma infinidade de espécies de fauna e flora. Não se sabe ao certo se existiram os Jardins Suspensos da Babilônia, entretanto, escavações arqueológicas realizadas no século XIX encontraram possíveis indícios de sua existência.
A Estátua de Zeus. Reprodução em 3D
A Estátua de Zeus
Medindo de 10 a 15 metros de altura e localizada no templo de Olímpia na Grécia, a estátua foi construída em ouro e marfim durante oito anos, por volta de 450 a.C. O escultor Phídias representou Zeus sentado em seu trono, indicando sua superioridade sobre os demais deuses do panteão grego. A estátua foi destruída em um incêndio em Constantinopla, atual Istambul, por volta de 470 d. C.
Criação em 3D do que seria o Templo de Ártemis em Éfeso
O templo de Ártemis
O Templo à deusa Ártemis, de Éfeso (atual Turquia), foi construído, reconstruído e aumentado várias vezes durante séculos, até que, por volta de 262 d.C., foi destruído durante a invasão bárbara dos godos. Possíveis vestígios podem ser encontrados hoje no Museu Britânico.
Gravura representando o Mausoléu de Halicarnasso
O Mausoléu de Halicarnasso
Construído por volta de 350 a.C., a mando da rainha Artemísia, com o intuito de abrigar os restos mortais do seu esposo e irmão, o rei Mausolo, o mausoléu também se localizava na Turquia. Foi destruído por volta do século XV por constantes terremotos e seus restos foram utilizados em outras construções.
Imagem criada em computador representando o Colosso de Rhodes
O Colosso de Rhodes
O Colosso de Rhodes era uma estátua de bronze de 33 metros, construída na Grécia, por volta de 300 a.C.,  para homenagear o deus Hélios (deus do Sol) devido ao auxílio na vitória sobre o exército de Demétrio Pollorcetes. A estátua permaneceu de pé durante 50 anos, quando foi destruída por um terremoto que assolou a cidade de Rhodes em 226 a.C.
Reprodução do Farol de Alexandria