sábado, 8 de novembro de 2014

Chuvas Coronais: Você sabia que é possível chover no Sol?

Chuvas Coronais: Você sabia que é possível chover no Sol?

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Assim como na Terra, o Sol tem períodos de mau tempo, com ventos fortes e chuva intensa. Entretanto, ao contrário das tempestades encontradas em diversos lugares do mundo, a chuva no Sol é feita de gases eletricamente carregados, denominados plasmas, e caem com velocidades de 200.000 km/h. Elas são encontradas na atmosfera solar exterior, chamada de coroa, por isso, esse fenômeno recebe o nome de “chuvas coronais”.
Agora, uma equipe de físicos solares, liderados pelo Dr. Eamon Scullion, do Trinity College Dublin, tem tentado montar uma explicação para esse fenômeno intrigante, que tem aparência de “cascata” na atmosfera solar.
Descoberto há quase 40 anos, os físicos solares são agora capazes de estudar chuva coronal em grande detalhe graças a satélites precisos, como o Observatório Solar Dynamics da NASA (SDO) e observatórios terrestres, como o Swedish 1-m Solar Telescope (SST).
Os cientistas podem ver regularmente as mudanças maciças no “clima” do Sol, mas, apesar de décadas de pesquisa, eles foram incapazes de compreender a física da chuva coronal.
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O fato é que o processo pelo qual a chuva acontece em um ambiente tão quente como o Sol é surpreendentemente similar ao ciclo terrestre. Se as condições da atmosfera são ideais, há a formação de nuvens de calor e o plasma denso pode naturalmente resfriar e condensar. Eventualmente, ele cairá de volta na superfície do Sol, só que em forma de chuva coronal.
Em outro paralelo com o clima terrestre, o material que compõe as nuvens de chuva atinge a coroa solar por meio de um processo de evaporação rápida. Entretanto, nesse caso, a evaporação é causada por erupções solares, as explosões mais poderosas do sistema solar, que é o que provavelmente mantém o calor intenso nessa atmosfera exterior do Sol.
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As tempestades de chuva torrencial, impulsionadas pelas erupções, podem desempenhar um papel importante no controle da massa da atmosfera e agem como uma espécie de termostato “em escala solar” na regulação da temperatura da coroa.
As origens do aquecimento coronal continuam sendo um dos maiores questionamentos sem resposta da física solar. Dr. Scullion e sua equipe têm desenvolvido agora uma nova visão sobre as formas de chuva coronais. Juntamente com colaboradores no Trinity College de Dublin e da Universidade de Oslo, na Noruega, eles sugerem um modelo de “resfriamento catastrófico”, onde uma queda excepcionalmente rápida na temperatura poderia fazer com que o material na coroa mudasse repentinamente de gás rarefeito para chuva.
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A equipe usou imagens do Telescópio Solar Sueco com base em La Palma, nas Ilhas Canárias. Este telescópio é capaz de produzir algumas das imagens mais nítidas que temos disponíveis do Sol. Em junho de 2012, eles observaram uma gigante “cascata” de material solar caindo da atmosfera externa do Sol e uma mancha escura em sua superfície.

Jornal Ciência!


Nuvem surpreendente flagrada na Austrália...

Nuvem surpreendente flagrada na Austrália

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Essa nuvem espetacular pode parecer perfeita demais para ser real, mas essas imagens não são falsas. Elas foram tiradas na segunda-feira, 3 novembro, em Victoria, Austrália, por expectadores da ABC News. As fotos mostram a formação rara de nuvens chamada de buraco fallstreak, ou uma nuvem de perfuração.
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Estas são grandes lacunas que podem aparecer em certos tipos de  cumulus cloud quando as gotas de água congelam rapidamente. Em seguida, os cristais de gelo resultantes continuam a crescer e quando se tornam grandes o suficiente, eles começam a cair, deixando para trás um buraco em expansão. O arco-íris no meio é o resultado da refração da luz nos cristais de gelo.
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Confira outras fotos impressionantes do fenômeno:
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Comparando nosso cérebro com outras espécies...Imperdível...

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Comparando nosso cérebro com outras espécies

A imagem que abre este artigo mostra a comparação entre um cérebro humano (esquerda) e o de um golfinho (direita). Além de o cérebro humano parecer de plástico, podemos acrescentar algumas curiosidades a mais sobre a comparação: esses dois hemisférios tão bem diferenciados do golfinho são desativados alternativamente para permitir que ele descanse e durma “apagando” a metade de seu cérebro a cada vez.
Mas talvez o que esteja deixando você com a pulga atrás da orelha neste momento seja a diferença de tamanho, como pode o cérebro do golfinho ser maior, se nós somos -em teoria- mais “espertos” e inteligentes? Isso é o que vamos explicar neste post.
O cérebro humano médio tem umas 1.400 gramas, ainda que haja exceções: o recorde de peso é ostentado pelo cérebro de um cadáver extraído em 1992 pelo doutor Mabdybur, patologista da Universidade de Cincinnati: tinha 2,3 quilos, um verdadeiro cabeção. O recorde de leveza em um cérebro normal e saudável foi o de Daniel Lyon: 680 gramas. A depressão, também, pode influenciar no peso do cérebro. Mas isto não é o relevante nz hora de calcular a capacidade intelectual: o tamanho do cérebro tem uma importância relativa, e o importante é sua fiação e a densidade de neurônios. De fato, o registro fóssil assinala-nos que nosso cérebro tem experimentado um decréscimo de tamanho durante os últimos 15.000 anos.
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O que se leva em conta na biologia para calcular a possível inteligência de uma espécie animal é o denominado quociente de encefalização  ou capacidade encefálica, que é algo como a razão entre o tamanho real do cérebro e a massa corporal. Uma baleia azul, por exemplo, tem um cérebro de 7 quilos, o maior da Terra seguido do cérebro do elefante indiano de 6 kg, mas nenhum dos dois animais tem um quociente de encefalização maior do que a dos humanos, devido a seu tamanho. Em animais de peso similar, um golfinho e um gorila, por exemplo, podemos ver também diferenças: o cetáceo tem um cérebro de uns 1.200 gramas enquanto o do gorila ronda o meio quilo.
Seria esta a característica mais importante para conhecer a inteligência de uma espécie? Não, há que lhe somar mais variáveis à equação, como a quantidade de neurônios e a extensão do chamado neocórtex, que são as áreas que constituem a “capa” neural que recobre os lóbulos pré-frontais e, em especial, os lóbulos frontais dos mamíferos. Aí, e na presença de determinados neurônios -de von Economo e piramidais, por exemplo- reside talvez a diferença de nossa capacidade de processamento. A extensão destas camadas de neurônios é o evento evolutivo mais importante do cérebro dos mamíferos e o que lhes deu muitas vantagens por todo o planeta. Nesta imagem vemos uma comparação entre espécies:
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Voltando à comparação inicial, entre humano e golfinho, repetimos o que dizíamos no princípio: não é tão importante o tamanho quanto a densidade de neurônios. Na lista wikipédica dos animais por número de neurônios  você vai encontrar a explicação. Se contabilizamos o número de neurônios do córtex de um golfinho nariz de garrafa e um chimpanzé, descobriremos que são bem similares: em torno de 6 bilhões cada um, enquanto nós humanos estamos mais perto dos 20 bilhões.
Compreender como aconteceu a evolução para esse encéfalo tão denso  e proporcionalmente grande dos humanos é uma tarefa fascinante na qual os cientistas seguem enroscados. A principal incógnita é como conseguimos desenvolver um órgão tão caro energeticamente. Só para que tenham uma ideia, nos adultos, o cérebro consome 20% da energia em comparação com 13% dos chimpanzés ou 8,5% dos ratos. Alguns estudos recentes apontam que em algumas espécies acontece um fato que não esperavam: a surpresa não foi tanto pelo cérebro ter crescido, mas sim,  pelo corpo ter encolhido.
No último trabalho publicado nesta semana na revista Plos Biology sobre este tema compararam as impressões “metabólicas” dos tecidos humanos e os de outros animais e descobriram grandes diferenças. Não só nosso cérebro consome mais, mas nossos músculos são mais débeis e consomem menos que os dos chimpanzés, por exemplo.
Que significa isto? No fundo a evolução de nosso cérebro foi uma espécie de corrida entre um cérebro que consumia cada vez mais recursos e um corpo que precisava encontrar fontes de calorias. Mas outros cientistas apontam que nossos músculos mudaram porque se adaptaram a uma atividade nova: andar e correr longas distâncias, e isso lhes permitia obter mais calorias para um cérebro cada vez mais exigente. Há de somar um importante aspecto que veio mais tarde, que é a capacidade para cozinhar e a obter mais energia comendo menos horas ao dia, para que tenhamos quase todos os elementos.

Encontrada na Bulgária a sepultura de um vampiro...

Encontrada na Bulgária a sepultura de um vampiro

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A sepultura de um “vampiro”, contendo um esqueleto com uma estaca de ferro cravada no meio do seu peito, foi descoberta por um homem conhecido como “Indiana Jones da Bulgária”.
O Professor Nikolai Ovcharov – um arqueólogo que tem dedicado a sua vida a desenterrar mistérios de civilizações antigas – disse que tinha feito a descoberta enquanto escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade da Trácia antiga localizada no sul da Bulgária, perto da fronteira com a Grécia.
A cidade, habitada desde 5000 a.C, mas só descoberta há 20 anos, acredita-se ser o local do Templo de Dionísio – o deus grego do vinho e da fertilidade. E entre os achados no local, que inclui uma cidadela na colina, uma fortaleza e um santuário, estão uma série de “sepulturas de vampiros”.
Na quinta-feira, o Professor Ovcharov anunciou que tinha encontrado no local um esqueleto medieval incrivelmente preservado, que ele chamou de “a sepultura de vampiro”.
“Não temos dúvidas de que mais uma vez estamos diante de um ritual anti-vampiro que foi realizado”, disse o professor Ovcharov. Ele explicou que o metal foi cravado através do cadáver para impedir uma pessoa “má” de ressuscitar dos mortos e aterrorizar os vivos. “Muitas vezes, eles foram cravados em pessoas que tinham morrido em circunstâncias incomuns – como o suicídio.”
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O esqueleto, que parece ser de um homem com idade entre 40 e 50 anos, tem uma estaca – uma barra de ferro, usada em arado – martelada no meio de seu peito. A perna esquerda foi removida, abaixo do joelho, e deixada ao lado do esqueleto.
“A estaca pesa quase dois quilos e foi cravada no corpo quebrando um osso do ombro. Você pode ver claramente como a clavícula, literalmente, foi para fora.”
Ele acredita que o túmulo remonte à primeira metade do século 13.
O Professor Ovcharov também descobriu os restos de uma mulher e de uma criança, que foram enterradas de forma a criar uma imagem da Virgem Maria e de Jesus. Especula-se que isso foi feito na tentativa de afastar a peste bubônica, que começou a devastar populações na época.
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A descoberta é a terceira na Bulgária e tem uma forte semelhança com duas sepulturas anteriormente descobertas, em 2012 e 2013, na cidade litorânea búlgara de Sozopol, a 200 quilômetros a leste de Perperikon, que foram apelidados de “os vampiros gêmeos de Sozopol” .
De acordo com Bozhidar Dimitrov, que comanda o Museu de História Nacional, em Sofia, cerca de 100 desses esqueletos foram descobertos na Bulgária.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

66% dos idosos brasileiros usam a internet, afirma pesquisa...A "melhor idade"esta força enorme que vem surgindo e mostrando ao que veio..

03/11/2014 19h46 - Atualizado em 03/11/2014 19h46...

66% dos idosos brasileiros usam a internet, afirma pesquisa...

Pesquisa aponta que 45% dos que tem mais de 60 anos faz compras online.


Facebook é a rede social mais acessada pelos idosos.




Do G1, em São Paulo
A tecnologia faz parte da vida de quem está na terceira idade. De acordo com uma pesquisa da Telehelp, 66% dos idosos brasileiros usam regularmente a internet e 45% afirmaram fazer compras online regularmente.
O acesso e o uso da web é maior entre os entrevistados na faixa dos 60 anos. 85% dos entrevistados com mais de 90 anos disseram não saber usar a internet, número que é de 59% na faixa dos 80 anos de idade e de 19% na faixa de 70 anos. Apenas 2% de quem tem 60 anos disse não saber usar a internet.
Facebook é a rede favorita dos idosos, com 95% dos entrevistados dizendo ter conta e fazer uso do site. O Linkedin aparece em segundo, com 23% e o Instagram em terceiro com 19%.
97% dos idosos na faixa dos 60 anos possui e usa celulares, número que diminui para 87% na faixa dos 70 anos, 70% na de 80 anos e 25% na de 90 anos. O principal motivo para não ter um celular é não saber usar o dispositivo, o que foi respondido por 39% dos entrevistados.
A pesquisa entrevistou 568 pessoas em todo o Brasil com idade acima de 60 anos no mês de setembro.

Até que enfim... Boas notícias sobre as Chuvas, interrompe sequência de queda no nível do Cantareira...

04/11/2014 09h18 - Atualizado em 04/11/2014 14h49

Chuva interrompe sequência de queda no nível do Cantareira...

Com chuva de 15,7 mm, índice se manteve em 11,9%, mesmo de segunda.
Mesmo com forte chuva, nível do Cantareira não sobe há 202 dias.



A chuva que atingiu o Sistema Cantareira nesta segunda-feira (3) interrompeu uma sequência de quedas no nível dos reservatórios que vinha desde 27 de setembro. Nesta terça (4), o volume acumulado se manteve em 11,9%, o mesmo do dia anterior, segundo medição da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).



Arte Cantareira (Foto: Arte G1)
A sequência de quedas foi de 38 dias. Apesar da forte chuva e da estabilização do nível, faz 202 dias que não há acréscimo no volume acumulado do Sistema Cantareira. A última vez que isso ocorreu foi em 16 de abril, quando o nível subiu de 12% para 12,3%.
O Cantareira sofre, desde então, com constantes quedas e poucos dias de estabilização. O ritmo de baixa, nesse período de 202 dias, é de 0,14 ponto percentual por dia. No último dia de acréscimo, choveu 27,1 milímetros. Não haviam ainda sido incorporadas as cotas do volume morto.
Nível estável
No dia de 26 de setembro, quando o nível estava em 7,2% - sem contar a segunda cota do volume morto - 22,7 milímetros de chuva atingiram as represas, o que garantiu a estabilidade no dia 27.
Nesta segunda-feira, a chuva sobre o sistema foi de 15,7 milímetros. A precipitação foi menor que a de domingo (2), de 19,1 milímetros. Essa chuva anterior, porém, não havia impedido a queda no nível dos reservatórios de 12,1% para 11,9% na medição desta segunda.
A chuva mais intensa de domingo não foi suficiente para fazer com que os níveis das represas aumentassem porque parte da água evaporou ou foi para a vegetação antes de chegar ao sistema.
O mês passado foi o mais seco dos últimos 12 anos no Sistema Cantareira, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Entre o dia 1º até esta sexta-feira (31), foram registrados 42,5 milímetros de chuva nos reservatórios. Isso corresponde a 32,5% do volume esperado, que era de 130,8 milímetros.
O nível de 11,9% já conta com a segunda cota da reserva técnica do sistema, que ainda não está sendo utilizada segundo a Sabesp. Sem isso, o atual índice estaria em 1,2%.
Alto Tietê e Guarapiranga
A chuva não chegou com a mesma intensidade na região das represas do Sistema Alto Tietê, que teve nova queda. O nível os reservatórios foi de 8,8% para 8,7%, queda de 0,1 ponto percentual. A precipitação foi de 4,2 milímetros.

O nível só está em 8,7% porque a Sabesp realizou uma ligação entre o Alto Tietê e a represa de Biritiba. Com o rompimento de um dique, a água que estava no reservatório e não era usada no abastecimento acresceu em 1,8 o nível do sistema. A obra foi autorizada pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).
Se no Alto Tietê faltou intensidade, no Sistema Guarapiranga a chuva sequer molhou o solo. A Sabesp não registrou precipitação nas represas, e o nível caiu 0,5 ponto percentual, indo de 38,4% para 37,9%.
Veja a situação em outros sistemas:
- No Alto Cotia, o nível caiu de 29,7% para 29,6%;
- No Rio Grande, ele passou de 68,2% para 67,9%;
- O sistema Rio Claro foi de 41,4% para 40,7%
Bônus
A ampliação da faixa de bônus para quem economizar água em São Paulo começou a valer a partir de sábado (1°). A decisão, aprovada pela Agência Reguladora de Saneamento e energia do Estado de São Paulo (Arsesp), vale para as cidades das regiões metropolitanas de São Paulo, Bragança Paulista e Campinas que já eram beneficiadas com o desconto.
Os imóveis que reduzirem em 10% ou 15% terão desconto de 10% na conta. Aqueles que diminuírem o gasto entre 15% ou 20% receberão bônus 20%. O cálculo é feito em relação à média de consumo entre fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. Desde fevereiro, os clientes que economizam 20% ou mais recebem desconto de 30% na conta de água. A ampliação do bônus faz parte das ações adotadas pelo governo para amenizar os reflexos da crise hídrica no estado.
O balanço mais recente aponta que 49% dos clientes da Sabesp tiveram o bônus porque reduziram em pelo menos 20% seu consumo. Outros 26% economizaram, mas não receberam a bonificação. Ainda de acordo com a companhia, 25% gastaram mais água do que a média.
Viva ELA.... Chuva.... Bençãos de Deus para nossas vidas!!!



Cientistas resolveram o mistério das “rochas andantes” do Vale da Morte...

Cientistas resolveram o mistério das “rochas andantes” do Vale da Morte

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Por décadas, o mistério das rochas andantes do Vale da Morte, nos EUA, intrigaram visitantes e cientistas. Pedras que pesavam até 340 kg estavam se movendo por conta própria, deixando rastros na areia. Mas ninguém nunca havia visto as rochas enquanto elas se moviam, apenas observado sua trilha e que elas não ficavam no mesmo lugar por muito tempo. Isso, claro, causou especulações: será que eram humanos que moviam as rochas? Aliens? Algum fenômeno natural desconhecido?
Apostando na última hipótese, cientistas resolveram monitorar a região.
“Esperávamos ter que esperar dez anos antes de ver algo se movendo, mas com dois anos de pesquisa, tivemos a sorte de testemunhar pessoalmente o fenômeno”, contou o paleobiologista Richard Norris, da Universidade da Califórnia em San Diego, ao Review Journal.
Com isso eles conseguiram reunir dados sobre o movimento e concluir que o segredo para as rochas andarem no lugar mais quente dos EUA é o gelo. Em noites frias, camadas de gelo são formadas nas proximidades da rocha. À medida em que elas vão derretendo e se tornando mais finas, ventos conseguem movê-as. E esses pedaços de gelo encostam em rochas, movendo os minerais para frente.
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Richard Norris e seu primo, James Norris, co-autor do estudo, foram os primeiros a testemunhar o fenômeno. James fez até um vídeo usando as fotos que tirou no Vale da Morte, para provar o que estava acontecendo.
O estudo foi publicado no PLOS One.
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Um Lindo espetáculo...7 fatos curiosos sobre as auroras...

7 fatos curiosos sobre as auroras...



1. Íons diferentes fazem cores diferentes...


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As exibições da aurora são criadas quando os prótons e os elétrons expelidos pelo sol batem no campo magnético da Terra. Uma vez que as partículas são carregadas, elas se movem em espirais ao longo das linhas do campo magnético, os prótons em uma direção e os elétrons na outra. Essas partículas, por sua vez, atingem a atmosfera. Uma vez que elas seguem as linhas do campo magnético, a maioria delas introduzem os gases atmosféricos em um anel em torno dos pólos magnéticos, onde as linhas do campo magnético se juntam.
O ar é composto, em grande parte, de nitrogênio e átomos de oxigênio, com o oxigênio se tornando um componente maior nas altitudes em que as auroras acontecem – a partir de cerca de 96 km e indo até 965 km. Quando as partículas carregadas chocam-se, elas ganham energia. Eventualmente, elas relaxam, liberando energia e fótons de comprimentos de onda específicos. Átomos de oxigênio emitem luz verde e às vezes vermelha, enquanto o nitrogênio é mais laranja ou vermelho.










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A aurora boreal – também conhecida como as luzes do norte – é uma demonstração viva do campo magnético da Terra interagindo com partículas carregadas do sol. Também é bonita e, para vê-la, vale a pena enfrentar uma noite fria quando visitar as latitudes do norte (ou sul).
Auroras são centradas nos pólos magnéticos da Terra, visíveis em  regiões próximas a eles. Uma vez que os pólos magnéticos e geográficos não são os mesmos, por vezes, as auroras são visíveis mais ao sul do que se poderia esperar, enquanto em outros lugares é mais ao norte.
No hemisfério norte, a zona auroral corre ao longo da costa norte da Sibéria, Escandinávia, Islândia, na ponta sul da Groenlândia e norte do Canadá e do Alasca. A zona auroral do hemisfério sul é principalmente sobre a Antártica ou o Oceano Antártico. Para ver as luzes do sul (ou aurora austral), você tem que ir para a Tasmânia, e há avistamentos ocasionais no sul da Argentina ou nas Ilhas Malvinas – mas esses são raros. Aqui estão alguns fatos fascinantes sobre este espetáculo de luz.



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Um dos problemas mais difíceis na física solar é conhecer a forma de um campo magnético em uma ejeção de massa coronal, que é basicamente uma grande bolha de partículas carregadas ejetada a partir do sol. Tais massas têm os seus próprios campos magnéticos. O problema é que é quase impossível dizer em que direção esse campo está apontando até que ele atinja um local. Uma colisão cria ou uma tempestade espetacular magnética e auroras deslumbrantes com ela, ou um fiasco. Atualmente não há nenhuma maneira de saber antes do tempo.

Denúncia: Aplicativos gratuitos utilizados para espionar milhões de telefones - programa lanterna pode ser usado para gravar secretamente localização de telefone e conteúdo de mensagens de texto....

Denúncia: Aplicativos gratuitos utilizados para espionar milhões de telefones...

Lanterna aplicativos baixados para smartphones pode estar sendo usado para espionar os consumidores por empresas de pesquisa de mercado, os especialistas têm alertado (imagem de arquivo)




Milhões de pessoas estão sendo espionados por aplicativos gratuitos que tenham instalado em seus telefones celulares, os especialistas em segurança alertaram.


Muitos aplicativos de lanterna que permitem um dispositivo para ser usado como uma tocha também gravar secretamente as informações pessoais mais sensíveis. Isso pode incluir a localização do telefone, detalhes de seu proprietário e seus contatos, e até mesmo o conteúdo de mensagens de texto.

Lanterna aplicativos baixados para smartphones pode estar sendo usado para espionar os consumidores por empresas de pesquisa de mercado, os especialistas têm alertado (imagem de arquivo).

Os dados são então transmitidos para as empresas de pesquisa de mercado e agências de publicidade para rastrear os hábitos de compra do usuário, especialistas afirmam.

Mas também há suspeitas de que os aplicativos da tocha gangues criminosas, hackers e ladrões de identidade têm desenvolvido seus próprios para obter dados pessoais sobre os consumidores que poderiam dar-lhes acesso a suas contas bancárias.

Os aplicativos lanterna mais populares para smartphones Android foram baixados dezenas de milhões de vezes. Eles incluem o Super-Bright LED Flashlight, o Brightest Lanterna Grátis eo Tiny Flashlight + LED.

Mas alguns clientes percebem que muitos programas têm capacidades muito além de ligar a luz do celular, segundo a empresa de segurança cibernética americana SnoopWall, cujo fundador Gary Miliefsky aconselhou o governo dos EUA.

Uma porta aberta para bisbilhoteiros, os predadores e os criminosos.





Advertências escritas que os dados serão repassados ​​para terceiros são enterrados nos termos e condições longas, que muito poucas pessoas leram completamente.

Sr. Miliefsky disse: "Temos vítimas de instalar muitos aplicativos em nossos smartphones e tablets que fazem muito mais do que o serviço que eles devem fornecer todos se tornam. Abrimos uma caixa de Pandora para os predadores on-line, os criminosos e espiões - tudo através desses aplicativos que tolamente confiança ".

A ameaça não se aplica a lanterna embutida em iPhones da Apple.

Especialistas em tecnologia dizem que a advertência deve servir como um lembrete de que, se um aplicativo é gratuito, o seu modelo de negócio pode envolver a venda de dados do cliente.

Watchdog americano A Comissão Federal de Comércio no ano passado confirmou a denúncia contra um aplicativo lanterna que não disse a clientes que as informações que obteve estava sendo passado para os anunciantes. 



 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Esqueletos humanos gigantes são encontrados em um túmulo milenar ao norte do Cáucaso...


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