quinta-feira, 3 de julho de 2014

LISTA DE CURIOSIDADES DE TODAS AS COPAS DO MUNDO (RIQUÍSSIMA EM DETALHES) FIQUE EXPERT EM COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL...

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COPA DO MUNDO DE 1930, URUGUAI

COPA DO MUNDO 1930, URUGUAI
COPA DO MUNDO 1930, URUGUAI

TREINOS NO CONVÉS

A delegação brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1930 pegou “carona” no navio italiano que levava as seleções da Bélgica, França e Romênia ao Uruguai. A embarcação saiu em 20 de junho de 1930, de Gênova, na Itália, e chegou em 5 de julho a Montevidéu. O Brasil subiu ao navio em 2 de julho, no Rio de Janeiro. Os jogadores de todas aas equipes faziam exercícios no convés, mas em separado.

IDEIA ADORMECIDA

Em 1905, foram abertas as vagas para o campeonato Mundial, mas nenhuma seleção se inscreveu. A ideia ficou adormecida, principalmente com a eclosão da I Guerra Mundial, até 1920, quando Jules Rimet assumiu a presidência da FIFA. Na época, a entidade já tinha filiados fora da Europa, como Argentina, Estados Unidos e África do Sul.

ESBOÇO DE EXPULSÃO

A primeira expulsão em Copa do Mundo foi do peruano Galindo, na partida contra a Romênia. Aos 10 minutos do segundo tempo, o árbitro chileno Albert Walken tomou a decisão de expulsar o atleta, apesar de não haver cartão vermelho na época – criado somente em 1968. Na partida seguinte, Galindo atuou normalmente diante do Uruguai.

LAURENT, O PRIMEIRO

O primeiro gol em Copas foi anotado pelo francês Lucien Laurent, marcado aos 19 minutos da partida entre França 4 x 1 México.

CARONA NAVAL

Para a Copa do Mundo de 1930, a seleção do México saiu da capital do país rumo a Nova Jersey, nos Estados Unidos, de onde pegaram uma “carona” no navio que transportaria a delegação estadunidense. Os mexicanos levaram 18 dias para chegarem a Montevidéu, no Uruguai.

MARTELO BATIDO

26 de maio de 1928 foi o dia decisivo para tirar a Copa do Mundo do papel. No Congresso da FIFA, em Amsterdã, na Holanda, Jules Rimet formalizou a competição, aberta a todos os filiados da entidade máxima do futebol. A proposta foi aceita por 23 votos a favor e três contra. Em setembro do mesmo ano, na Suíça, ficou decidido que o Mundial seria de quatro em quatro anos, nos anos pares entre as Olimpíadas, a partir de 1930.

SELEÇÃO REAL

O rei da Romênia Carol III foi responsável por selecionar, pessoalmente, os jogadores que iriam disputar a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai. Ele ainda conseguiu uma licença remunerada aos funcionários de empresas inglesas, que estavam sendo pressionados para não aceitarem a convocação.

ROSAS, PIONEIRO ÀS AVESSAS

O primeiro gol contra em Mundiais foi do zagueiro mexicano Manuel Rosas, ao desviar de cabeça um chute do chileno Subiabre. Esse foi o segundo tento do Chile na vitória por 3 x 0 sobre o México. Rosas também é o primeiro atleta a converter uma penalidade máxima em Copas. No jogo contra a Argentina, o México saiu derrotado por 6 x 3, mas Rosas deixou o dele aos 38 minutos do primeiro tempo.

CENTENÁRIO REDUZIDO

O estádio Centenário, principal palco da Copa do Mundo de 1930, ficou totalmente pronto somente após a abertura do torneio e ainda teve que ter a capacidade reduzida de 102 mil pessoas para 70 mil. Os primeiros jogos foram disputados nos dois outros estádios: Poncitos (capacidade de 8 mil pessoas) e Parque Central (capacidade 15 mil pessoas).

BOICOTE EUROPEU

No Congresso da FIFA em Barcelona, na Espanha, em maio de 1929, o embaixador uruguaio Enrique Buero confirmou a candidatura do país para ser sede da primeira Copa do Mundo. Ele apresentou um plano estruturado, que previa a construção de um estádio e custeio das despesas de viagem e alimentação de todas as seleções. Com a escolha do Uruguai pela FIFA, batendo a concorrente Itália, diversos países europeus declinaram de participar do torneio e não se inscreveram.

SAIU DO PAPEL

26 de maio de 1928 foi o dia decisivo para tirar a Copa do Mundo do papel. No Congresso da FIFA, em Amsterdã, na Holanda, Jules Rimet formalizou a competição, aberta a todos os filiados da entidade máxima do futebol. A proposta foi aceita por 23 votos a favor e 3 contra. Em setembro do mesmo ano, na Suíça, ficou decidido que o Mundial seria realizado de 4 em 4 anos, nos anos pares entre as Olimpíadas, a partir de 1930.

A CULPA É DO ÁRBITRO

A tabela original da Copa do Mundo de 1930 não previa a disputa do terceiro lugar, mas a ideia foi sugerida pelo comitê organizador durante a disputa. No entanto, a Iugoslávia, uma das semifinalistas, não quis enfrentar os Estados Unidos, o outro semifinalista, pois estava irritada com o árbitro brasileiro Gilberto de Almeida Rego, que havia apitado a derrota dos europeus por 6 x 1 para o Uruguai. Na ocasião, um gol iugoslavo foi anulado e dois tentos dos anfitriões foram validados, supostamente, de maneira irregular.

FORA DA FORMA

O chileno Carlos Vidal foi o primeiro jogador a perder um pênalti em uma Copa do Mundo, aos 35 minutos da partida contra a França, válida pela primeira fase do Mundial de 1930. Mas, no fim das contas, os chilenos venceram o jogo por 1 x 0.

RIMET, O PEREGRINO

Jules Rimet teve que fazer uma peregrinação pela Europa para convencer alguns países a participarem da primeira Copa do Mundo no Uruguai. Com seu prestígio, conseguiu que seus compatriotas franceses aceitassem o convite, apesar de o maior craque da seleção, Manuel Anatol, ter se recusado a viajar. A mesma estratégia foi usada pelo belga Rodolphe Seeldrayers, vice presidente da FIFA. Rimet conseguiu a adesão da Romênia após se reunir com o rei Carol III, amante do futebol. A Iugoslávia foi a quarta e última seleção europeia a embarcar para a América do Sul.

JEITINHO URUGUAIO

O estádio Centenário, principal palco da Copa de 1930, ficou totalmente pronto somente após a abertura do torneio e ainda teve que ter a capacidade reduzida de 102 mil pessoas para 70 mil. Os primeiros jogos foram disputados nos dois outros estádios: Poncitos (capacidade de 8 mil pessoas) e Parque Central (15 mil pessoas).

CELESTE OLÍMPICA

Embaixador uruguaio, Enrique Buero, foi o responsável por levar a Copa do Mundo de 1930 ao país sul americano. O diplomata queria aproveitar o o centenário da independência do Uruguai para sediar o torneio. Além disso, a seleção nacional era a campeã olímpica de 1924 e voltaria a conquistar a medalha de ouro quatro anos depois, ficando conhecida como “Celeste Olímpica”.

FORA DA FORMA

O chileno Carlos Vidal foi o primeiro jogador a perder um pênalti em uma Copa do Mundo, aos 35 minutos da partida contra a França, válida pela primeira fase do Mundial de 1930. Mas, no fim das contas, os chilenos venceram o jogo por 1 x 0.

RICHA INTERNA

A Seleção Brasileira de futebol disputou a Copa do Mundo de 1930 contando com a presença apenas de jogadores que atuavam no futebol carioca. Uma disputa entre a Confederação Brasileira de Desportos, no Rio de Janeiro, e os dirigentes paulistas impediu a convocação de jogadores de São Paulo. Os paulistas queriam uma vaga na comissão técnica, enquanto os cariocas não abriram mão de ter os três cargos para eles. Atletas de outras partes do país nem foram considerados.

CONVOCAÇÃO REAL

O rei da Romênia Carol III foi responsável por selecionar, pessoalmente, os jogadores que iriam disputar a Copa do Mundo de 1930, no Uruguai. Ele ainda conseguiu uma licença remunerada aos atletas que eram funcionários de empresas inglesas, que estavam sendo pressionados para não aceitarem a convocação.

HISTÓRIA ANTES DA HISTÓRIA

A ideia de um torneio Mundial de futebol surgiu em 1904, com a fundação da FIFA, integrada por sete países: Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Suécia e Suíça. Em seguida, Alemanha, Áustria, Hungria e Itália também aderiram. Depois foi a vez da Inglaterra, país criador do futebol moderno.

DUPLA JORNADA

O boliviano Ulises Saucedo era o técnico da seleção boliviana na Copa de 1930, mas também foi o árbitro da partida entre Argentina 6 x 3 México.

A TAÇA ORIGINAL

Originalmente, a taça Jules Rimet foi batizada de “Vitória das Asas de Ouro”. Em disputa no Mundial de 1930, ela tinha 30 cm de altura e pesava 4 quilos – sendo 1,8 Kg de ouro maciço.

COPA DO MUNDO DE 1934, ITÁLIA

COPA DO MUNDO 1934, ITÁLIA
COPA DO MUNDO 1934, ITÁLIA

RECUSA DE RISCO

A Itália, sede da Copa de 1934, vivia sob o regime fascista, comandado por Benito Mussolini. A ideia do ditador era usar o Mundial como propaganda favorável ao governo. Dias antes da estreia da seleção anfitriã, Mussolini convocou toda a equipe para participar de um desfile militar. O técnico italiano, porém, disse que o evento iria desgastar e cansar os atletas. Mussolini respondeu: “Que Deus o proteja se essa seleção fracassar”.

TUDO EM BRANCO

Na disputa pela terceira colocação do Mundial de 1934, Áustria e Alemanha entraram em campo com camisas brancas. Os austríacos, então, vestiram o uniforme do clube italiano Napoli. Ganharam a simpatia da torcida, mas o jogo ficou 3 x 2 para os alemães.

BARRADOS ÀS VÉSPERAS

O México havia vencido as eliminatórias da América do Norte e iria disputar o Mundial de 1934. No entanto, os Estados Unidos, que tinham desistido de participar do torneio classificatório, voltaram atrás na decisão e, para agradá-los, a FIFA marcou um jogo pré-Mundial entre estadunidenses e mexicanos, três dias antes da abertura da Copa. A partida terminou 4 x 2 para os Estados Unidos.

ANFITRIÃO SEM PRIVILÉGIO

A Itália foi o único país-sede a disputar uma eliminatória para a Copa do Mundo. Em 25 de março de 1934, venceram por 4×0 a Grécia, que desistiu de disputar a partida de volta.

UM JOGO E ADEUS

A fórmula de disputa da Copa do Mundo de 1934 foi modificada em relação ao Mundial anterior. As 16 seleções se enfrentaram no sistema mata-mata das oitavas de final até à decisão. Brasil e Estados Unidos, por exemplo, viajaram milhares de quilômetros para jogar apenas uma partida.

COPA DO MUNDO DE 1938, FRANÇA

COPA DO MUNDO 1938, FRANÇA
COPA DO MUNDO 1938, FRANÇA

EMPÁFIA INGLESA

A Inglaterra, com futebol profissionalizado desde antes da primeira Copa, não participou das disputas de 1930, 34 e 38, por considerar o nível do torneio “menor”.

NAS ONDAS DO RÁDIO

Pela primeira vez, as partidas da seleção brasileira foram transmitidas ao vivo para o país, através do rádio. Por linhas telefônicas intercontinentais, a voz do locutor Gagliano Netto, que ficava à beira do gramado, chegava aos brasileiros.

DIAMANTE NEGRO

Leônidas da Silva, inventor da bicicleta no futebol, foi o artilheiro da Copa do Mundo de 1938, tendo balançado as redes nas quatro partidas que disputou na competição. O “diamante negro”, como era conhecido, é, ainda hoje, o único jogador brasileiro que fez gols em todos os jogos que disputou em Mundiais – ele também disputou a Copa de 1934.

DERROTA DE HITLER

Após conseguir sediar as Olimpíadas de 1936, a Alemanha, que vivia sob o regime nazista, tentou levar a Copa para o país. A princípio, a concorrente dos alemães seria a Argentina, que acreditava em um rodízio de continentes para sediar o Mundial. Em 13 de agosto de 1936, os dirigentes da FIFA se reuniram no Congresso da entidade, em Berlim, para votarem a futura sede. A França também apresentou candidatura, incentivada pelo presidente da FIFA, Jules Rimet. Dos 54 países filiados à entidade, 23 tinham direito a voto. Deles, 19 votaram a favor dos franceses. A Argentina resolveu boicotar o Mundial, juntando-se ao Uruguai, ainda ressentido pela ausência da maioria dos europeus em 1930.

COPA DO MUNDO DE 1950, BRASIL

COPA DO MUNDO 1950, BRASIL
COPA DO MUNDO 1950, BRASIL

A FINAL QUE NÃO ERA

O Mundial de 1950 foi o único a não ter final nos moldes clássicos. Apesar de Brasil e Uruguai terem feito a partida que valia o título, a disputa foi feita em um quadrangular. Para sorte dos organizadores, Brasil e Uruguai eram as únicas equipes com chances de título na última rodada. Os brasileiros tinham a vantagem do empate, mas perderam de virada no episódio conhecido como “Maracanazo”.

VERMELHO AUSENTE

A Copa de 1950 registrou um recorde que dificilmente será superado: nenhuma expulsão foi registrada nas 22 partidas disputadas e apenas três penalidades máximas foram marcadas, sendo todas convertidas.

ZEBRA HISTÓRICA

A vitória dos Estados Unidos por 1 x 0 contra a Inglaterra no Mundial de 1950 é considerada uma das maiores zebras da história da competição. Na Inglaterra, ninguém acreditava na derrota quando a notícia chegou via teletipo às redações. Tanto que um redator leu o título Inglaterra 0 x 1 EUA e corrigiu para Inglaterra 10 x 1 EUA. Até hoje a bola do jogo está no museu da federação estadunidense de futebol.

ADEMIR VEZES QUATRO

O atacante Ademir é, até hoje, o único jogador brasileiro a marcar 4 vezes em uma mesma partida de Copa. O feito veio na vitória por 7 x 1 sobre a Suécia, na fase final da competição.

DESCALÇO NÃO PODE

Nas eliminatórias asiáticas para 1950, Birmânia (atualmente Mianmar), Filipinas e Indonésia desistiram da disputa e a Índia se classificou, mas depois desistiu de vir ao Brasil. A razão? Um protesto contra a decisão da FIFA de não permitir que atletas indianos jogassem descalços, o que era comum no país.

DUELO SUPERLATIVO

A partida decisiva entre Brasil e Uruguai registra o recorde de público em um jogo de Copa do Mundo. Até hoje, os 173.830 presentes no estádio Maracanã não foram superados.

SURGE A NUMERAÇÃO

A Copa do Mundo de 1950 foi a primeira em que as seleções adotaram numeração para os jogadores. Os números variavam de 1 a 11 de acordo com a posição dos atletas.

COPA DO MUNDO DE 1954, SUÍÇA

COPA DO MUNDO 1954, SUÍÇA
COPA DO MUNDO 1954, SUÍÇA

SEM JOGO DE COMPADRE

O regulamento da primeira fase em 1954 previa a classificação de duas equipes de cada chave para a segunda fase. No último jogo do grupo, o Brasil empatava em 1 x 1 com a Iugoslávia, resultado que qualificava as duas equipes. Os iugoslavos fizeram inúmeros gestos em inglês tentando explicar que o resultado era suficiente para ambos. Os brasileiros não entenderam e tentaram, até o último instante, o gol da vitória.

BEM LONGE DO FAIR PLAY

Após perder um jogo com muita rivalidade contra a Hungria por 4 x 2, uma grande briga envolvendo jogadores da Seleção Brasileira, técnicos, policiais e jornalistas tomou conta do estádio. Um policial imenso, com mais de 130 quilos, correu para apartar e, no caminho, tomou uma rasteira do radialista brasileiro Paulo Planet Buarque e caiu estatelado no gramado. A polícia revidou e jornalistas e dirigentes acabaram se envolvendo na confusão. O técnico Zezé Moreira viu um homem de terno correndo em direção ao vestiário e jogou um par de chuteiras que estava em suas mãos. O agredido era o Ministro do Esporte da Hungria, Gustavo Sebes.

FESTIVAL DE BOLA NA REDE

A Copa do Mundo de 1954 teve a maior média de gols por partida da história dos Mundiais. Foram 140 em 26 jogos, ou 5,38 por partida. Boa parte em função da Hungria, que marcou 27 vezes em cinco confrontos, a maior média de uma seleção ainda hoje: 5,4 por partida.

QUE FERROLHO É ESSE?

Foi na Copa do Mundo de 1954 o recorde de gols em uma mesma partida. O jogo Áustria 7 x 5 Suíça marcou o feito. Somente no primeiro tempo, o placar já era de 5 x 4 para os austríacos. E isso porque a seleção suíça era conhecida pelo esquema “ferrolho”, com uma forte retranca e poucas jogadas ofensivas.

O MILAGRE DE TRAVAS

Os alemães usavam chuteiras de travas na decisão do Mundial de 1954 contra a Hungria. A novidade criada por Adolf Adi Dassler, fundador da Adidas, ajudou os germânicos a derrotarem a então favorita, campeã olímpica de 1952 e invicta havia 31 partidas. O feito foi ainda mais possível em função do encharcado gramado de Berna, na Suíça.

ESTREIA EM SELETIVAS

A primeira vez que o Brasil enfrentou uma eliminatória para a Copa do Mundo foi em 1954. Nas vezes anteriores, as disputas não foram necessárias em virtude da desistência dos adversários.

COPA DO MUNDO DE 1958, SUÉCIA

COPA DO MUNDO 1958, SUÉCIA
COPA DO MUNDO 1958, SUÉCIA

REDE NÃO BALANÇOU

O jogo entre Brasil e Inglaterra na Copa do Mundo de 1958 entrou para a história por ser o primeiro 0 x 0 da história dos Mundiais.

NASCE O REI

Pelé marcou o gol brasileiro na partida em que a seleção venceu por 1 x 0 o País de Gales e se tornou o futebolista mais jovem a marcar em Mundiais, até a época. Ele, ainda hoje, é o jogador mais novo da história a ser campeão mundial, com apenas 17 anos.

DESCRENÇA VENCIDA EM CAMPO

Na copa de 1958, os brasileiros saíram desacreditados rumo à competição. Os franceses, por exemplo, não acreditavam no potencial da Seleção e a chamavam de “imatura”. Tudo mudou em campo. A própria seleção francesa, após perder para o Brasil por 5 x 2, admitiu que naquela competição a taça já era dos brasileiros.

TUDO POR UMA BOLA

O massagista da Seleção Brasileira na Copa de 1958, Mário Américo, ficou com a incumbência, dada pelo dirigente Paulo Machado de Carvalho, de conseguir trazer para o Brasil a bola da decisão. Depois do jogo, quando o árbitro estava com a bola nos braços, Américo deu um soco na pelota e saiu correndo com ela para os vestiários. Quando o árbitro foi até o local recuperar a bola, recebeu uma outra qualquer no lugar.

COPA DO MUNDO DE 1962, CHILE

COPA DO MUNDO 1962, CHILE
COPA DO MUNDO 1962, CHILE

NA ERA DO VIDEOTEIPE

A Copa do Mundo de 1962 foi a primeira a ser transmitida pela TV. No entanto, não era ao vivo, mas por videoteipe. As fitas chegavam de avião e eram passadas dois dias depois da realização dos jogos.

RECONHECIMENTO TARDIO

Levou 31 anos para que o atacante iugoslavo Jerkovic fosse reconhecido, oficialmente, o artilheiro isolado do Mundial de 1962, com cinco gols. Antes, ele dividia o título com outros cinco atletas. Isso porque no jogo entre Iugoslávia 5 x 0 Colômbia, Jerkovic marcou três vezes, mas apenas dois tentos foram contabilizados para ele. Em 1993, a FIFA corrigiu o erro.

O CÃO QUE DRIBLOU GARRINCHA

Segundo tempo do jogo entre Brasil e Inglaterra, em 1962, sendo disputado em Viña del Mar e eis que surge um cachorro no campo. O árbitro teve que paralisar a partida. Garrincha tentou agarrar o animal, mas foi driblado várias vezes. O cachorro só foi capturado pelo inglês Greaves, que ficou de quatro à sua frente e o agarrou pelo pescoço.

DEPOIS, SÓ MARADONA

Mané Garrincha teve no Chile a maior atuação individual de um jogador em um Mundial, pelo menos até 1986, quando Diego Maradona também entrou para a seletíssima galeria dos jogadores a quem se atribui grande parte do mérito por um título mundial. Para se ter uma ideia, Garrincha jogou a final com 38 graus de febre e bastante debilitado, mas a simples presença dele assustou o treinador tcheco Rudolf Vytlacil, que pôs dois homens para marcá-lo.

SUPERSTIÇÃO EM ALTA

A comissão técnica da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) obrigou todos os jornalistas brasileiros a usarem a mesma roupa utilizada na primeira partida da seleção brasileira (vitória por 2 x 0 sobre o México) nos outros jogos do Brasil naquele Mundial. O chefe da delegação dava o exemplo: usou o mesmo terno com o qual viajou para a Suécia em 1958.

COPA DO MUNDO DE 1966, INGLATERRA

COPA DO MUNDO 1966, INGLATERRA
COPA DO MUNDO 1966, INGLATERRA

ZEBRA COREANA

Considerada uma das maiores zebras da história das Copas, a vitória da Coreia do Norte por 1 x 0 sobre a Itália classificou os asiáticos para a fase seguinte e eliminou os, até então, bicampeões mundiais. Foi a primeira vitória de uma seleção da Ásia em Mundiais.

DIETA DE HINOS

Na época da Copa do Mundo de 1966, a Inglaterra não tinha relações diplomáticas com a Coreia do Norte e, por isso, o hino do país asiático não seria tocado antes dos jogos. Para evitar problema diplomático, o comitê organizador da competição decidiu não tocar nenhum hino nacional, o que passou a ocorrer somente após a eliminação dos norte coreanos.

TREZE JOGOS INVICTOS

Na Copa de 1966 foi encerrada a maior série invicta em Mundiais, quando o Brasil perdeu por 3 x 1 da Hungria. Curiosamente, a derrota anterior também tinha sido para os húngaros, por 4 x 2, em 1954. Foram 13 jogos sem perder nas edições de 58, 62 e 66.

NÃO JOGARÁS AOS DOMINGOS

A religião anglicana exerceu influência na tabela da Copa de 1966. O Mundial da Inglaterra não teve partidas disputadas aos domingos por motivos religiosos.

COPA DO MUNDO DE 1970, MÉXICO

COPA DO MUNDO DE 1970, MÉXICO
COPA DO MUNDO DE 1970, MÉXICO

DERRETERAM O TROFÉU

O tricampeonato conquistado pelo Brasil na Copa do Mundo de 1970 rendeu a posse definitiva da taça Jules Rimet à seleção. Mas, em 1983, o troféu foi roubado da sede da CBF e o ouro foi derretido. No ano seguinte, a FIFA fez uma réplica da taça e deu de presente para o Brasil.

O BANCO E OS CARTÕES

A Copa do Mundo de 1970 apresentou novidades nas regras do futebol. A primeira delas foi a substituição de jogadores. A FIFA permitiu a troca de dois atletas por jogo e cinco passaram a figurar no banco de reservas. Outra inovação foi o uso dos cartões amarelo e vermelho, criado anteriormente pelo presidente da comissão de arbitragem e ex-juiz inglês, Ken Aston.

REPLAY, UMA NOVIDADE

A primeira Copa transmitida via satélite pela televisão e em cores foi a de 1970, no México. Outra novidade seria o replay instantâneo, poucos instantes após os lances acontecerem.

COPA DO MUNDO DE 1974, ALEMANHA

COPA DO MUNDO DE 1974, ALEMANHA
COPA DO MUNDO DE 1974, ALEMANHA

DUAS ALEMANHAS

Coincidentemente, a Copa de 1974, realizada na Alemanha Ocidental, foi a primeira a ter a presença da Alemanha Oriental, Divididas por causa da Guerra Fria, os países caíram na mesma chave na primeira fase. A vizinha oriental venceu os anfitriões por 1 x 0.

VETADO PELO ANTIDOPING

O primeiro jogador a ser flagrado em um exame antidoping em Copas do Mundo foi o defensor haitiano Ernest Jean Joseph, na partida contra a Itália. O atleta foi proibido de disputar o restante do torneio.

POSSE TRANSITÓRIA

Com a posse definitiva da taça Jules Rimet pelo Brasil, a FIFA colocou em disputa um novo troféu – o mesmo que é disputado atualmente – batizado de Copa do Mundo da FIFA. Chegou-se a cogitar em dar o nome do prêmio de taça Pelé. A nova taça foi escolhida entre 53 projetos enviados à entidade máxima do futebol. A peça foi feita pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga, mede 37cm de altura, pesa 5kg e é de ouro maciço. O troféu passou a ter a posse transitória pelos países campeões até o Mundial seguinte.

COPA DO MUNDO DE 1978, ARGENTINA

COPA DO MUNDO DE 1978, ARGENTINA
COPA DO MUNDO DE 1978, ARGENTINA

GOLEADA SUSPEITA

A Copa de 1978 foi marcada por uma das maiores suspeitas dos Mundiais. Nas quartas de finais, no formato de dois grupos, com quatro seleções em cada, a Argentina necessitava ganhar por quatro gols ou mais de diferença do Peru para ficar com a vaga na decisão, superando assim o saldo de gols do Brasil. Os argentinos venceram por 6 x 0.

DUPLA DE PAREDÕES

O goleiro alemão Sepp Maier bateu o recorde de minutos seguidos sem levar gols. Entre a  decisão do Mundial de 1974 e a quinta partida da Copa de 1978, somou 475 minutos invicto. No mesmo Mundial, o goleiro brasileiro Leão bateu o recorde de minutos invictos em uma mesma Copa. Ele foi vazado na estreia e depois só levaria outro gol na sexta partida da equipe canarinho, somando 458 minutos invictos.

APITO FORA DE HORA

Na partida de estreia da seleção brasileira em 1978, contra a Suécia, o árbitro anulou um gol de cabeça de Zico, após cobrança de escanteio de Nelinho, no finzinho do jogo. O juiz alegou que havia apitado o fim da partida, que terminou 1 x 1, quando a bola estava no ar.

COPA DO MUNDO DE 1982, ESPANHA

COPA DO MUNDO DE 1982, ESPANHA
COPA DO MUNDO DE 1982, ESPANHA

PÊNALTIS NAS SEMIFINAIS

A primeira decisão por pênaltis em Copas aconteceu na partida entre Alemanha e França, válida pelas semifinais do Mundial de 1982. Após empate em 1 x 1 no tempo normal, o jogo foi para a prorrogação. Os franceses abriram 3 x 1, mas os alemães buscaram o empate. Nas penalidades, cada seleção perdeu uma cobrança, mas, na hora dos pênaltis alternados o goleiro alemão Schumacher fez nova defesa e seu companheiro converteu o tiro seguinte.

ABAIXO DA ALTURA PERMITIDA

Os travessões do estádio Ramon Sanchez Pizjuan, em Sevilha, estavam 2,5 cm abaixo dos 2,44 m estipulados pelas regras do futebol. O estádio recebeu Brasil x União Soviética, em 14 de julho, e o erro foi descoberto no dia seguinte. O estádio só voltou a receber uma partida na semifinal entre Alemanha e França, já com as traves no tamanho adequado.

ZICO QUASE LÁ

Zico foi um dos principais candidatos para ser o craque da copa de 1982. O Galinho de Quintino teve uma atuação fabulosa entre passes para gols e finalizações. O Brasil, do técnico Telê Santana, no entanto, caiu diante da Itália, por 3 x 2.

NA MARCA DA CAL

A primeira decisão por pênaltis ocorreu entre Alemanha e França, válida pelas semifinais do Mundial de 1982. Após um empate em 1 x 1 no tempo normal, o jogo foi para a prorrogação. Os franceses abriram 3 x 1, mas os alemães buscaram o empate. Nas penalidades, cada seleção perdeu uma cobrança. Na hora das cobranças alternadas, o goleiro alemão Schumacher fez nova defesa e seu companheiro converteu o tiro seguinte.

NOVA FÓRMULA DE DISPUTA

A Copa do Mundo de 1982 foi a primeira a contar com 24 seleções, o que motivou a elaboração de uma nova fórmula de disputa. Passou-se a ter seis grupos com quatro times cada. Classificavam os dois primeiros de cada chave, que eram divididos em quatro chaves. Os melhores avançavam às semifinais. A abertura de mais vagas nas eliminatórias para equipes asiáticas e africanas foi uma promessa do então presidente da FIFA, João Havelange, que ganhou apoio para nova candidatura ao cargo.

COPA DO MUNDO DE 1986, MÉXICO

COPA DO MUNDO DE 1986, MÉXICO
COPA DO MUNDO DE 1986, MÉXICO

PELÉ “VETADO” POR TELÊ

A desconfiança da torcida brasileira com a seleção era tão grande antes da Copa do Mundo de 1986 que Pelé, aos 45 anos, se ofereceu para defender a equipe do técnico Telê Santana. Em entrevista a uma revista de circulação nacional, o ex-jogador disse que poderia ajudar a seleção se o treinador desse tempo para ele se preparar. Telê recusou a ideia.

BICAMPEÕES NO APITO

Na Copa do Mundo de 1986, o Brasil conquistou dois bi. O primeiro foi o de ter um árbitro apitando a decisão do Mundial pela segunda vez seguida. Em 1982, Arnaldo Cézar Coelho apitou Itália x Alemanha. Em 1986, coube a Romualdo Arppi Filho ser o árbitro de Argentina X Alemanha. A seleção também foi eliminada do segundo Mundial seguido sem ser derrotada.

BELGAS X MONTEZUMA

A seleção belga levou 20 mil litros de água mineral e centenas de quilos de queijo holandês para o México. A intenção era evitar o chamado “Mal de Montezuma”, doença que causava crises estomacais nos estrangeiros que visitavam o país. Dessa vez, ao contrário do que ocorreu com os ingleses em 1970, os mexicanos não se sentiram ofendidos.

SUPERSTIÇÃO EM VÃO

A seleção italiana exigiu que, no embarque para o México, a mesma tripulação que os levou no voo para a Espanha no Mundial anterior os acompanhasse novamente. Só que dessa vez a Azzurra não se sagrou campeã.

NA ESQUERDA NÃO

Depois de quatro partidas começando do lado direito do campo, a seleção brasileira ficou com o lado esquerdo no jogo contra a seleção francesa. Para alguns, azar na certa. O fato é que o Brasil não avançou para as semifinais. A partida acabou empatada em 1 x 1 e a Seleção de Telê Santana caiu nos pênaltis.

MARROCOS HISTÓRICA

Na Copa do Mundo de 1986, a seleção do Marrocos foi a primeira equipe africana a passar para a segunda fase do Mundial. Na etapa classificatória, os marroquinos empataram com Polônia e Inglaterra e bateram Portugal. Eles perderam nas oitavas de final por 1 x 0 para a Alemanha Ocidental.

O PRIMEIRO DUAS VEZES

O México foi o primeiro país a sediar duas edições da Copa. O Mundial de 1986 era para ter sido na Colômbia. A decisão já tinha sido tomada 20 anos antes, respeitando o revezamento de continentes. No entanto, com a aproximação do Mundial, as incertezas em relação à segurança, capacidade econômica e quanto aos problemas sociais colombianos aumentavam. Até que em 1982, o presidente do país oficializou a desistência. O México herdou o evento.

COPA DO MUNDO DE 1990, ITÁLIA

COPA DO MUNDO DE 1990, ITÁLIA
COPA DO MUNDO DE 1990, ITÁLIA

FAÇANHA DE MILLA

Na Copa do Mundo de 1990, pela primeira vez na história dos Mundiais, uma seleção africana alcançou as quartas de final. Camarões, com o veterano atacante Roger Milla, de 38 anos, que já havia disputado a Copa de 1982, classificou-se em primeiro lugar do seu grupo (que contava com a Argentina) e só foi parado pela Inglaterra por 3 x 2, na prorrogação.

518 MINUTOS INVICTO

O goleiro italiano Zenga bateu o recorde de minutos sem levar gols em Copas. Ele só foi vazado no segundo tempo da sexta partida da sua equipe, a semifinal contra a Argentina, que terminou 1 x 1 e em vitória dos sul-americanos nos pênaltis. Curiosamente, o gol argentino saiu numa falha de Zenga. A marca anterior era do goleiro alemão Maier, que somou 475 minutos invictos entre as Copas de 74 e 78.

CINCO ANOS DE ATRASO

Zico tinha encerrado a carreira em 1990, aos 37 anos, mas cogitava voltar a jogar, tanto que foi para o futebol japonês e atuou até 1994. Quando perguntado se o técnico da seleção na Copa da Itália, Sebastião Lazaroni, havia cogitado contar com ele no Mundial, disse: “Se ele me disse que queria contar comigo na Copa de 1990? Disse sim… cinco anos depois”.

FAÇANHA DE MILLA

Na Copa do Mundo de 1990, pela primeira vez na história dos Mundiais, uma seleção africana alcançou as quartas de final. Camarões, com o veterano atacante Roger Milla, de 38 anos, que já havia disputado a Copa de 1982, classificou-se em primeiro lugar do seu grupo (que contava com a Argentina) e só foi parado pela Inglaterra por 3 x 2, na prorrogação.

CONTRA OU A FAVOR?

Foi durante a copa de 90 que a FIFA determinou que gols contra, se gerados a partir de uma finalização do ataque, deveriam ser atribuídos a quem chutou. A nova regra beneficiou o jogador brasileiro Müller, que reverteu o único gol da seleção contra a Costa Rica.

AINDA BEM QUE MUDOU DE IDEIA

Bebeto e Romário ficaram no banco durante toda a Copa. Romário declarou, assim que voltou ao Brasil, que aquela seria a primeira e a sua ultima vez em um Mundial. Bebeto era mais otimista. Ainda bem que o Baixinho mudou de ideia e, quatro anos depois, tornou-se protagonista do tetra brasileiro.

COPA DO MUNDO DE 1994, ESTADOS UNIDOS

COPA DO MUNDO DE 1994, ESTADOS UNIDOS
COPA DO MUNDO DE 1994, ESTADOS UNIDOS

É TETRA. É TETRA

A Copa do Mundo de 1994 foi a primeira da história a ser decidida na disputa por pênaltis. Brasil e Itália empataram no tempo normal e na prorrogação por 0 x 0. Nas penalidades, os brasileiros levaram a melhor por 3 x 2 e ficaram com o tetracampeonato.

PROBLEMA, SÓ NO PISO

Ao todo, 26 cidades estadunidenses se candidataram para receber os jogos da Copa. No fim, nove foram escolhidas. Os estádios não foram problema, já que a maioria era usados para a prática de futebol americano. Com isso, o maior entrave foi substituir o piso sintético pelo natural.

CLASSIFICADO EM 4 DE JULHO

O jogo que garantiu o Brasil nas quartas-de-final foi contra os Estados Unidos, no dia 4 de julho, o dia da independência norte-americana. A data comemorativa não trouxe sorte à seleção anfitriã, já que o Brasil ganhou de 1 x 0 com um gol solitário no segundo tempo, numa jogada entre Romário e Bebeto.

MELHOR MÉDIA DE PÚBLICO

Pela falta de tradição no futebol, muitos achavam que os Estados Unidos não se interessariam pelo Mundial de 1994, mas o país surpreendeu e teve a maior média de público da história das Copas: 68.413 torcedores por jogo.

FAÇANHAS DO VELHO LOBO

O brasileiro Mario Jorge Lobo Zagallo tornou-se o primeiro e único a vencer quatro Copas do Mundo. Em 58 e 62 como jogador, em 70 como treinador e em 94 como coordenador técnico.

MILLA, O INTERMINÁVEL

O camaronês Roger Milla tornou-se o jogador mais velho a atuar em uma partida de Mundial. Com 42 anos e 39 dias, o atacante entrou no segundo tempo da partida contra a Rússia. Ele também é o atleta mais velho a marcar gol em Copas. No mesmo jogo contra os russos, Milla converteu o tento da derrota dos africanos por 6 x 1, batendo o recorde dele mesmo em 1990.

INDEPENDENCE DAY

O jogo que garantiu o Brasil nas quartas-de-final foi contra os Estados Unidos, no dia 4 de julho, o dia da independência norte-americana. A data não trouxe sorte à seleção anfitriã, já que o Brasil ganhou por 1 x 0 em um gol suado no segundo tempo.

CINCO VEZES SALENKO

No jogo Rússia 6×1 Camarões, válido pela terceira rodada do Grupo B, ainda na primeira fase, o atacante Salenko marcou cinco vezes e estabeleceu o recorde de gols em um mesmo jogo em Copas.

TRÊS PONTOS AO VENCEDOR

Antes da Copa de 1994, a International Board, entidade que regulamenta o futebol, promoveu uma série de mudanças nas regras. Pela primeira vez uma vitória em Mundial valeu três pontos. Também ficaram autorizadas três substituições por jogo, desde que uma delas fosse o goleiro. Outro detalhe: as camisas passaram a ter o nome dos jogadores e a numeração na parte da frente. Foi também a primeira Copa com a proibição de o goleiro pegar com as mãos uma bola recuada pelo companheiro, mudança ocorrida em 1992.

COPA DO MUNDO DE 1998, FRANÇA


COPA DO MUNDO DE 1998, FRANÇA

MAIS DOIS GRUPOS

A Copa do Mundo da França foi a primeira com 32 seleções (número atual de participantes). Com isso, a fase de grupos passou a ter duas novas chaves e apenas o primeiro e o segundo passavam à segunda fase. Regra diferente do Mundial anterior, em que os melhores terceiros também avançaram.

COPA DO MUNDO DE 2002, COREIA DO SUL E JAPÃO


COPA DO MUNDO DE 2002, COREIA DO SUL E JAPÃO
COPA DO MUNDO DE 2002, COREIA DO SUL E JAPÃO

O VELHO BORA

O sérvio Velibor “Bora” Milutinovic disputou a quinta Copa do Mundo seguida como treinador, comandando a China. Antes, ele havia treinado México (1986), Costa Rica (1990), EUA (1994) e Nigéria (1998). Apenas com a China ele não passou da primeira fase.

COPA DO MUNDO DE 2006, ALEMANHA

COPA DO MUNDO DE 2006, ALEMANHA
COPA DO MUNDO DE 2006, ALEMANHA

CABEÇADA FORA DE HORA

A Copa da Alemanha foi a segunda da história a ser decidida nos pênaltis. A primeira foi no tetracampeonato brasileiro, em 1994. Na partida decisiva de 2006, entre França e Itália, o placar no tempo normal foi de 1 x 1. A prorrogação terminou 0 x 0 e nas penalidades os italianos levaram a melhor. Mas o episódio que marcou o jogo foi a cabeçada de Zidane no italiano Materazzi, que rendeu uma expulsão no último jogo da carreira do francês.

COPA DO MUNDO DE 2010, ÁFRICA DO SUL

COPA DO MUNDO DE 2010, ÁFRICA DO SUL
COPA DO MUNDO DE 2010, ÁFRICA DO SUL

ELIMINAÇÃO PRECOCE

Pela primeira vez na história uma edição da Copa do Mundo foi realizada no continente africano. Coube à África do Sul a honra de sediar o evento, mas, em campo, a seleção local não trouxe tantas alegrias aos torcedores. Pela primeira vez em Mundiais, o anfitrião não passou da primeira fase do torneio.

COPA DO MUNDO DE 2014, BRASIL

Não temos “curiosidades” da Copa de 2014 ainda. Porém devido a várias manifestações contra a Copa do Mundo, não podemos prever o que realmente vai acontecer…   Gostou da matéria? Tem alguma dica ou sugestão? Deixe seu comentário abaixo