sábado, 31 de maio de 2014

Novo carro do Google não tem volante e dirige sozinho...











O design é simples, e parece um coala, mas isso pode melhorar nas próximas iterações. O que importa aqui é acertar na segurança: há sensores que removem pontos cegos, e que detectam objetos a mais de 200 m de distância em 360 graus.
O sistema de transmissão elétrica é limitado a uma velocidade máxima de 40 km/h. Além disso, o para-brisa é flexível e a parte frontal é feita de espuma, para amortecer o choque no caso de uma colisão com pedestre ou ciclista. E há dois sistemas diferentes que controlam direção e freio, mas ainda falta um controle manual.



Os sistemas do carro seguem as ideias da direção defensiva, para prevenir acidentes ou minimizar suas consequências. Por isso, o carro fica fora de pontos cegos, mantém distância de veículos grandes, espera um pouco para andar quando o sinal abre, entre outros.
O Google planeja construir cerca de 100 protótipos que serão testados com controles tradicionais. Se der certo, eles tentarão avançar com a ideia apresentada aqui, de carros sem controles manuais. A empresa vai trabalhar com parceiros para desenvolver a tecnologia – parece que o Google não quer virar montadora, apenas mostrar o caminho. [Official Google Blog via Jalopnik]

O carro do Google, que se dirige, estará na Califórnia em dois anos, segundo a empresa (Foto: Divulgação/Google)

google self driving car

NASA está se preparando para se comunicar com alienígenas...

“Podemos dizer pouco, se é que podemos dizer algo, sobre o que esses padrões [na imagem acima] representam, se eles foram cortados no formato de pedras, ou quem os criou. Para todos os efeitos, eles podem muito bem ter sido criados por alienígenas.” Quando um livro da NASA sobre comunicação alienígena conta com um parágrafo desses, é bom prestar atenção.
Claro, os cientistas e acadêmicos que contribuíram para Archaeology, Anthropology and Interstellar Communications - um novo livro de 300 páginas (PDF 1.8MB) editado por Douglas A. Vakoch – não estão dizendo que aquelas esculturas foram feitas por aliens. Eles estão dizendo que, como não sabemos exatamente a origem e significado delas – que foram feitas milhares de anos atrás ao redor da Europa, América e Índia – podemos considerar que podem ter sido feitas por alienígenas como um teste, para quando enfim fizermos contato com uma civilização de outro planeta.
É uma obra séria, profunda e complexa, mas consideravelmente acessível. Li muito dela e estou realmente fascinado. E não digo apenas sobre a joia do começo do post:
Considere novamente, portanto, a conveniência de estabelecer uma conexão simbólica/linguística com IET [Inteligência Extra-Terrestre]. É útil tirar alguns paralelos da existência humana que nos representam um problema hoje em dia. Um deles é a “arte rupestre”, que consiste em padrões ou formas gravadas em rochas há milhares de anos. Essas esculturas de pedra antigas podem ser encontradas em muitos países. [...]
Podemos dizer pouco, se é que podemos dizer algo, sobre o que esses padrões representam, se eles foram cortados no formato de pedras, ou quem os criou. Para todos os efeitos, eles podem muito bem ter sido criados por alienígenas.
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A visão ampla

Essa é apenas uma pequena parte de uma corrente lógica muito maior, que leva em consideração nosso conhecimento na Terra histórica e pré-histórica, bem como nossa compreensão de biologia, evolução e física. Após diversas suposições sobre as possíveis diferenças físicas e biofísicas no Capítulo 15 – chamado Restrições em Construção de Mensagem para Comunicação com Inteligência Extraterrestre – Vakoch fala um pouco sobre suas possíveis consequências (ênfase nossa):

Consequências – I

Se o leitor aceitar essas suposições, então nossa primeira restrição nas possíveis mensagens é simples: não pense em “mundos sonoros” ou música ou fala como os domínios, veículos ou conteúdo das mensagens IET. Independentemente de preocupações semióticas (ver abaixo), a acessibilidade de mensagens por som deve permanecer em dúvida. Além disso, haverá aspectos intencionais e não intencionais de desempenho, que elaborarão as dificuldades do uso do som. Na minha visão, evitar o mundo sonoro não deve ser controverso.
Por outro lado, a visão e o uso de imagens deve ser ao menos plausível. Detalhes espectrais não podem ser considerados universais, mas os arranjos físicos dos objetos na superfície de um planeta habitável são formados em parte pela gravidade (a noção de um horizonte deve ser universal), e assim imagens multiespectrais devem plausivelmente ser consideradas valiosas para mensagens. Em geral, as implicações por considerar SETI/CETI como algum tipo de desafio antropológico deve ser desconsiderado.
Faz muito sentido para mim.
Não vou citar mais partes do livro por me parecerem sem sentido, mas até agora – ainda estou lendo – é uma ótima leitura.
É confortante saber que a NASA pensa em comunicação humanos-alienígenas a partir de um novo foco, que não é puramente baseado nas ciências físicas de pesquisas planetárias ou exobiologia. No caso, ela se baseia na nossa experiência atual ao tentar decifrar nosso próprio passado antropológico e arqueológico. Esse, segundo Vakoch, é o objetivo desta obra (ênfase nossa):
Os capítulos desse livro combinam críticas incisivas com a esperança de que exista uma reposta para o ceticismo por trás dessas críticas. Abordando um campo que foi dominado por astrônomos, físicos, engenheiros e cientistas da computação, os colaboradores desta coletânea levantam questões que podem ter passado despercebidas por cientistas físicos sobre a facilidade de estabelecer uma comunicação significativa com uma inteligência extraterrestre.
Esses estudiosos estão lutando contra alguns dos maiores desafios que a humanidade terá de enfrentar se detectar um sinal rico em informações proveniente de outro mundo. Ao elaborar questões nonúcleo da arqueologia contemporânea e da antropologia, podemos nos preparar muito melhor para o contato com uma civilização extraterrestre, se isso um dia chegar.
A NASA publicou a versão online do livro ontem. Você pode baixá-lo em versão para Kindle,ePub universal ou PDF. Ele também estará disponível em capa dura e brochura nos próximos meses.

Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides ...

Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdãacredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.
Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.
Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.
A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó.Pela metade.
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Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensada Universidade de Amsterdã:
Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.
Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.

A China encomendou os elevadores mais rápidos do mundo...

Hoje, a gigante de tecnologia japonesa Hitachi anunciou um acordo para construir dois dos elevadores mais rápidos do mundo para um futuro arranha-céu na China. Parece besteira, certo? Mas o press release mostra alguns detalhes fascinantes que ilustram como o boom de arranha-céus na China está afetando a economia global – incluindo o fato de que por lá foram comprados 60% de todos os elevadores vendidos no mundo em 2013.
O prédio em questão é o Guangzhou CTF Finance Center, um edifício de 530 metros de altura projetado pela KPG Architects que está previsto para 2017. O papel da Hitachi nessa história é o de construir cerca de 100 elevadores para o prédio, que contará com escritórios, um hotel e alguns apartamentos.
Mas não são elevadores comuns. Dois deles serão os mais rápidos já feitos, atravessando 95 andares (ou 440 metros) em menos de 43 segundos. Um dos maiores desafios dos elevadores de arranha-céus é que o cabo é muito pesado. A Hitachi não explica muito bem como essa tecnologia facilita a pressão sobre o lastro da máquina, mas a empresa descreve quais materiais vai usar. Devido ao calor extremo causado pela frenagem, por exemplo, o sistema de travagem de emergência utiliza um material resistente ao calor que pode suportar temperaturas superiores a 280 graus Celsius.
A Hitachi é a responsável pelo desenvolvimento da maioria dos elevadores ultrarrápidos dos últimos 50 anos. Em 1968, por exemplo, ela instalou o detentor do recorde até hoje no primeiro arranha-céu do Japão, o prédio Kasumigaseki. Agora, conforme a expansão de prédios na China avança, a empresa está ganhando muito espaço no país vizinho. Atualmente, a Hitachi é responsável por 15% de todos os elevadores da China – e, lembrando, a China hoje compra 60% dos elevadores do mundo.
Como o Council for Tall Buildings diz, a China está muito a frente de qualquer outro país na construção de arranha-céus: por seis anos consecutivos, é o país com mais construção de prédios com mais de 200 metros de altura. Em 2013, foram 37 edifícios assim. Este ano provavelmente o número será maior. A lição que podemos tirar disso tudo? É uma boa ideia investir na Hitachi. [Japan Times]

A primeira comida barata feita em impressora 3D é deliciosa...

Visite o refeitório de um lar de idosos e você verá os residentes aproveitando sua comida amassada como se fosse purê. Isso é necessário para pacientes com dificuldade em mastigar, mas nao é algo muito gostoso. Uma empresa alemã quer mudar isso ao criar comida fácil de ser mastigada feita em impressora 3D e que ainda por cima é gostosa.
A empresa por trás do projeto se chama Biozoon Smoothfood. Ela usa ingredientes liquidificados – vegetais, carboidratos, carne – no lugar de tinta ou ácido polilático que uma impressora 3D normalmente usa. Os ingredientes são inseridos nos cartuchos da impressora e, com a ajuda de um agente de ligação, eles saem como comida que praticamente derrete na boca. Por enquanto eles produzem seis alimentos: couve-flor, ervilhas, frango, carne de porco, batatas e massas. Mas mais comida será adicionada ao menu no futuro.
A comida pode sair em qualquer formato determinado pelo software. Lembre-se, estamos falando em impressão 3D, então o usuário ganha bastante liberdade. No entanto, a Biozoon está fazendo comida com o formato tradicional, então não é muito diferente do que os idosos gostariam de comer (comida normal em sua consistência normal).
No momento, a comida está sendo feita externamente e enviada para os lares. Mas o objetivo é que, no futuro, a Biozoon consiga instalar impressora diretamente nos refeitórios dos lares para idosos. Muitos idosos precisam disso, já que sofrem de disfagia, uma condição que ageta frequentemente vítimas de derrame e causa dificuldade para engolir e pode resultar em asfixia. [Munchies via The Wire]

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Google apresenta ferramenta para apagar dados de europeus que querem ser esquecidos...Importante para a PRIVACIDADE!

O Google apresentou sua ferramenta para apagar pessoas do seu mecanismo de busca, garantindo assim o direito das pessoas de serem esquecidas.
A remoção de dados pessoais vale só para a União Europeia – o Tribunal de Justiça da União Europeia obrigou o Google a criar uma maneira das pessoas pedirem que resultados de buscas com suas informações sejam excluídos após um pedido feito por um espanhol em 2010.
Para pedir a exclusão do conteúdo, uma pessoa precisa de um documento de identificação com foto válido na União Europeia, e também tem que enviar para o Google quais links contam com conteúdo considerado questionável. A pessoa precisa preencher este formulário, especificando nome do cidadão que quer ter as informações removidas, nome da pessoa solicitando a remoção, grau de proximidade com a pessoa que quer desaparecer (caso o pedido não seja feito pela própria pessoa), os links que devem ser removidos e o motivo do pedido – se eles são irrelevantes, datados ou inapropriados de alguma outra maneira.
Os pedidos serão analisados por um comitê criado pelo Google que envolve Eric Schmidt (presidente do Google), Jimmy Wales (fundador da Wikipedia), David Drummond (conselheiro legal do Google), Luciano Floridi (filósofo do Instituto de Internet de Oxford), Jose Luis Pinãs (ex-chefe do órgão de proteção de dados da Espanha), Peggy Valcke (diretora da Universidade de Leuven) e Frank La Rue (relator especial da ONU). Eles vão checar se o pedido de exclusão de dados é válido – quando considerarem que sim, o conteúdo será tirado do Google.

Depois da exclusão

Em primeiro lugar, o conteúdo removido não aparecerá nas buscas feitas no Google na União Europeia. Isso significa que uma pessoa em Portugal que pediu para seus dados serem excluídos e teve o pedido atendido não poderá mais encontrar as informações no Google Portugal – nem no Reino Unido, nem na Espanha, nem na Alemanha, e assim por diante. Mas quem fizer uma busca pelo nome desta pessoa nos Estados Unidos, ou mesmo no Brasil, encontrará o que foi removido.
Assim, se uma pessoa em Portugal fizer a busca pelo Google Brasil, encontrará o conteúdo removido do Google na União Europeia. É uma situação bastante estranha – se a busca for feita do Brasil pelo Google Portugal, o conteúdo aparecerá, reforçando que só vale mesmo para a Europa.
E quem buscar pela pessoa que quer ser esquecida e teve o pedido atendido saberá que tem alguma coisa que está sendo escondida. Assim como o Google exibe uma mensagem avisando que determinado resultado foi removido devido a alguma lei – como a Digital Millenium Copyright Act, dos EUA -, ele também mostrará um aviso quando o link for excluído para preservar o passado de uma pessoa. A
Então o Google desenvolveu uma ferramenta. Na ocasião da decisão do Tribunal europeu, representantes do Google disseram estar “desapontados”. E a ferramenta desenvolvida até mostra um pouco isso: o Google vai remover sim conteúdo pedido pelos usuários, mas ainda assim será possível encontrar aqueles links, mesmo dentro da União Europeia. A garantia do direito de ser esquecido só é válida até certo ponto. [Search Engine LandThe Verge]

Os EUA já lançaram seu guia contra zumbis... Acredita? Então é a sua vez de se proteger...

Os EUA já lançaram seu guia contra zumbis... Agora é a sua vez de se proteger


Imagine que você está rodeado de zumbis. O que você faz ? Se você estiver armado, e souber usar uma arma, você mata uma parte e tenta escapar. Mas e se você não tiver uma preparação especial, como fica a sua situação ? Você morre.
Mas, se você tiver a preparação adequada, ou pelo menos um tira gosto de como sobreviver, você pode se salvar de virar um canibal.
Eu apresento à vocês,  o Guia de Sobrevivência aos Zumbis.

Onde você se encontra ?

Bom, eu irei dividir em três tipos de locais no qual você se encontra : metrópoles, cidades urbanas e cidades rurais. Qual a diferença deles ? Bem, a diferença básica entre eles é a seguinte :
• Metrópoles : são grandes potências, cidades importantes para o estado/país. Possuem vários supermercados, farmácias, shoppings, e locais no qual você pode se abrigar. Porém, há também o fato de quê como é uma grande cidade, muita gente vive ali, e como a maioria virou zumbi, vai ser muito perigoso. Mas o perigo é igualado ao benefício.
• Cidades urbanas : são cidades bem menores que as metrópoles, mas ainda assim são lugares onde vive muita gente, e não é aquela coisa retrógrada como uma cidade rural. Digamos que seja uma boa cidade para se sobreviver, desde o ponto em que há supermercados, farmácias, mas também, há um número considerável de zumbis.
• Cidades rurais : as cidades rurais, ou cidades pequenas, no meu ponto de vista, é o melhor local para sobreviver. Sim, eu sei que tem poucas farmácias, poucos supermercados, e que depois de um tempo você precisará ir para uma cidade urbana ou uma metrópole, mas pense bem : cidades rurais tem poucas pessoas. É um lugar afastado, e a infecção vai demorar à chegar (isso se chegar !). Outra coisa boa nas cidades rurais, é que depois de ter exterminado todos os zumbis (acredite, as cidades rurais tem tão pouca gente que vai ser até covardia com eles você aparecer e extermina-los) vai ser difícil a infecção voltar, sendo que você é o sobrevivente e não há mais ninguém na cidade, não haverá mais ninguém para os zumbis infectarem.
Agora que você sabe mais um pouco sobre os tipos de locações em que você pode ficar (é claro que você pode se esconder em florestas, como os sobreviventes de The Walking Dead) mas eu acho que seria mais prudente você se instalar em uma destas três locações que eu citei acima.
Bom, agora que você decidiu onde você irá fazer a sua fortaleza para sobreviventes, podemos começar à falar dos primeiros passos, desde a parte em que aparece um zumbi maluco correndo pela rua (claro que pode ser um zumbi que tomou RedBull e fica correndo feito louco atrás das comidas, ou pode ser aquele zumbi lerdinho que te ataca em câmera lenta) até a parte em que você está com uma M4A1 exterminando hordas de zumbis.
Então, para que isso aconteça, vamos ao guia de Sobrevivência aos Zumbis para Novatos.

Primeiro Passo – Conseguir comida

Você deve estar se perguntando : porque eu devo conseguir comida primeiro ? O certo não seria conseguir armas ? E a resposta é um grande e sonoro NÃO !
Primeiro que para conseguir armas, você precisa de energia, e comida te dá a energia necessária. Se você for procurar armas, com certeza vai falhar logo da primeira vez, e irá consumir energia. Vai chegar em casa cansado, frustrado e com fome. Vai comer a comida e lá se vai os suprimentos ! E aí, o que você faz ? Morre de fome !
Segundo, que é bem mais fácil conseguir comida ao invés de armas. Afinal, quem não tem um barzinho, um mercadinho, ou até uma padaria perto de casa ? Todo mundo tem, é claro. Eu sei que vai ser chato você chegar pro Seu Manoel e mandar ele encher um sacolão de comida e sair sem pagar, mas zumbis estão invadindo o mundo, e dinheiro não vale mais nada, apenas estar vivo é o que interessa. Afinal, quanto mais comida você tiver, mais tempo você vai ter para achar armas, sobreviventes, e construir uma fortaleza pra se proteger das hordas de zumbis.
E terceiro, que qualquer coisa pode ser usada como arma. Por exemplo, você pode arrebentar os cabos de áudio/vídeo do seu DVD ou Home Theater, amarrar umas pedras na ponta e sair por aí causando traumatismo craniano nos zumbis (acredite, vocês não fazem idéia do estrago que uma coisinha dessas pode fazer). Várias coisas podem e devem ser usadas como arma, mas isso nós iremos ver mais abaixo.

Segundo Passo – Conseguir um carro

Nem tente conseguir uma Ferrari, porque em apocalipse zumbi, até o Fusca velho do seu vizinho serve. Mas depois de conseguir comida, nós não deveríamos conseguir armas ? Não. Primeiro que, provavelmente só há armas em quartéis, delegacias, locais onde há atividade militar e/ou policial. E com certeza deve ser bem longe da sua casa. Mas aí, como você vai conseguir ir até o quartel militar mais próximo à pé, no meio de um apocalipse zumbi ? Você vai morrer na metade do caminho. Portanto, é muito importante conseguir um carro para você poder se mover pela cidade.
Mais tarde, consiga um caminhão grandão, e comece à aprimorar ele, colocando lâminas nas rodas, arame farpado na volta, fazendo aberturas na parte traseira porque, provavelmente, você irá achar sobreviventes, e nada melhor que um dirigindo e o resto matando as hordas de zumbis na parte traseira.

Terceiro Passo – Conseguir armas

Como eu mencionei acima, várias coisas podem ser usadas como arma. Por exemplo, você pode pegar uma daquelas facas de cozinha de cortar carne (aquelas grandonas, afiadas, que davam medo na gente quando éramos pequenos), e amarrar na ponta de um cabo de vassoura. Voilá, você tem uma lança poderosa e perigosa !
Outra coisa bem interessante de se fazer é um Coquetel Molotov (estarei falando sobre eles e outras armas que podem ser feitas em casa em outro post), um explosivo caseiro bem fácil de ser feito, e que com certeza irá exterminar um grande grupo de zumbis.
É claro, que lanças e coquetéis não serão suficientes para conter as hordas de zumbis. Essas armas são provisórias, e devem ser usadas inicialmente para defesa, e, logo que você completar os dois primeiros passos, você deve ir para alguma delegacia ou algum quartel militar em que tenha armas que você possa usar.
Portanto, lembrem-se sempre disso : tudo, absolutamente tudo pode e deve ser usado como arma em um apocalipse zumbi.

Quarto Passo – Construir uma fortaleza 

Bom, agora que você providenciou a comida, o veículo e as armas, você deve construir uma fortaleza à partir da sua casa. Se você morar em apartamento, melhor ainda, pois é só bloquear as escadas e a porta principal do seu apê, e você está à salvo. Agora, se você mora em uma casa, você deve fazer o máximo que puder para impedir os canibais de entrar no seu lar.
Um zumbi sozinho, não conseguirá entrar. Mas imagine uma horda de 200 zumbis, mortos de fome por um cérebro gosmento e delicioso (para eles) e TODOS agrupados na frente da sua casa. Dá medo, não ?
Pois é, a sua casa não iria resistir meia hora. Portanto, faça tudo que puder para se proteger dos zumbis : coloque barricadas nas portas, travas de madeiras nas janelas, tampe tudo até que não entre nem um fio de luz e para que eles não percebam que há sobreviventes ali.
Tente construir fora da sua casa cercas, barricadas, coisas que impeçam os zumbis de invadirem sua casa. Cercas elétricas são muito bem vindas, ainda mais com o fato de que a carne deles é podre, já é meio caminho andado para que eles sejam exterminados.
Portanto, eu aconselho : o melhor ataque é a defesa, nada de sair por aí dando uma de herói, pois desse jeito você não vive nem duas semanas.

Quinto Passo – Buscar Sobreviventes 

Você já tem comida, veículo, armas e a sua casa está bem protegida. Parabéns, você já é um sobrevivente ! Agora, está na hora de ir em busca de companhia, porque se os zumbis não te matam, a solidão te mata. Quer dizer, o ser humano, depois de um tempo sozinho, começa à ficar louco. Começa à ter alucinações, começa à ver coisas que não existem, e logo, você vai querer tomar um cházinho com os zumbis.
Portanto, depois de seguir os passos anteriores, busque sobreviventes, porque se há uma coisa à se aprender com os zumbis, é que quanto mais, melhor.
E se você começar à se sentir solitário antes mesmo de completar os passos anteriores, eu acho que você deve conseguir um animalzinho de estimação. De preferência um gato. Peraí, um gato ? Sim, um gato. Eu vou lhe dizer porque. Gatos são animais silenciosos, pequenos, e bem independentes. Você pode por exemplo, sair para pegar mais suprimentos, e eles vão ficar quietinhos te esperando. Hamsters, peixes e outros animais independentes e que emitam pouco ou nenhum som, são ótimas escolhas para mascotes.





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Bom, neste guia basicamente básico você viu como se virar caso ocorra um apocalipse zumbi.
É óbvio que todos os procedimentos não devem ser seguidos à risca, vendo do ponto em que tudo depende da situação, do local e do número de zumbis.
E aqui vai algumas dicas pessoais :
• Sempre saia de casa usando um carro, não tente ir à pé
• Viaje somente de dia
• Se um parceiro seu for mordido por um zumbi, atire na mesma hora
• Use roupas militares, como colete, capacete, cuturnos, etc …
• Se você não conseguir roupas militares, procure por roupas de couro, algo que dificulte a chegada dos dentes do zumbi na sua carne, caso um deles tente te morder.




• Sempre saia com uma arma corpo à corpo, pois uma hora vai acabar a munição. Ex : uma machadinha, um facão, uma barra de ferro, etc …
• Se houver muitos zumbis agrupados em um lugar que você precisa ir, tente distrair eles com barulho
• Sempre faça silêncio. Melhor evitar o inimigo do que tentar combatê-lo
Boa sobrevivência !






E agora!!!!?



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Arqueólogos acham indício de que Belém existia antes de Jesus nascer...



Arqueólogos acham indício de que Belém existia antes de Jesus nascer

Um selo de argila foi encontrado com a inscrição Belém em hebraico antigo
por Leiliane Roberta Lopes

Nesta quarta-feira (23) arqueólogos israelenses divulgaram a descoberta de uma evidência física que comprova que a cidade de Belém já existia séculos antes de se tornar a terra natal de Jesus.
Comprovando os relatos do Velho Testamento, um selo de argila foi encontrado em um sítio de escavação próximo aos muros da Cidade Velha de Jerusalém com a palavra “Belém” escrita em hebraico antigo.
“A primeira vez que o nome Belém aparece fora da Bíblia é em uma inscrição do período do Primeiro Templo”, disse Eli Shukron que dirigiu a escavação feita pela Autoridade de Antiguidade de Israel.
Shukron disse em nota que esse selo foi, aparentemente, colocado em um carregamento de prata ou produtos agrícolas entregue por Belém como um tributo ao rei de Judá. Provavelmente isso aconteceu entre os séculos 8 e 7 antes de Cristo.
O selo é do tamanho de uma moeda e menciona a cidade de Belém que aparece pela primeira vez na Bíblia no livro de Gênesis, se referindo a ela como uma cidade do Reino de Judá. “Era, de fato, uma cidade no Reino de Judá, e possivelmente mais antiga que isso”, disse o arqueólogo.