sábado, 25 de janeiro de 2014

O motivo que faz esse cachorro ir à igreja toda semana vai te comovêr e valorizar muito estas criaturas de Deus!

O motivo que faz esse cachorro ir à igreja toda semana vai te destruir por dentro...


Na pequena cidade de San Donaci, próxima à Brindisi – Itália, é comum ver um cachorro visitando a igreja. Isto porque o pastor-alemão de 12 anos chamado Tommy vai à missa quase todos os dias, onde fica próximo ao altar.

O motivo disso tudo você vai descobrir agora:
Tommy vai à missa sempre nesta mesma igreja para aguardar sua dona.


Pois aqui foi onde ele a viu pela última vez.


Seu funeral foi aqui, então ele prontamente aguarda a volta da sua melhor amiga, Maria.


Tommy está na igreja quase todos os dias e aguarda pacientemente por todos os eventos da missa, numa espera constante e silenciosa…

E essa última foto é de apertar o coração de qualquer pessoa…

Um homem de 35 anos, com as mãos amputadas, foi flagrado por policiais rodoviários federais ao dirigir um carro sem adaptação para deficientes na BR-101


Um homem de 35 anos, com as mãos amputadas, foi flagrado por policiais rodoviários federais ao dirigir um carro sem adaptação para deficientes na BR-101





No fim da tarde da última sexta-feira (24), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia flagrou um homem de 35 anos que não possuía mãos e nem Carteira Nacional de Habilitação dirigindo tranquilamente. Isso mesmo!
O condutor trafegava em um Ford Fiesta no quilômetro 260 da BR-101, em Santo Antônio de Jesus, interior da Bahia. Como dirigia pelo acostamento, terminou sendo abordado pelos policiais, que ficaram surpresos ao perceberam que o condutor não tinha as mãos para segurar o volante e que sua CNH estava vencida desde fevereiro de 2011.
O caso foi divulgado na página da PRF no Facebook:
O condutor
Ao ser questionado, o condutor, que não teve a identidade revelada, informou que não teria conseguido renovar sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) em decorrência da deficiência adquirida em um acidente. Devido a gravidade dos ferimentos, ele teve as duas mãos amputadas.
 
Art. 309. Dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida Permissão
 para Dirigir ou Habilitação ou, ainda, se cassado o direito de dirigir, gerando perigo de dano:
Penas – detenção, de seis meses a um ano, ou multa.
Após prestar depoimento, o motorista foi notificado e liberado. O veículo ficou retido na Unidade Operacional da PRF em Santo Antônio de Jesus.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Você sabe como os Cães bebem água? Veja agora...


Vai la amigão.

Imagem relacionada


Inteligente né?




Viu...  Agora vc sabe... 

Imagem relacionada


Interessante né?

RECORDANDO E INFORMANDO“Em algum lugar do passado ”800° (OITOCENTÉSIMA POSTAGEM ) Blog RENOVAÇÃO... "A Toca".

Do álbum: Fotos transferidas

De Antonio Hellmeister de Oliveira

“Em algum lugar do passado”

Hoje dia 24 de janeiro de dois mil e catorze acordei feliz por saber que iria postar minha 8OO° (OITOCENTÉSIMA POSTAGEM )..

Que responsabilidade, depois de alguns poucos anos, e quase duzentos mil acessos...onde aprendi brincando, me emocionando e algumas vezes triste ou emocionado com o retorno... Não em dinheiro mas em alegria e emoções que alégram nossa alma!

Deus me abriu este portal depois de um episódio díficil com minha saúde, e depois deste percurso, cheio de mais altos que baixos, hoje me ví pensando em o que fazer para que esta postágem fosse muito significativa! Entrando para variar Rsrsrsr, no Facebook me deparei com esta maravílha que nada mais é " A TOCA " Um símbolo Da nossa época, agradecimentos ao Quinalha grande amigo e seu pai e esta montágem MARAVILHOSA, que o Antonio Hellmeister de Oliveira fez para todos nós. Ela veio de encontro ás minhas expectativas, pois também homenagearei a muitos que fizeram e fazem parte da minha vida.. Muito justo né?

Então vamos lá!



Do álbum: Fotos transferidas
De Antonio Hellmeister de Oliveira
(Palavras dêle) TONINHO... Com melhor resolução. Colagem, eu Antonio Hellmeister. Pensei em fazer algo diferente para os amigos. Mas não tenho nada gráfico em meu computador. Até a tesoura era sem ponta, se tivesse ficaria melhor o recorte. As fotos que eu tenho da "Toca" são todas originais e comum. Mas como o nosso "Santuário" não existe mais; e muitos amigos já se foram daqui...Bem, eu e você estamos viajando. Então, tentei criar algo que desse essa viagem no tempo, meio lá "Paradise Now", e fizesse ao ver esta, entrar no tempo real dos anos 60; caso não esteja pelo menos dá tempo de um abraço rápido no amigo(a) que te marcou.
Antonio Hellmeister de Oliveira : Eli, esta é a nossa revista em quadrinhos. Cada um teve uma passagem, teve uma história. Eis os personagens, esta revista "A Toca", teve vários exemplares. Nas mesas de tampo de vidro e depois de tampo de fórmica, sabe deus; elas onde foram parar. Possivelmente ainda dissipando o cheiro das bebidas varias, as conversas e poucos assuntos, mas quando se tratava do sexo oposto, nelas estão os registros, e aí o perfume de cada um como prova da história real: Amor conquistado. Amor encontrado. Amor perdido. Amor pendente. Amor não resolvido. Amor que nunca existiu e Amor diluído no copo de lágrimas etílicas e cruz. Os encontros eram os relatos dos acontecimentos do dia a dia da semana. As noites são testemunhas. As luas, coniventes. As madrugadas autoras dos crimes passionais. 800 pessoas curtiram, são jurados.
(João Eli):
Sim grande amigo Antonio Hellmeister de Oliveira de sempre, maravilhosa retrospectiva que para nós tem muito mais valor que algumas divulgadas pelas TVS anualmente . Esta nos alcança no fundo da alma... e será assim para nosso sempre. Obrigado a Deus pelo passado a Ele (Deus) entregamos o porvir... Grande Abraço, maravilhósa sua descrição!
Uma iniciativa ÚNICA, deste monstro (Toninho) maravilhoso Antonio Hellmeister de Oliveira que se importa com nossos mais lindos anos Dourados... Prateados.... Azulados...
Tempo dos arroubos, das fantasias, dos delírios e por outro lado a incerteza quando e onde a realidade iria nos alcançar tal a velocidade que imprimíamos em nossas atitudes, projetos e empreitadas.
Movidos (as) por desejos, hormônios e sentimentos muito sinceros, oriundos de uma criação púra dentro dos padrões apropriados para a época e ainda pouco obedecídas.
Pêlo alto gráu que as espectatívas e espirito aventureiro nos impulsinávam, iamos de festas em festas, bailes em bailes, amizades em amizades, namoros em namoros sustentando- nos destes acasos, tendo em conta os limites do prazer total, mas inocente diante de tanta atrocidade desenfreada que assistimos nos dias de hoje... Saudades? Muita coisa inacabada? Desejos...? Digo muitos, mas a certeza, orgulho de poder estar consciente, lucidos (as) e ainda sentir uma chama forte, profunda de gratidão e amor pelos que se foram e os que ainda estão conosco.
Agradeço primeiramente a Deus, por todos os que se enquadram e fizeram e fazem parte deste mundo surreal, que um pintor, artista, para nos o TONINHO, com muito trabalho e dedicação, esta deixando para que nos lembremos desta "pagina" que digo e afirmo, enquanto existir folego, nunca será virada em nossos corações! 
João Eli Cassab...






"Sempre e para sempre" em nossos corações
Algumas falas dos amigos... Sequência postada de Natal no face. respeitando os direitos autorais das fotos. Arquivo - Antonio Hellmeister de Oliveira. Salve 18/12/2014
Algumas falas dos amigos...
Antonio Hellmeister de Oliveira atualizou a foto da capa dele.
7 de maio às 14:07 · Editado ·

Desenho: Renato Elston: Arquivo: Antonio M Hellmeister. Capa do encarte do Jornal Regional. 24/06/1992. Reportagem essa, que saiu sobre os amigos dos anos 60. Consegui que o Jornal entrevistasse os lideres dos três Grupos: Morcego; Anjo Branco e 14 Bis. O sucesso foi tal, que em 1994, houve o 1º Encontro dos Anos 60. Ano que vem, fará 20 anos, dos 30 que havia acumulado. 50 anos.

"A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive".
"Desenho: Renato Elston: Arquivo: Antonio M Hellmeister. Capa do encarte do Jornal Regional. 24/06/1992. Reportagem essa, que saiu sobre os amigos dos anos 60. Consegui que o Jornal entrevistasse os lideres dos três Grupos: Morcego; Anjo Branco e 14 Bis. O sucesso foi tal, que em 1994, houve o 1º Encontro dos Anos 60. Ano que vem, fará 20 anos, dos 30 que havia acumulado. 50 anos. "A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive"." Antonio M Hellmeister. 
Repercussão:

Você, Sergio Marconi, Marisa Vellozo Losz, Guida Freitas e outras 40 pessoas curtiram isso.

14 compartilhamentos
Rui Pfeifer saudades da toca!!!!!!
21 de agosto de 2013 às 14:25 · Curtir · 1
José Carlos Pezzotti Mendes Nada melhor nem mesmo igual que isso surgiu até hoje em minha opinião ... som de anjos ... remete-se ao paraíso!!!!
28 de julho de 2014 às 12:22 · Curtir
José Carlos Pezzotti Mendes lindíssimo...
12 de setembro de 2014 às 13:57 · Curtir
Bata Andrade ERA SÓ ALEGRIA. QUANTA SAUDADES DA TOCA EM RIO CLARO.
7 de maio às 15:16 · Curtir · 1
Beatriz Helena Baumgartner Saudades...nao tem nada igual...
7 de maio às 18:28 · Curtir
Nazira Romero Romero A Toca?
7 de maio às 21:35 · Curtir
Jane Bueno de Camargo Boa ideia!!!!!!
7 de maio às 22:12 · Curtir
Waldir Del Ciello....
Que saudades do Guido, Milton, Fausto etc, etc, etc.
A TOCA: passado glorioso que deixa saudade....
1 ago, 2015 15:00
Redação JC...Sidney Navas.
Originalmente o espaço abrigou um posto de gasolina parecido com aqueles visto em antigos filmes americanos. Tempo depois surgiram o bar e Restaurante A Toca e a badalada Stonage



Falando deste Point ...Ponto, Único insubstituível, inesquecível...
"A TOCA"...
Há mais de 40 anos, os jovens da época se encontravam no Bar e Restaurante a Toca onde passavam horas ‘jogando conversa fora’ e se divertindo com os amigos. Antes disso, porém, o prédio original abrigava um posto de gasolina bem parecido com aqueles vistos nos antigos filmes americanos, com duas colunas na frente, onde ficavam as bombas. José Roberto Santana, jornalista, pedagogo, pesquisador e escritor da temática da história da cidade, lembra que tempo depois o local foi transformado no conhecido bar e restaurante a Toca. A inauguração foi marcada por grande festa, segundo registros conhecidos sendo convidados artistas famosos da Rádio Nacional. Aqui em Rio Claro cabe lembrar, que tinha gente de grande destaque no circuito de rádio, como Dalva de Oliveira e a locutora Lúcia Helena.
“Nos anos 1950 e 1960, a Toca era o ponto de encontro de jovens e de relacionamentos sociais e para demais visitantes. Na região central estavam os cinemas e os clubes Filarmônica e Ginástico e na Rua Um o popular Panqueca”, observa o estudioso. Ainda segundo ele o Jardim Público em frente à Toca era ponto de convergência quando os jovens ali se concentrarem em ficavam circulando pelas imediações.
No passado o carnaval de rua acontecia nas vias centrais da cidade, saindo da Praça da Liberdade indo até o Jardim Público, passando em frente à Toca. “As pessoas sem aglomeravam em frente à Toca para ver os desfiles”, destaca Santana.
Foi nos anos que a boate Stonage abriu suas portas, funcionando no andar superior do prédio do saudoso bar e restaurante. Não tinha nada parecido no município e a casa noturna era ponto de referência pra todos aqueles que gostavam de uma boa música em um ambiente divertido. No começo da década de 80, mais precisamente em 1983 o Bradesco adquiriu o imóvel onde foi A Toca e o demoliu para ali abrir um estacionamento. “A decisão foi um impacto cultural para a cidade. A fase marcou o esvaziamento da região central com a substituição de bares e lojas por agências bancárias e estacionamentos. A partir dali, bares e restaurantes passaram a se instalar em diversos pontos das cidades e bairros”, finaliza o jornalista.
A Algum tempo...domingo, 26 de fevereiro de 2012... eu estava satisfeito com
esta postagem...
Assim foi naquele dia minha 8OO° postágem...Na época eu
postava... 
Noticiário:
Abaixo trago um relatório atualizado e agradeço a todos que entraram participaram e curtiram este nosso Blog...
Nossos números de hoje
Visualizações de páginas de ontem 1060

Visualizações de páginas do mês 21050 


Histórico de todas as visualizações de página 547.765  acessos


 Agradeço ao nosso Deus por tudo que ele me permitiu fazer, do qual faria de novo se fosse necessário! Grande abraço a todos!
Assim comemoro com meu amigo Toninho a minha postagem de número 2016....
&*&*&*&*(&*&*&*&*%&**&%


Ola Amigos... 
Hoje 30/06/2017

Trago um breve relato do nosso Blogger ate agora...
Estamos com 2114 postagens...
Histórico de todas as visualizações de páginas
635 316
Visualizações de página de hoje ate agora.
425
Visualizações de página de ontem.
679
Visualizações de página do mês passado.
24.232
Histórico de todas as visualizações de páginas.....
TOTAL 635.316


  Sempre em ordem crescente...Mais de 20 000 acessos por mês...




Estamos quase no mundo todo... Ver demonstrativo acima...


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5973


Graças ao nosso Deus que até aqui nos ajudou......



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Fotos espetaculares da maior caverna do mundo fazem humanos parecerem minúsculos...


Fotos espetaculares da maior caverna do mundo fazem humanos parecerem minúsculos



Está vendo aquela coisinha no canto inferior direito da imagem acima? Aquilo é uma pessoa,dentro da enorme caverna Son Doong no Vietnã – a maior do mundo. O fotógrafo Ryan Deboodt se aventurou lá dentro para conseguir estas fotos sensacionais.

Surpreendentemente, Son Doong só foi descoberta por moradores locais em 1991. Cientistas britânicos inspecionaram ​​a caverna com quase 9 km de extensão em 2009, revelando uma câmara principal com quase 5 km de comprimento, 200 m de altura e 150 m de largura, ultrapassando de longe a segunda maior caverna do mundo.






As visitas guiadas começaram em 2013, mas de forma bem limitada: este ano, apenas 224 pessoas poderão entrar na caverna. Os visitantes deslizam 75 m por rapel até a base, e passam três noites acampando lá dentro.

O fotógrafo Ryan Deboodt diz ao Gizmodo que tirar fotos na Son Doong era como estar em um local alienígena. “Eu sempre quis explorar outros planetas, e acho que isto foi o mais próximo que poderia chegar dessa experiência”, diz ele.






Fotografar em uma paisagem tão diferente e inalcançável tem seus desafios. “O ambiente é difícil em cavernas, e nada parece seguir como planejado”, disse Deboodt. “É preciso resolver muitos problemas por lá, e há muitos pontos que podem dar errado: a câmera, o disparador, o flash, a iluminação etc.”

O ambiente é difícil, mas Deboodt usa esses desafios para criar imagens magníficas. “Além da luz que vem através das entradas e buracos no teto, ao fotografar cavernas você tem que criar toda a sua própria luz, o que pode levar a fotografias fora deste mundo”, diz ele.
Confira mais fotos sensacionais de Ryan Deboodt no site dele e em sua página no Facebook.








ENCANTADOR...Praia se transforma em oceano de estrelas com plâncton que brilha à noite...



Praia se transforma em oceano de estrelas com plâncton que brilha à noite...







O fotógrafo taiwanês Will Ho nos traz estas imagens sobrenaturais de uma praia nas ilhas Maldivas, próximas à Índia, que brilha com milhões de pontos azuis. A luz destes fitoplânctons bioluminescentes parece um céu estrelado em algum lugar nas profundezas do universo. É hipnotizante.
Estas fotografias mostram como o fitoplâncton ilumina toda a praia: as ondas batem na areia e agitam as pequenas criaturas. Elas também acendem sob pressão, como quando as pessoas caminham pela areia:



Em geral, estes plânctons não fazem mal à pele, então você pode nadar e até surfar nessa água. Eles brilham no escuro para afugentar seus predadores, ou para atrair a atenção de bichos que ataquem esses predadores.
Imagine como seria fascinante e de tirar o fôlego visitar uma praia dessas você mesmo. Confira mais fotos no link a seguir:



O Plâncton é formado por organismos uni ou pluricelulares, em sua grande maioria microscópica, que flutuam com pouca capacidade de locomoção nos oceanos e mares, na superfície de águas salobras, doces ou lagos. Alguns invertebrados, as medusas e o Krill são exemplos de plânctons macroscópicos, ou seja, podem ser vistos aolho nu. O plâncton é a base da cadeia alimentar do ecossistemaaquático.

Plâncton é uma palavra de origem grega (plagktós), que significa errante. O fato dos plânctons não terem um efetivo poder de locomoção, ou seja, de flutuarem à deriva pelas águas, portanto de forma “errante”, justifica seu nome.
O plâncton pode ser classificado da seguinte forma (Yoneda, 1999):
Fitoplâncton – Microalgas fotossintetizantes;
Zooplânctonanimais microscópicos e larvas de inúmeras espécies;
Bacterioplâncton – organismos procariontes autótrofos e heterótrofos;
Protozooplanctonprotistas



A interpretação popular do tempo... Cultura milenar!


A interpretação popular do tempo

A Lua

Irmã de Apolo, filha de Júpiter e autorizada a permanecer solteira, a Lua tem sido a raínha incontestada da meteorologia popular. Muitas vezes nos surpreende quando se eleva imensa e brilhante na noite. A sua imagem atravessa obliquamente as camadas de ar, as quais, portadoras de um elevado grau de humidade se comportam como uma enorme lupa.



Se a Lua nos apresentar um aspecto brilhante, com contornos bem nítidos é sinal de tempo bom e seco, mas se pelo contrário, ela estiver esfumaçada, com côr pálida, contornos esbatidos e cercada por um anel esbranquiçado, é sinal de mau tempo, ou pelo menos, de tempo húmido. Como diz o ditado: “Lua à tardinha com seu anel, dá chuva à noite ou vento a granel”.



Se ao nascer, a Lua apresentar uma cor vermelha, é sinal de vento. Se a luz for amarelada indica-nos chuva. Na Lua Nova e nos primeiros dias seguintes, se a luz for pálida e se aparecerem halos (círculos luminosos que por vezes aparecem em volta do Sol e dos Planetas), é sinal de chuva. Quando ao nascer e ao pôr da Lua, se sentir uma pequena aragem de mau tempo, esta mesma aragem aumentará, o mesmo acontecendo com a chuva, mas não acontecendo, no entanto o mesmo, com o vento em caso de bom tempo.
Existem diversas crenças populares de interpretação errada relativamente à Lua e que não assentam em qualquer base ciêntifica, como seja por exemplo, a de que nas proximidades da Lua Nova há maior probabilidade de mau tempo e de que o vento é mais forte nas noites escuras do que nas noites claras. Esta circunstância resulta, apenas da influência da escuridão da noite no nosso espírito, o que torna mais pesado o ambiente em que nos encontramos e que iluminado pelo Sol ou pela Lua, nos daria a impressão de uma maior tranquilidade. Esta razão leva os marinheiros a acreditar que o Sol e a Lua comem o vento e que este aumenta e refresca quando a Lua se esconde do horizonte, o que deu lugar ao ditado muito conhecido “Lua deitada, Marinheiro em pé”. No entanto, quase todos interpretam erradamente este ditado, pois como é sabido, a primeira parte da Lua deitada não se refere à posição mais ou menos horizontal da Lua nos Quartos e Lua Nova, mas sim ao facto dela já se ter escondido no horizonte, o que torna a noite mais escura e obriga por isso, a uma maior e mais atenta vigilância, quando se navega. Esta será a verdadeira interpretação deste ditado, e não a que geralmente se lhe dá.
Também é vulgar dizer-se sem qualquer razão científica que tal justifique, que o tempo que fizer no quinto dia depois da Lua Nova será o que mantém até ao final dessa lunação. “Se pinta quinta, se pinta em quinta, trinta”.
Diz.se, ainda, que se trovejar na Lua Nova, é de crer que o tempo será chuvoso até ao fim da lunação, e daí o ditado  “Lua Nova trovejada, trinta dias é molhada”.






Depois de falar dos indícios fornecidos pela Lua, vamos agora falar dos que nos são fornecidos pelas estrelas.

As estrelas

 Em noites em que o céu se apresente limpo, se as estrelas tiverem pouco brilho, é sinal de mau tempo e chuva. Por isso se diz: “Sem nuvens o céu, e estrelas sem brilho, verás que a tormenta te põe num sarilho”.
Se pelo contrário, elas tiverem muito brilho e cintilarem com intensidade, será sinal de que haverá mudança de tempo e se o brilho for mesmo excepcional, indica-nos que o vento aumentará de intensidade, ou que existe a possibilidade de chuva.
Se no Verão, com vento Leste, as estrelas se nos afigurarem de um tamanho bastante maior do que o normal, é sinal de chuva para muito breve. Quando elas nos aparecem em grande número e com um cintilar muito vivo, é sinal de frio no Inverno e bom tempo no Verão.



Como verificamos, de uma maneira geral, todos os elementos da natureza são capazes, quando observados em determinadas circunstâncias, de nos fornecer indicações para a previsão do tempo, e assim, continuando, falaremos agora do nevoeiro:

O nevoeiro

O nevoeiro, normalmente, é prenúncio de bom tempo, embora por vezes possa anunciar chuva. O nevoeiro nunca se forma com o céu nublado ou com muito vento. Quando o nevoeiro anda baixo e, muito especialmente, quando anda pelos vales, é sinal de bom tempo, e se pelo contrário anda pelo cume dos montes é sinal de chuva. Daí o:  “Se a névoa ao vale baixar, vai para o mar, mas se pelos montes se atrasa, fica em casa”.
No Verão e no Outono, um nevoeiro ténue, de manhã, que desaparece com o Sol, é sinal de bom tempo. Se ele se forma com Sol é de contar com chuva, ou pelo menos tempo enevoado todo o dia.



Se se formar nevoeiro para W com bom tempo, é sinal de mudança de tempo ocorrendo vento forte dessa direcção. É também, de contar com vento forte de W ou SW, quando uma barra de nevoeiro se forma numa dessas direcções. Quando, após um tempo chuvoso, ou melhor, mau tempo, aparece nevoeiro, este indica-nos o final da tempestade e o início do bom tempo. “Depois de chuva, nevoeiro, tens bom tempo, marinheiro”.



Os ditados populares são o testemunho de muita sabedoria. São a síntese de um saber colectivo de gerações. Neste contexto fez-se uma pesquisa e partilhamos aqui alguns desses outros ditados relacionados com a meteorologia:



. “Se o Inverno não erra caminho, temo-lo pelo São Martinho”
. “Entrudo borralheiro, Páscoa soalheira”
. “Leste escuro, Sol seguro”
. “Céu escamado, ao terceiro dia molhado”
. “Chuva de ascensão, dá palhinhas e pão”
. “Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano mês a mês até final”
. “Alto mar e não de vento, não promete seguro o tempo”
. “Gaivotas em terra, tempestade no mar”
. “Se em Outubro te sentires gelado, lembra-te do gado”
. “Boa noite, após mau tempo, traz chuva e vento”
. “Dezembro frio, calor no estilo”
. “Abril molhado, sete vezes trovejado”
. “Depois da tormenta, sempre vem a bonança”
. “Em Abril, Águas mil, canta o carro e o carril”
. “Abril, ora chora, ora ri”
. “As manhãs de Abril são doces de dormir”
. “Em 1 de janeiro sobe ao outeiro, se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires terrear, põe-te a cantar”
. “Em Janeiro, seca a ovelha no fumeiro, em Março no prado e em Abril, se vai urdir”
. “Em Janeiro, 7 capelos e um sombreiro”
. “Aproveite Fevereiro, quem folgou Janeiro”
. “Em dia de São Matias, começam as enxertias”
. “Fevereiro quente, traz o diabo no ventre”
. “Neve em Fevereiro, presságio de mau celeiro”
. “Quando não chove em Fevereiro, nem pratos nem centeio”
. “Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado”
. “Não há mês mais irritado do que o Abril zangado”
. “Em Maio, cerejas ao borralho”
. “Maio frio, Julho quente, bom pão, vinho valente “
. “Guarda pão em Maio, e lenha para Abril”
. “Em Junho, foice em punho”
. “Junho floreiro, paraíso verdadeiro”
. “Chuva Junhal, fome geral”
. “Ande onde andar o Verão, há-de vir no São João”
. “Julho fresco e Janeiro chuvoso, ano perigoso”
. “Em tempo de cuco, pela manhã molhado e à tarde enxuto”
. “Não há melhor amigo, que o Julho com o seu trigo”
. “Em Agosto, orvalho no rosto”
. “O mês de Agosto, será se for bonito, o 1 de Janeiro”
. “Em Fevereiro chuva, em Agosto uva”
. “Ao quinto dia verás que mês terás”
. “Água de Julho, no rio não faz barulho”
. “Vindima molhada, pipa depressa despejada”
. “São Miguel soalheiro, enche o celeiro”
. “Águas verdadeiras, por São Mateus as primeiras”
. “Em Outubro sê prudente, guarda o pão, guarda a semente”
. “Vindima em Outubro, que São Martinho to dirá”
. “Outubro quente, trás o diabo no ventre”
. “Em Novembro, pelo São Martinho, lume, castanhas e vinho!...”
. “Pelo São Martinho, deixa a água para o moinho”
. “Nevoeiro de mais de três dias, durará oito”
. “Dos Santos ao Natal, ou bom chover ou bom nevar”
. “Se em Novembro ouvires o trovão, o ano que vem será bom”
. “Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao natal, assim estará o ano, mês a mês, até final”
. “Mal vai a Portugal, se não há três cheias antes do Natal”
. “Ande o frio por onde andar, pelo Natal há-de chegar…”


ELUCIDATIVAS...Tipos de tempestades....



Tipos de tempestades...

Na essência, as tempestades podem ser de dois tipos: Frontais Isoladas ou Locais.
1 - Frontais

Este tipo de tempestades surge nas perturbações de frente polar, originadas normalmente por uma frente fria, mas que como veremos, também pode ser originada por uma frente quente. Não dependem das condições locais, mas sim da colisão das massas de ar, que são tanto mais violentas quanto mais húmidas e instáveis seja a massa de ar quente e ainda assim a convecção também tem aqui uma parte interveniente.

De frente fria
Pode ser formada tanto por uma frente fria primária, como por uma secundária. Costuma-se classificar esse tipo de tempestade como sendo a mais perigosa de todas, devido à sua rapidez, bem como à sua violência. Se o ensacamento de ar frio sobre o ar quente for poderoso, o mau tempo estará para durar, mas apenas o tempo que demore a passar a linha da frente.



A sua característica principal, como a de qualquer frente, é que pode chegar a qualquer momento do dia ou da noite e além disso, precedida de uma melhoria temporal de algumas horas com céu a apresentar-se limpo ou estrelado. Os relâmpagos, ainda sem o som do trovão, anunciam o seu avanço eminente (de Oeste ou Sudoeste). Quem for surpreendido na montanha por tal evolução nas primeiras luzes da madrugada, saberá que tardará pouco para começar a batalha. Esta situação é ainda mais arriscada se um montanheiro se encontrar nas vertentes Norte ou Oeste da montanha, pois a visão do céu será parcial e o seu bom aspecto pode-se manter com “boa cara” até à explosão de fúria dos elementos.
As frentes frias empurradas por fortes ventos, frequentemente oceânicos, podem originar tempestades invernais. Manifestam-se principalmente sobre os relevos montanhosos, acompanhados de nevões intensos mas breves.



A surpresa da chegada de uma frente fria, pode ainda ser maior, quando a clássica perturbação “frente quente, frente fria” possui uma linha de frente quente menor. Os montanheiros que se encontrem numa cadeia montanhosa situada a Sul desta frente, não beneficiarão das mensagens alarmistas das nuvens habituais e receberão a frente fria sem os habituais avisos prévios.
Normalmente, entre os meses de Outubro a Abril os Cb não estão tão desenvolvidos em altitude como no verão de forma a produzir granizo. Nestas massas de ar polar, a tropopausa está baixa (a cerca de 8.000 ou 9.000 m) e detém o empurrar da nuvem tempestuosa.
De frente quente,
Estas tempestades, como se disse já, não são tão frequentes como as de frentes frias, nem tão poderosas. Desenvolvem-se no interior de vastos sistemas nublosos que acompanham as massas de ar quente e húmido perturbados. Os Cb encontram-se dispersos no seio da massa de ar.

A chegada de uma perturbação deste tipo é progressiva e existe um intervalo de muitas horas entre a chegada das Cs de vanguarda e das massas que se vão precipitar.



2 – Locais (ou Isoladas)
De bom tempo

Também chamadas de “calor”, são de características muito locais. Desenvolvem-se principalmente sobre os relevos favorecidas pelos fenómenos convectivos e/ou orográficos. Ocorrem pela parte da tarde ou ao anoitecer nos dias quentes de Verão nos sistemas montanhosos. Se estes sistemas estiverem, de alguma forma, influenciados por ar húmido oceânico, este facilitará a madureza dos Cb.

O excesso de calor e as camadas baixas, dão lugar a um certo deterioramento da estabilidade geral da atmosfera, mas não provocam um agravamento considerável , visto que a situação geral mantém um carácter anticiclónico. Ainda que muito isoladas, podem repetir-se durante vários dias.

À imagem das tempestades de frentes frias, podem ser violentas e inclusive mais repentinas devido ao seu carácter local. O Cb. liberta pontualmente toda a energia solar acumulada num determinado lugar, após um período de calor excessivo. Na maior parte do tempo, o vento dominante é fraco o que supõe um fator agravante, pois a tempestade apenas se espalha libertando toda a sua fúria durante mais tempo e sobre a mesma zona. Pelo contrário, um vento moderado em altitude (de 20 a 40 km/h) diminuirá o risco deste tipo de tempestades, ao deslocar as ascendências e dispersando a humildade das bolhas convectivas que ascendem do solo.
A presença de grandes lagos ou reservatórios na montanha, contribui para aumentar o risco de a tempestade local estourar nas zonas próximas destes, uma vez que o vapor de água que se solta durante o dia, origina uma fonte de alimentação extra.



Inclusive no centro de lagos de grandes dimensões, podem-se originar tempestades durante a noite, aproveitando a confluência dos ventos descendentes das vertentes montanhosas.
Este tipo de situações, não é impeditivo para as atividades de montanha na primeira parte do dia. Se o terreno é nevado, as condições não serão as ideais, não apenas porque a temperatura seja alta, mas também porque a possível tempestade do dia anterior, poderá ter deixado bancos de nuvens durante a noite, sendo estas desfavoráveis. Ainda assim disporemos de algumas horas para desfrutar da nossa actividade favorita, isto se nos mantivermos vigilantes aos desenvolvimentos verticais prematuros.

Existem outras variedades de tempestades sobre terra, no entanto com os tipos de tempestades analisados atrás já ficamos com uma base de conhecimento necessária para evitar sermos surpreendidos na montanha.