sábado, 6 de outubro de 2012

Veja lista com peixes gigantes que não são 'histórias de pescador.

Veja lista com peixes gigantes que não são 'histórias de 


pescador'


No Canadá, pescador pegou esturjão de 3,5 m e 500 kg.
Na África, biólogo capturou peixe-tigre-golias assustador.

Na semana passada, o canadense Norman Daley fisgou um esturjão de 3,5 metros de comprimento e cerca de 500 quilos durante pescaria no rio Fraser, perto de Chilliwack, no Canadá. Abaixo, o G1 reúne esse e outros peixes gigantes.
Esturjão de 3,5 metros e 500 kg foi capturado no rio Fraser. (Foto: Reprodução)Esturjão de 3,5 metros e 500 kg foi capturado no rio Fraser. (Foto: Reprodução)
Jeremy Wade segura exemplar de peixe-tigre-golias, que foi capturado no Congo, o 2º maior da África.  (Foto: Caters)O biólogo britânico Jeremy Wade, que apresenta o programa 'Monstros do rio', segura exemplar de peixe-tigre-golias, que foi capturado no rio Congo, o segundo maior da África, atrás apenas do Nilo. (Foto: Caters)
Em 2010, o japonês Manabu Kurita pescou um 'black bass' (conhecido como achigã), peixe que é bastante 'manhoso', de 10,92 kg no lago Biwa, no Japão, e igualou o recorde mundial que já durava 77 anos. (Foto: AP)Em 2010, o japonês Manabu Kurita pescou um 'black bass' (conhecido como achigã), peixe que é bastante 'manhoso', de 10,92 kg no lago Biwa, no Japão, e igualou o recorde mundial que durava 77 anos. (Foto: AP)
Durante uma pescaria com a mulher, o americano John White fisgou em setembro do ano passado um peixe-espada de 206 quilos, durante pescaria a cerca de 50 quilômetros ao sul de Islamorada, no estado da Flórida (EUA).  (Foto: Andy Newman/AP)Durante uma pescaria com a mulher, o americano John White fisgou em setembro do ano passado um peixe-espada de 206 quilos, durante pescaria a cerca de 50 quilômetros ao sul de Islamorada, no estado da Flórida (EUA). (Foto: Andy Newman/AP)
Em abril de 2012, os pescadores alemães Stefan Seuss, Uli Schuppler e Patrick Nimz fisgaram um peixe-gato, conhecido no Brasil como bagre, de 98,8 quilos e 2,34 metros no rio Po, na Itália. (Foto: Reprodução)
Em junho do ano passado, o americano Chad Aldridge e seu pai, Ron, fisgaram um peixe de 159,12 quilos próximo à cidade de Homer, no Alasca. Eles levaram uma hora e 20 minutos para conseguir erguer ao barco o peixe enorme. (Foto: Divulgação/ Homer Halibut Derby)Em junho do ano passado, o americano Chad Aldridge e seu pai, Ron, fisgaram um peixe de 159,12 quilos próximo à cidade de Homer, no Alasca. Eles levaram uma hora e 20 minutos para conseguir erguer ao barco o peixe enorme. (Foto: Divulgação/ Homer Halibut Derby)
Em setembro de 2011, o pescador britânico Matt Gallant fisgou um peixe-gato albino de 2,29 metros e 81,6 quilos no rio Ebro, na Espanha. (Foto: Reprodução)Em setembro de 2011, o pescador britânico Matt Gallant fisgou um peixe-gato albino de 2,29 metros e 81,6 quilos no rio Ebro, na Espanha. (Foto: Reprodução)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

História do sistema operacional Android!

A história do Android.

Veja como surgiu e como se tornou o sistema operacional mobile mais utilizado do mundo, e se você acha que ele é usado só em smartphones, saiba que ele é usado em muito mais, desde tv's até geladeiras

Atualmente, o sistema operacional móvel do Google é o mais utilizado em todo o mundo, e está presente em milhares de aparelhos, de várias marcas. Mesmo com toda a dimensão que o sistema atingiu, a sua história é bastante recente. O primeiro dispositivo Android foi lançado há apenas seis anos!O Android surgiu em 2003, na cidade de Palo Alto na Califórnia e foi desenvolvido por Andy Rubin, Rich Miner, Nick Sears e Chris White, empresários já iniciados no ramo da tecnologia, que fundaram a Android Inc. Na ocasião, Rubin definiu o Android Inc. como: “Dispositivos móveis mais inteligentes e que estejam mais cientes das preferências e da localização do seu dono”. No início a empresa desenvolvia todos os seus projetos de forma secreta.
A ideia original dos criadores era lançar um inovador sistema para câmeras digitais, porém, ao verem que o mercado não era tão amplo quanto gostariam, resolveram focar no mercado mobile. Na época, Rubin e sua equipe ofereceram um novo meio de sistema operacional móvel, ou seja, o Open Source, baseado no Kernel Linux. O sistema constava com uma interface simples, funcional e também integrada a vários instrumentos. A ideia era oferecer um sistema gratuito para todas as pessoas que quisessem ter acesso a ele e também ser simples aos desenvolvedores. Veja também os 5 melhores antivírus para Android.
Em 2005 o Google adquiriu o Android Inc, e com isso nasceu a Google Mobile Division, divisão de pesquisa em tecnologia móvel da maior empresa do mundo de tecnologia. Apesar de ter causado desconfiança e dúvidas na época, já que muitos achavam difícil uma competição os Windows Mobile, da Microsoft, e o iOS, da Apple. Os primeiros contratos de parceria surgiram com fabricantes de hardware e software, os quais o Google prometeu um sistema flexível e atualizável.
Inicialmente, o protótipo, que as especulações colocavam a previsão de lançamento como dezembro de 2006, chamava-se “Sooner” e parecia um BlackBerry, não tendo touchscreen e operando através de um teclado QWERTY. Leia também a história do teclado qwerty. O Google só redesenharia o modelo, tirando o teclado e colocando o touch, ao ver os lançamentos de concorrentes como o LG Prada –em 2006 – e o próprio iPhone – de 2007 – e que rapidamente causaram furor.
A criação do Android deu um passo grande quando em 2007 fabricantes como Samsung, Sony, HTC, operadoras como as americanas Sprint Nextel e T-Mobile, e fabricantes de hardware como Qualcomm e a Texas Instrumentes, além do próprio Google, reuniram-se em um consórcio de tecnologia e fundaram a Open Handset Alliance. O objetivo da união de marcas era a criação de uma plataforma de código aberto para smartphones. O resultado foi o primeiro Android comercial do mercado, rodando em um HTC Dream, lançado oficialmente em 22 de outubro de 2008.
Com a chegada do Android, o próprio conceito de smartphone foi remodelado. Na época, o Google teve a brilhante ideia de oferecer 10 milhões de dólares aos desenvolvedores que conseguissem realizar os melhores aplicativos para Android levando em consideração a primeira versão pública do Android SDK. As ideias enviadas pelos colaboradores ajudaram muito a criação da versão 1.0.
Ainda a época da criação do consórcio Open Headset Alliance, a Nokia declarou que “nós não o vemos como uma ameaça”, já um dos membros da equipe de desenvolvimento do Windows Mobile disse não entender o impacto que eles poderiam ter no mercado de smartphones. Já o pessoal do Symbian (que piada) polemizou dizendo “Nós levamos isso a sério, mas somos os únicos com telefones reais, plataformas de telefonia reais e uma riqueza do volume construído ao longo de anos”. Somente a Apple foi mais tranquila, dizendo que “Nós temos uma boa relação com o Google e isto não vai mudar nada. Eles são, certamente, um importante parceiro para o iPhone”.
Confira nossa sessão de reviews e veja as dezenas de aparelhos com Android que já testamos.
Desde então o Android conquistou espaço e passou a ser o sistema operacional de aparelhos tops de linha, como a linha Nexus, fabricada por diversas marcas, como LG, Asus, Samsung, HTC, etc. linha Galaxy, da Samsung, presente nos aparelhos tops como S6 e Note 4, por exemplo. O SO também está presente em tablets e, por ser código aberto, serve de base para diversas criações e sistemas customizados espalhadas pela internet. Hoje, como dissemos o Android é o sistema mais utilizado no mundo. Em consultoria da OpenSignal, em 2013, foi constatado que havia 11.868 modelos de Android, variando tamanhos de tela e resolução, rodando 8 versões de Android diferente. Críticos dizem que esta segmentação prejudica a marca, pois vários aparelhos horríveis acabam com a imagem da marca. Já a Apple, por exemplo, mantém apenas 8 SO e todos seus aparelhos rodam algum deles, concentrando o desenvolvimento, correção de bugs, etc. garantindo uma maior estabilidade.
Quanto à escalada dos números, estatísticas mostram que em 2009 o Android representava apenas 2,8% dos aparelhos vendidos no mundo; já no final do ano seguinte detinha 33%, ou seja, 1 em cada 3 aparelhos do mundo, o suficiente para transformá-lo já na plataforma móvel mais vendida do planeta. Em 2011 já tinha passado da metade, mais precisamente 52,5%, em 2012 passou para 75%, em 2013 para 78.7% e, em 2014, para 81,5%. Em números reais, de 2010 até o final de 2014, mais de 3 bilhões de aparelhos com Android foram comercializados no mundo. Excelente para quem não era visto como uma ameaça, certo? Aaah, e a Nokia e Microsoft, que desdenharam do Android na época, hoje alcançam “incríveis” 2,7% do mercado com o Windows Phone. O único lugar no mundo aonde o Android não é líder de vendas é no Japão, onde a Apple e seu iPhone lideram.
Em 2013 o chefe de operações da divisão disse que mais de 900 milhões de dispositivos com Android já tinham ativado sido ativados, sendo a barreira do 1 bilhão quebrada no meio do ano seguinte. Já a sua loja de aplicativos conta com mais de 1 milhão de aplicativos publicados que, juntos, somam mais de 50 bilhões de downloads (isso em 2013).
No entanto, o Android no ramo dos tablets não teve uma ascensão tão rápida. O início for tortuoso já que o iPad já detinha quase a totalidade do mercado. Além disso, podemos citar uma série de fatores, como: a desconfiança dos usuários em migrar para um sistema que era desacreditado até mesmo pelos desenvolvedores e que por isso não possuía aplicativos de renome; o preço, que inacreditavelmente era quase sempre maior em relação ao concorrente da Apple, a falta de conteúdo específico, já que a maioria dos apps eram apps de smartphones que sofreram uma “adaptação” da versão mobile e não havia sido criados para tal formato (diferentemente da loja de apps do iPad). Parecia que as fabricantes de tablets que contavam com Android estavam tentando criar um “telefone grande” e não uma nova experiência, que deveria ser reformulada e repensada para tal.
O jogo só começou a virar em 2012, quando o Nexus 7 (foto acima) passou a oferecer um inventivo aos desenvolvedores para que criasse aplicativos exclusivos para o tablet. Ainda nesse ano a venda de tablets com Android ultrapassou as vendas de iPad. Na metade de 2013 havia mais de 70 milhões de ativações totais de tablets rodando Android. Em 2014 eles responderam a 62% do mercado de tablets mundial.Mas o Android não roda somente em smartphones e tablets. Lembra que dissemos que ele é de código aberto e que milhares de customizações estão disponíveis apenas para telefones? Então saiba que ele vai muito mais além. Além do que pode ser mais comum, como netbooks, smartbooks, câmeras digitais, tocadores de mp3, telefones fixos, Smart tv’s e estar à frente da revolução da internet das coisas, o sistema do robozinho já está presente, por exemplo, no Ouya, um console de videogame que se tornou viável após uma campanha de crowfunding no site Kickstarter, sendo, aliás, uma das campanhas de maior sucesso, arrecadando mais de US$ 8,5 milhões. Este, claro, foi apenas o primeiro videogame com o SO, pois hoje eles já estão se multiplicando.
Outra grande sacada é o Android Wear, ou seja, os vestíveis, mais precisamente focado em relógios inteligentes. Eles podem, entre outras coisas, mostrar informações sobre sua saúde, tempo, ver algo em seu smartphone (como ligação e mensagens) sem tirar o mesmo do bolso, executar música, etc. Por enquanto poucos modelos existem, porém, parceiros do Google, como Asus, HTC, Intel, LG, Motorola, Samsung, Sony, etc. já confirmaram pesquisas na área.
Moto 360 da Motorola
Moto 360 da Motorola
Talvez um dos ramos que mais criem expectativas nos usuários seja o automobilístico, isso mesmo. Ano passado o Google anunciou a criação do Open Automotive Alliance, que além dele e da Nvidia incluía as montadoras Audi, General Motors, Hyundai e Honda; algo como o grupo que se juntou para criar a primeira versão do sistema operacional. O grupo que já é conhecido como Android Auto vai desenvolver aplicativos como navegação GPS, pesquisas online, música, mensagens e ligações, controlar a velocidade do carro, sistema de som, ter acesso a informações como combustível, pressão dos pneus, etc. em uma tela no automóvel. Foi anunciado também que o controle poderá ser feito tanto por voz, como por touchscreen ou ainda botões. O sistema já está disponível no Reino Unido, Austrália e Estados Unidos.
Além das operadoras que entraram no projeto, outras já anunciaram que irão adotar as novidades. São elas: Acura, Bentley, Chevrolet, Chrysler, Dodge, Fiat, Ford, Jeep, Kia, Maserati, Mitsubishi, Nissan, Renault, Subaru, Suzuki, Toyota, Volkswagen e Volvo. Confira mais sobre, na página do projeto.
E além de tudo, podemos dizer que o Android tem um toque brasileiro, já que, de 2010 a 2013, Hugo Barra foi um dos líderes do projeto. Ele saiu do grupo de desenvolvimento quando mudou para a concorrência; hoje Hugo Barra é CEO da marca chinesa Xiaomi.

Todas as versões do Android estão em ordem alfabética e possuem nomes de doces. As exceções ficam por conta das versões 1.0 e 1.1, que não receberam nome, sendo chamadas de Astro e Battenberg pelos usuários. Depois vieram: Cupcake, Donut, Eclair, Froyo, Gingerbread, Honeycomb, Ice Cream Sandwich, Jelly Bean, KitKat e Lollipop. Além das versões oficiais e disponibilizadas ao público, existiram as versões Alpha e Beta. Vejamos as principais características de cada uma:

Android Alpha e Beta (2007 ~ 2008)

A primeira foi utilizada somente pelos componentes da OHA e era chamada por nomes de robôs, como Astro Boy, Bender ou R2-D2. Já a versão Beta foi a primeira a ser disponibilizada ao público, tendo um total de 6 versões oficiais publicadas.

Android 1.0 – Astro (2008)

  • Primeira versão comercial, foi lançada junto ao HTC Dream. Possuía:
  • Android Market (antiga loja de aplicativos Android)
  • Navegador (suportava zoom, formato HTML e XHTML e múltiplas janelas)
  • Pastas
  • Acesso à internet
  • Integração a aplicações do Google
  • Reprodução de mídias
  • Notificações
  • Ligações por comandos de voz
  • Suporte à câmera (porém sem opções de alterar resolução, cores, etc.), Wi-fi e bluetooth.

Android 1.1 – Battenberg (2009)

Essa atualização para o HTC Dream além de corrigir bugs adicionou algumas funcionalidades, como:
  • Informações detalhadas e reviews na busca por negócios no Maps
  • Possibilidade de enviar e salvar anexos em mensagens

Android 1.5 – Cupcake (2009)

  • Possibilidade de uso em sistemas touchscreen, com teclado virtual que aceitava palavras e dicionários customizados pelo usuário
  • Suporte a widgets
  • Fazia filmes em MPEG-4 e 3GP
  • Função copiar e colar no navegador
  • Uso de imagens nos contatos
  • Transições animadas na tela
  • Rotação automática
  • Possibilidade de subir vídeos para o Youtube e fotos para o Picasa.

Android 1.6 – Donut (2009)

  • Melhorias na pesquisa por voz e entrada de texto para contatos e favoritos
  • Desenvolvedores agora podiam incluir suas criações nas buscas
  • Motor de fala que permitia aos apps falarem uma sequência de texto
  • Melhorias nos resultados do Android Market
  • Velocidade e integração entre a câmera para fotos e câmera para vídeo
  • Usuários podiam selecionar fotos para exclusão
  • Vonexão CDMA/EVDO, Wi-fi- 802.1x e Vpn,’s
  • Suporte para telas WVGA
Android 1.0/ 1.5/ 1.6
Android 1.0/ 1.5/ 1.6

Android 2.0 (2.0.1 e 2.1) – Éclair (2009 ~ 2010)

  • Possibilidade de adicionar várias contas ao dispositivo e sincronizá-las
  • Suporte ao e-mail Microsoft Exchange
  • Bluetooth 2.1
  • Melhorias na interação com os contatos
  • Pesquisa entre as mensagens SMS e MMS armazenadas
  • Novos recursos de câmera, como flash, zoom digital, efeitos de cor, etc.
  • Melhorias de velocidade e dicionário inteligente no teclado virtual
  • Suporte a HTML 5
  • Suporte a novos tamanhos de tela e resoluções
  • Papéis de parede animados

    Android 2.2 (2.2.1; 2.2.2 e 2.2.3) – Froyo (2010)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 0,4% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Otimizações de memória, desempenho e velocidade
    • Motor de JavaScript ao navegador
    • Suporte ao Android Cloud Computing
    • Melhorias no suporte ao Microsoft Exchange
    • Possibilidade de ser usado como hotspots Wi-fi
    • Opção para desativar os dados através da rede móvel
    • Atualizações no Android Market
    • Troca rápida entre idiomas e dicionários na digitação
    • Compatibilidade do bluetooth com carros e docks
    • Suporte a senhas numéricas e alfanuméricas
    • Suporte a upload na navegação
    • Suporte a GIF no navegador
    • Suporte à instalação de aplicativos na memória externa, como cartões de memória
    • Suporte para telas HD 720p de até 4’ e até 320 PPI
    Android 2.0/ 2.3
    Android 2.0/ 2.2

    Android 2.3 (2.3.1; 2.3.2) – Gingerbread (2010 ~ 2011)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 6,4% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:Design de interface de usuário atualizada com maior simplicidade e rapidez
    • 11668Suporte para telas e resoluções extragrande
    • Suporte nativo protocolos de telefonia via internet SIP e VoIP
    • Suporte à tecnologia NFC
    • Novos efeitos de áudio, como reverb, equalização, virtualização de fone de ouvido e bass boost
    • Novo gerenciador de downloads, dando aos usuários fácil acesso a qualquer arquivo baixado a partir do browser, e-mail ou outro aplicativo
    • Suporte para múltiplas câmeras no dispositivo
    • Suporte para reprodução de vídeo WebM / VP8, e codificação de áudio AAC
    • Melhor gerenciamento de energia
    • Melhorias para os desenvolvedores de jogos
    • Suporte nativo para mais sensores, como giroscópio e barômetro
    Android 2.3
    Android 2.3

    Android 2.3.3 (2.3.4; 2.3.5; 2.3.6 e 2.3.7) – Gingerbread (2011)

    • Suporte para voz ou chat de vídeo usando o Google Talk
    • Suporte à conexão com um periférico USB com software compatível e uma aplicação compatível no dispositivo
    • Mudança na criptografia padrão para SSL de AES256-SHA para RC4-MD5
    • Melhorias de software da câmera
    • Melhoria da eficiência da bateria
    • Suporte do Google Wallet

    Android 3.0 – Honeycomb (2011)

    • Nova interface de usuário chamada "Holográfico”. Otimizada para o uso em tablets
    • Adicionado barra de acesso rápido a notificações, status e botões de navegação na parte inferior da tela
    • Adicionado barra de ação, que dá acesso a opções contextuais, navegação, widgets, ou outros tipos de conteúdo na parte superior da tela
    • Multitarefa simplificado que exibe as aplicações recentes e permite aos usuários trocar rapidamente de uma aplicação para outra
    • Teclado redesenhado, tornando a digitação mais rápida, eficiente e precisa em tamanhos de tela maior
    • As várias janelas de navegador foram agrupadas em abas, além de preenchimento automático e um novo modo de navegação anônima
    • Acesso rápido à câmera e seus recursos
    • A aceleração do hardware
    • O suporte para processadores multi-core
    • Capacidade de criptografar todos os dados do usuário
    • HTTPS melhorado com SNI

    Android 3.1 – Honeycomb (2011)

    • Melhorias na interface do usuário
    • Conectividade para acessórios USB (USB On-The-Go).
    • Suporte para teclados externos e dispositivos apontadores (lasers)
    • Suporte para joysticks e gamepads
    • Suporte para reprodução de áudio FLAC
    • Suporte para proxy HTTP para cada ponto de acesso Wi-Fi conectado
    Android 3.0 rodando em um tablet Motorola Xoom
    Android 3.0 rodando em um tablet Motorola Xoom

    Android 3.2 (3.2.1; 3.2.2; 3.2.3; 3.2.4; 3.2.5 e 3.2.6) – Honeycomb (2011 ~ 2012)       

    • Suporte de hardware melhorado, incluindo otimizações para uma ampla gama de tablets
    • Melhoria de sincronização e acesso aos arquivos no cartão SD
    • Modo de exibição de compatibilidade para aplicativos que não foram otimizados para tablet
    • Novas funções de suporte de exibição aos desenvolvedores
    • Correções de bugs, segurança, estabilidade e melhorias Wi-Fi
    • Melhor suporte Adobe Flash no navegador
    • Suporte ao "Pay as You Go"

    Android 4.0 (4.0.1; 4.0.2; 4.0.3 e 4.0.4)– Ice Cream Sandwich (2011 ~ 2012)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 5,3% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Aperfeiçoamentos da interface Holo
    • Pastas drag-and-drop
    • Captura de tela integrada através dos botões de energia e de volume
    • Melhoria da correção de erros no teclado
    • Capacidade de acessar aplicativos diretamente a partir da tela de bloqueio
    • Melhor integração de voz, fala em tempo real ao texto falado
    • Face Unlock, um recurso que permite aos usuários desbloquear os aparelhos usando o software de reconhecimento facial
    • Sincronização automática do Chrome com os favoritos dos usuários
    • Possibilidade de definir um limite de dados que irá gerar avisos quando se aproximar e permite desativar os dados móveis quando esse limite é excedido
    • Capacidade de desligar todos os aplicativos recentes de uma só vez
    • Melhoria da câmara como lag zero, obturador, configurações de lapso de tempo, modo panorama e a capacidade de zoom durante a gravação
    • Editor de fotos nativo
    • Android Beam, recurso de comunicação de baixo alcance que permite a troca rápida de favoritos, informações de contato, direções, vídeos do YouTube e outros dados
    • O suporte para o formato de imagem WebP
    • A aceleração de hardware da interface do usuário
    • Wi-Fi Direct
    • Gravação de vídeo 1080p, estabilização de vídeo e resolução QVGA
    • Android VPN Framework (FAV), e TUN
    • Melhorias para gráficos, bancos de dados, correção ortográfica e funcionalidade Bluetooth
    Android 4.0

    Android 4.1 (4.1.1 e 4.1.2) – Jelly Bean (2012)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 15,6% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Sincronismo Vsync em todos desenhos e animações feitos pela estrutura do Android,
    • Buffer triplo para gráficos
    • Capacidade de desativar as notificações em uma base específica do aplicativo
    • Atalhos e widgets podem ser automaticamente rearranjados ou refeitos sob medida para permitir que novos itens para caber na home
    • Transferência de dados Bluetooth para Android Beam
    • Tablets com telas menores agora podem usar uma versão estendida da interface e tela dos telefones
    • Melhoria da aplicação da câmara
    • Áudio multicanal
    • O codec Fraunhofer FDK AAC torna-se padrão em Android, acrescentando AAC 5.1 para os canais de codificação / decodificação
    • Áudio USB conversores digital-analógico
    • Encadeamento de áudio (reprodução contínua)
    • Possibilidade de expandir/contrair notificações com gestos de um dedo apenas

    Android 4.2(4.2.1 e 4.2.2) – Jelly Bean (2012)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 18,1% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Melhorias na tela de bloqueio, incluindo suporte a widget e a capacidade de acesso direto à câmera
    • Configurações rápidas
    • Protetor de tela "Daydream", mostrando informações quando ocioso ou plugado
    • Possibilidade múltiplas de contas de usuário (para tablets)
    • Reestruturação do Bluetooth, que permite um melhor suporte para múltiplos monitores e displays wireless
    • Melhorias de acessibilidade, como tocar três vezes para ampliar a tela inteira, modo panorâmico e zoom com dois dedos.
    • Saída de voz e navegação via gesto para deficientes visuais
    • Novo relógio com horários mundiais, cronômetro e timer
    • Aumento do número de notificações estendidas e de recursos, permitindo que os usuários respondam a certas notificações sem lançar o aplicativo
    • SELinux (módulo de segurança)
    • Mensagens em grupo
    • Suporte a gamepads e joysticks Bluetooth HID
    • Toque longo para ligar e desligar funções, tocando nos ícones Wi-Fi e Bluetooth
    • Novas notificações de download, que agora mostram a porcentagem estimada e tempo restante de downloads
    • Novos sons para o carregamento sem fio e bateria fraca
    • Novo modo de depuração USB (whitelist)

    Android 4.3 (4.3.1) – Jelly Bean (2013)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 5,5% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Possibilidade de usar o Bluetooth com baixa energia
    • Suporte a controlo remoto de Bluetooth Áudio / Vídeo (AVRCP)
    • Suporte a OpenGL ES 3.0, permitindo melhores gráficos de jogos
    • Modo de acesso restrito para novos perfis de usuário
    • Recursos de autocompletar na discagem de telefones
    • Melhorias para o Photo Sphere
    • Reformulado a interface da câmera
    • Suporte à resolução 4K
    • Identificação de redes Wi-Fi até mesmo quando a Wi-Fi estiver desligado
    Android 4.1/ 4.2/ 4.3
    Android 4.1/ 4.2/ 4.3

    Android 4.4 (4.4.1; 4.4.2; 4.4.3 e 4.4.4) – KitKat (2013 ~ 2014)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 39,8% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Interface repensada com elementos brancos ao invés de azul
    • Restrição aos aplicativos ao acessar armazenamento externo, com exceção de seus próprios diretórios
    • Otimizações para o desempenho em dispositivos com características inferiores,
    • Capacidade de impressão sem fio
    • Emulação de cartões NFC, possibilitando ao dispositivo substituir os Smart cards
    • Novo seletor de arquivos que permite aos usuários acessar arquivos de várias fontes (incluindo aqueles expostos por aplicativos, tais como serviços de armazenamento on-line)
    • Melhorias de áudio, como monitoramento e potencializador de volume máximo
    • Recurso nativo de gravação de tela
    • Infrared Blaster nativo (recurso que permite usar o smartphone como um controle remoto)
    • Mais opções de acessibilidade, como estatísticas de bateria
    • Android Runtime (ART), novo ambiente de execução experimental, substituindo a máquina virtual Dalvik
    • Suporte a MAP Message Access Bluetooth Profile
    • Melhorias para a câmera, como foco automático, balanço de branco e HDR +
    • Aplicativo da câmera agora carrega Fotos do Google+, em vez de Gallery
    • Diversos aprimoramentos e correções na navegação, como HTLM 5
    Android 4.4
    Android 4.4

    Android 4.4W (4.4W.1 e 4.4W.2) – KitKat (2014)

    • Primeiro lançamento voltado aos Wereables (vestíveis)
    • Atualizações e atualizações do Maps
    • Suporte ao GPS
    • Reprodução de música offline
    Android 4.4W
    Android 4.4W

    Android 5.0(5.0.1 e 5.0.2) – Lollipop (2014)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 9% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Suporte para CPUs de 64 bits
    • OpenGL ES 3.1
    • Gráficos vetoriais, que melhoram a definição de imagens
    • Pré-visualização de impressão
    • Nova interface de usuário chamada Material Design
    • Bandeja de notificação revigorado e configurações rápidas pull-down
    • Tecnologia “Volta”, para melhorias de vida da bateria
    • As pesquisas podem ser feitas dentro das configurações do sistema para um acesso mais rápido às configurações específicas
    • Tela de bloqueio fornece atalhos para as configurações do aplicativo e notificação
    • Logins e contas de usuário disponíveis em mais dispositivos
    • Entrada e saída de áudio através de dispositivos USB
    • Volta da habilidade das aplicações de terceiros ler e modificar os dados localizados em qualquer ponto de armazenamento externo, como em cartões SD
    • Aplicativos usados ​​recentemente são lembrados mesmo depois de reiniciar o dispositivo
    • Recurso Tap and Go permite que os usuários migrem rapidamente para um novo dispositivo Android, usando NFC e Bluetooth para transferir dados da sua conta do Google, configurações, dados de usuário e aplicativos instalados
    • Lanterna nativa
    • Possibilidade de personalizar as notificações de aplicativos
    • Função de bloqueio inteligente
    Android 5.0
    Android 5.0

    Android 5.1(5.1.1) – Lollipop (2015)

    Na última análise de presença de mercado, esta versão era utilizada por 0,7% dos aparelhos rodando Android. Entre suas melhorias estão:
    • Capacidade de conectar a redes Wi-Fi e dispositivos pareados de Bluetooth controle via configurações rápidas
    • Suporte para múltiplos cartões SIM
    • Proteção do aparelho: se um dispositivo é perdido ou roubado ele permanecerá bloqueado até que o proprietário conecte em sua conta Google, mesmo se o dispositivo é redefinido para as configurações de fábrica.
    • Chamadas de voz de alta definição disponível entre dispositivos compatíveis rodando o Android 5.1
    • Melhorias no sistema de notificação de prioridade, para se aproximar ao modo silencioso que foi removido no Android 5.0
    Abaixo o gráfico dos Androids em utilização na primeira semana de abril:
    E abaixo, a evolução do uso dos Android's do final de 2009 até abril de 2015
    Deu trabalho, mas aí está a história completa do Android. Deixe um comentário se você gostou =)

    Espetáculo, explosão de graça e beleza.. Orquídeas: principais espécies e segredos para cuidar das flores...

    Espetáculo, explosão de graça e beleza..

    Orquídeas: principais espécies e segredos para cuidar das flores...

    Miniguia para os apaixonados por orquídea traz curiosidades e dicas para cultivo de diferentes espécies

    Cattleya labiata

    É a orquídea nativa brasileira mais popular e desejada. Seu apelido é “rainha do nordeste”.  “As flores nascem no verão e são grandes, perfumadas e coloridas nos tons de lilás, roxo, albas, semialbas ou azuladas”, explica o professor René Rocha, autor do livro ABC do Orquídofilo.
    Foto: Solange Menezes

    Cattleya walkeriana

    É a queridinha dos colecionadores pela sua forma arredondada e plana e um delicioso perfume que lembra canela. Esse tipo vive bem em temperatura intermediária, de 10º a 18º graus. Plante-as em substrato de rápida drenagem
    Foto: Solange Menezes

    Cattleya intermédia

    Outra brasileira que apresenta uma gama enorme de cores e efeitos, com flores médias e perfumadas em tons de lilás, roxo, rosa, albas, semialbas ou azuladas. Importante: elas requerem mais atenção, pois desidratam facilmente
    Foto: Solange Menezes

    Cattleya haw yuan angel

    De fácil cultivo em vaso pequeno, essa orquídea dá até quatro flores por haste, com tamanho de 4 cm. Além disso, elas duram uma média de 25 dias, ou seja, são ótimo investimento para decorar a casa.

    Cattleya Julio Conceição

    É a primeira hibrida branca feita no Brasil e seu nome é uma homenagem ao criador do Jardim Botânico de Santos, Julio Conceição. Essa orquídea dá muitas flores e tem fácil cultivo em substrato bem arejado. Um charme!

    Catlleya mossiae

    Esse tipo de orquídea gosta de clima ameno e floreia na primavera e no inicio do verão. Possui flores com variedades rosadas, albas e azuladas. As flores maiores têm aroma que lembra o alho. Dica: deixar em ambiente com ventilação

    Cattleya warneri

    A primavera ganha um toque especial com esse tipo de orquídea. Suas flores são grandes, em diversos tons de lilás, rosa, roxo, albas e semialbas e azuladas.Ela gosta de clima ameno a quente e você pode cultivá-la emvaso com substrato de boa drenagem

    Brassocattleya pastoral innocence

    Este é um tipo híbrido de orquídea, criado em 1961, e muito apreciado até hoje. “É muito procurada para buquês de noivas por ter flores brancas e grandes”, explica Solange Menezes, presidente da Sociedade Orquidófila Cantareira (Socan)

    Ryncholaeliocattleya alma kee

    Sucesso de vendas desde sua criação, as flores dessa espécie são grandes e nascem duas vezes ao ano quando bem cultivada. A Tipmalee é a mais conhecida desse gênero

    Laelia purpurata

    Esse tipo de orquídea, conhecida popularmente como “princesa do sul”, exige frio para boa floração. “Ela gosta de vasos bem rasos e substrato de drenagem rápida. Evite transplantes e cortes de mudas”, aconselha René Rocha

    Brassolaeliocattleya Chia Lin

    Muito procurado em floriculturas e orquidários para decoração, “este híbrido atrai pela sua cor vermelha intensa e pelo tamanho das flores – chegam a 16 X 16 cm”, diz a presidente da Sociedade Orquidófila Cantareira, Solange Menezes

    Bifrenaria harrissoniae

    Esta espécie brasileira foge aos padrões tradicionais, por conta de suas pétalas diferenciadas, mas que encanta os apreciadores e torna-se logo objeto de desejo. É uma orquídea de coleção, portanto, é encontrada em orquidários e exposições. Impossível não se apaixonar

    Laelia anceps

    Para uma melhor florada, esse tipo de orquídea precisa de mais horas de sol no inverno. E vale a pena: as flores são lindas! Atenção com a rega: “É mais fácil matar sua orquídea por excesso de água do que por falta (de água). Regar duas vezes na semana é o suficiente para a saúde da sua planta”, ensina Denis de Nobrega Antoniassi, biólogo e orquidófilo

    Miltônia ceo apple

    Os híbridos de miltônia levam o nome popular de “amor perfeito das orquídeas” pela sua forma e desenhos. É um presente que sempre agrada. “É uma orquídea que gosta de mais umidade e requer a troca anual do substrato”, diz Solange Menezes

    Miltônia spectabile moreliana

    As variedades de miltônias são muito apreciadas, mas esta é especial por causa da cor rubra e do tamanho avantajado. “Essa planta precisa de 70% de sombra e não tolera raízes encharcadas. Melhores substratos são tocos e galhos de madeira”, ensina René Rocha

    Miltoniopsis híbrido

    Esse tipo de orquídea é mais tolerante ao calor. São flores lindas com muitas cores e desenhos variados. Uma graça! “Essa espécie só vegeta bem em climas amenos”, diz René Rocha

    Stanhopea tigrina X wardii

    Destinada para quem tem espaço em casa, essa orquídea encanta por suas flores em cachos grandes e muito perfumados. “Use cestas de arame ou cachepôs de madeira para plantá-las”, ensina Solange Menezes

    Dendrobium nobilie

    Essa orquídea é originária da Ásia, de fácil cultivo, e se adapta superbem ao clima brasileiro. A sua flor dura até 30 dias e tem até seis cores híbridas. “Deixe-a exposta no sol pleno por, no mínimo, três horas. As flores vão nascer lindas e saudáveis”, ensina o biólogo Denis de Nobrega Antoniassi

    Dendrobium thyrsiflorum

    Esta é outra orquídea de origem asiática que encanta com seus cachos densos de flores amarelas. Seu cultivo não é tão fácil, mas ela se adapta bem a lugares ensolarados e ventilados. Vale a pena o cuidado diário

    Dendrobium loddigesii

    “Esta é uma orquídea chinesa que se tornou popular devido seu fácil cultivo, crescimento rápido e flores franjadas”, conta Solange Menezes. Figura fácil em todas as exposições e orquidários, encanta por sua beleza

    Dendrochillum cobbianum

    Originária das Filipinas, este tipo de orquídea ficou conhecido como “corrente dourada” por ter cachos longos de microorquídeas amarelas. É uma graça e sempre chama atenção de apreciadores. Planta de fácil cultivo, com crescimento forte

    Beallara marfitch

    Essa plantinha conquistou espaço no mercado e hoje é apreciada por orquidófilos e público em geral. Mas exige cuidados: “As folhas são finas e claras, sujeitas a fungos que deixam pontos pretos. Proteja sua planta com o uso regular de um fungicida, pode ser óleo de neem (ou nim) – vendido em casas de jardinagem. A solução para uso é de 5 ml do óleo de neem por litro de água. Pulverizar no final da tarde, fora do horário do sol”, ensina Solange Menezes

    Oncidium flexuosum

    As orquídeas tipo Oncidiuns são popularmente conhecidas como “chuva de ouro”. Na decoração, as hastes florais são usadas em arranjos. Ficam lindas! Também podem ser plantados em vasos

    Arundina bambusifolia

    Muitas pessoas cultivam esta planta sem saber que se trata de uma orquídea.  A Arundina é muito usada como cerca-viva em canteiros de condomínios. É uma orquídea terrestre, que precisa de sol direto para florir

    Drácula vampira

    São conhecidas como “cara de macaco” e muito apreciadas por colecionadores. O preço desse tipo de orquídea ainda é alto, mas vale o investimento! É planta linda que exige lugares úmidos e sombreados

    Rodriguezia venusta

    Conhecida popularmente como “buquê de noiva”, esta flor brasileira é uma micro-orquídea muito apreciada pelos seus cachos de flores brancas. Como é de fácil cultivo e ocupa pouco espaço, tem venda garantida em floriculturas

    Sophronitis cernua

    As flores dessa micro-orquídea são pequenininhas – 2 X 2 cm – e alaranjadas. Têm vida curta, mas são bem charmosinhas! Ideal para quem deseja decorar espaços pequenos, como cantos e hall de entrada

    Oncidium sharry baby

    Híbrida que possui delicioso cheiro de baunilha, essa orquídea dá flores duas vezes ao ano: em fevereiro e em novembro. “Possui diversos nomes de cultivar como Chocolat e Sweet Fragrance”, explica René Rocha

    Coelogyne flaccida

    São orquídeas asiáticas, mas muito populares por aqui devido ao fácil cultivo e ao crescimento rápido. Esse tipo de planta apresenta muitos cachos florais brancos. O inconveniente é o cheiro forte que pode incomodar em ambientes pequenos

    Vanda coerulea

    Objetos de desejo de apreciadores de orquídeas, as Vandas roubam atenção com suas flores grandes e coloridas. Como esta espécie demora cerca de dez anos para florir, há cruzamentos para antecipar a florada e deixar o valor mais acessível

    Coelogyne cristata

    Orquídea de cultivo fácil, desde que em regiões com temperaturas amenas. As flores dessa planta nascem no inverno e no início da primavera. “Ela gosta de substratos velhos como pau apodrecendo. Cultive com o substrato úmido, mas sem encharcar”, ensina René Rocha

    Ascocenda yip sum wah

    Os híbridos de Vanda e Ascocenda conseguiram popularizar estas espécies asiáticas muito desejadas por colecionadores. Para garantir a saúde da sua orquídea, Solange Menezes recomenda plantá-las em vaso de barro com rega frequente de três vezes por semana e adubação semanal

    Paphipedilum leeanum

    Conhecido popularmente como “sapatinho”, este híbrido é uma das poucas orquídeas que podem ser plantadas na terra. Ela fica muito bem em jardineiras! “As folhas são muito propensas a fungos, por isso é importante pulverizar. Pode usar calda de fumo”, diz Solange Menezes

    Paphiopedilum delenatii X chamberlaim

    Esta espécie conquistou o gosto e o interesse popular. A partir daí, surgiram vários cruzamentos interessantes e com preços acessíveis. Este, por exemplo, resultou em flores no tom rosa, com textura fina e sedosa. Impossível resistir!

    Cymbidium

    Trata-se do gênero de orquídea que ficou muito popular e ganhou vários híbridos. São lindas plantas, de fácil cultivo em vaso, muito procuradas para decorar casas e eventos

    Encyclia randii

    A Encyclia randii é uma spécie brasileira tão cobiçada quanto à mexicana cordigera e ambas são plantas de fácil cultivo. O aspecto harmonioso dessa orquídea favorece a decoração de pequenos ambientes, como hall de entrada e lavabo. Um detalhe que fica um charme!

    Maxillaria tenuefolia

    O aroma forte de doce de coco das flores dessa orquídea mexicana conquista popularidade. É uma planta com flores vermelhas, facilmente encontrada em orquidários e exposições

    Beallara tahoma glacier

    Estes híbridos de longas hastes florais têm público fiel tanto entre os orquidófilos como simples apreciadores de orquídeas. “Esta espécie se destaca pelo tamanho das suas flores e comprimento das suas hastes. Algumas chegam a ser tão grandes que se quebram com o peso das flores”, explica Solange Menezes

    Bullbophyllum rothschildianum

    Este é um dos mais conhecidos e apreciados exemplares dessa espécie, por ter um formato diferente e uma cor densa. “Uma característica importante é a mobilidade do labelo: ele está sempre balançando para atrair o inseto polinizador”, diz Solange Menezes

    Zygopetalum maxillare

    É uma espécie brasileira que desperta interesse por ter flores com cores fortes. Apesar de fugir ao padrão comercial das tradicionais orquídeas, as flores são de tamanho e formato diferentes. É tão bonita e encantadora que ficou popular em floriculturas

    Sophronitis coccínea

    Esta mineirinha é muito desejada. Suas pequenas flores vermelhas e redondas encantam até mesmo quem não é amante de orquídeas. Como são de regiões serranas, requerem um ambiente mais úmido

    Coelogyne pandurata

    Esta variedade da espécie tem o labelo negro e caloso, dando um aspecto bem dramático às flores. Não e muito popular, mas sempre que é encontrada em um orquidário ou exposição, a Pandurata ganha apreciadores

    Bulbophyllum Medusa

    Exótica é a palavra que melhor define este gênero de orquídea. Impossível não ficar hipnotizada ao apreciá-la com seus “cabelos” longos e um delicioso perfume cítrico. Mas você provavelmente vai enontrá-la apenas em exposições

    Masdevallia angel frost

    Quer decorar pequenos ambientes com uma planta de arrancar suspiros? Invista nessa espécie. Ela tem touceiras pequenas e flores elegantes bem coloridas. Por conta da sua popularidade, existem diversos híbridos no mercado com preços mais em conta

    Phalaenopsis amabilis

    Conhecidas como “orquídeas borboletas”, a espécie Phalaenopsis é uma das mais vendidas no varejo porque suas flores duram até 90 dias. “Essas flores precisam de proteção ao sol pleno. Indicada para quem mora em apartamento”, diz Solange Menezes

    Phalaenopsis lueddemanniana

    Devido à popularidade das híbridas desse tipo de orquídea, muitos produtores colocaram no mercado tipos nativos, feitos a partir de cruzamentos, com preços mais acessíveis. Escolha já a sua!

    Phalaenopsis dragon’s charme

    As cores dessa orquídea parecem ser pintadas a mão. Você pode cultivar um híbrido daphalaenopsis, com facilidade, em salas e apartamentos. Deixe-a perto da janela para tomar o banho de sol da manhã

    Phalaenopsis pink twilighl

    Segredinho para esta variedade de orquídea: logo após a floração, quando as flores murcham e secam por completo, corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo) no terceiro nó da haste. É comum brotar uma nova haste que vai fazer sua orquídea florar outra vez

    Promenae xanthina

    Tipo de orquídea brasileira de porte pequeno e pouca divulgação, ainda assim chama atenção em exposições e orquidários. “Essa plantinha precisa de vasos plásticos, com musgo e boa drenagem”, ensina Solange Menezes

    Laelia alaori

    Suas flores pequenas, arredondadas e de um rosado suave lembram flores de glacê que enfeitam bolos. “Ela gosta de mais umidade que outras espécies, portanto, não pode ficar com substrato seco por longos períodos”, alerta Solange Menezes.