sábado, 1 de setembro de 2012

O Muro de Berlim foi uma triste realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em duas entidades estatais...



O Muro de Berlim foi uma realidade e um símbolo da 
divisão da Alemanha em duas entidades estatais

Muro de Berlim
Na manhã bem cedo do dia 13 de agosto de 1961, a população de Berlim, próxima à linha que separava a cidade em duas partes, foi despertada por barulhos estranhos, exagerados.
Ao abrirem suas janelas, depararam-se com um inusitado movimento nas ruas a sua frente. Vários Vopos, os milicianos da RDA (República Democrática da Alemanha), a Alemanha comunista, com seus uniformes verde-ruço, acompanhados por patrulhas armadas, estendiam de um poste a outro um interminável arame farpado.
Enquanto isso, atrás deles, trabalhadores em camiões descarregavam tijolos e sacos de cimento. Outros feriam o duro solo com picaretas e britadeiras e preparavam a argamassa. Assim, do nada, começou a brotar um muro, o pavoroso Mauer, como o chamavam os alemães.
Muro de Berlim
O Muro de Berlim foi uma realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em duas entidades estatais, a República Federal da Alemanha (RFA) e a República Democrática Alemã (RDA).
Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: Berlim Ocidental (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos da América; e Berlim Oriental (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético.
Do muro faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas para ferozes cães de guarda.
Muro de Berlim
Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.
Muro de Berlim
O Muro de Berlim caiu no dia 9 de Novembro de 1989, ato inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos, sendo por muitos considerado este momento como o fim da Guerra Fria.
Fonte: atuleirus.weblog.com.pt
Muro de Berlim
Um muro edificado pelo homem dividindo uma monumental cidade ao meio. Fruto de discórdias da história, que dividiu famílias, amigos e uma sociedade bem implementada há séculos. Metade da cidade encontrava-se sob a influência ocidental com a democracia livre Europeia mas fechada em quatro paredes; a outra parte, vítima da influência soviética, a violar os valores culturais, a qualidade de vida e liberdade de quem por lá teve de ficar.
Hoje graças ao desmoronamento da URSS, houve no início da década de 90 a reunificação alemã, e Berlin voltou a ser uma cidade una.
Muro de Berlim
Muro de Berlim
Muro, tão controverso; porquê? Acusações partem dos dois poderes mais influentes após o fim da 2ª guerra: Estados Unidos e Rússia. Em 1945, os quatro aliados decidiram de comum acordo a divisão quadripartida de Berlim, levando em conta sua importância histórica e o símbolo que representava para o povo alemão. Afirma-se que os soviéticos não assinaram os acordos muito a gosto. Afinal, Berlim estava inteiramente dentro do seu território, e deveria ser deles sem grandes discussões.
Os acertos nunca foram fáceis, as arestas sempre existiram e à medida que os norte-americanos começaram a distanciar-se, os problemas complicaram-se. Após a vitória, os russos procederam de imediato à desmontagem de mais de quatrocentas fábricas, procurando reconstituir no seu país o potencial industrial, altamente danificado com a guerra. Setenta por cento das empresas localizadas em Berlim foram "exportadas", ocasionando um primeiro atrito entre EUA e URSS. Esta, por sua vez, acusou o seu aliado de não cumprir com rigor o acordo de desmilitarização da Alemanha, o que também era verdade. Os Norte-americanos não andavam tão interessados nisso, todavia com perspectivas futuristas. Em 1947, delineiam-se fortemente os contornos da guerra fria.
O esquema era: as potências ocidentais tinham medo da crescente influência soviética na Europa e necessitavam de um aliado leal para se opor a isso. Uma troca: a América ajudaria a Alemanha na reconstituição, e a Alemanha auxiliaria a América a conter o comunismo. O plano Marshall derramou milhões de dólares nas zonas de ocupação inglesa, francesa e norte-americana, mais tarde território da RFA.

Em 1948, os três aliados fizeram uma reforma monetária nos seus territórios, visando incluir a Alemanha ao sistema económico ocidental. Era a separação. A reacção soviética não se fez esperar. Retiraram-se do comando aliado de Berlim e bloquearam a cidade por terra, além de cortarem todo o suprimento de electricidade. Única ligação possível: via aérea.


Os historiadores acreditam que desde este instante Berlim tornou-se definitivamente dividida. Até então, esta divisão era abstracta. Sabia-se que se passava dum sector para outro, do mesmo modo que, em Lisboa, se notam as diferenças do sul e do norte. A tensão cresceu. Com o bloqueio, os aliados ocidentais tiveram que estabelecer então uma ponte aérea para abastecer e manter a cidade. Operação fantástica: durante 322 dias foram realizados 277.728 vôos que transportaram 1 milhão e 600 mil toneladas de alimentos. A cada 24 horas, subiam ou aterravam 1344 aviões, na média de 1 a cada minuto. Um dos reflexos deste bloqueio é que até hoje existe em Berlim Oeste uma reserva permanente de alimentos, para serem utilizados em situação de emergência. A reserva é renovado de tempos em tempos e o mais velho é vendido à população a preços de saldo.
Muro de Berlim
Muro de Berlim
Levantado o bloqueio, quase um ano depois, já havia duas cidades. As ligações telefónicas foram cortadas. Mais tarde, em 1953, as linhas de metro e transporte público mudaram. Os passageiros iam até aos limites das zonas de ocupação, desciam, tomavam outra condução, alguns quarteirões à frente. Os veículos particulares viviam sob intenso controle. Só quem andava a pé podia circular livremente.
Muro de Berlim
Fonte: sernancelhe-noticias.planetaclix.pt





Para a alegria de todos que amam a liberdade, o direito de ir e vir,


O MURO CAIU...

A Alemanha foi unificada...

Eu estive la !




sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Adolescentes flagram em vídeo Óvni sobre cidade de Três Pontas Minas Gerais!



Revisado!









Internautas flagram Ovni no céu de Três Pontas (MG). 
(Foto: Laís Aparecida da Silva Correia)






















Adolescentes flagram em vídeo Óvni sobre cidade de Três


Pontas Minas Gerais








Gravação foi feita por volta de 15h do último domingo (26).


Imagens gravadas por quatro adolescentes neste domingo (26) em Três Pontas (MG) levantam dúvidas sobre o suposto aparecimento de um disco voador no Sul de Minas. O vídeo foi enviado pela internauta Laís Aparecida da Silva Correia para a seção "Vc no G1". As imagens foram gravadas por volta de 15h no quintal de uma casa do bairro Filadélfia, onde as crianças brincavam no quintal com uma câmera fotográfica.
No vídeo, o Óvni (Objeto Voador Não Identificado) aparece entre as nuvens. Quando as crianças acionam o zoom do equipamento, o objeto fica em foco por alguns segundos no centro da tela. Pouco depois, o objeto desaparece rapidamente. Durante a gravação, é possível ouvir a expressão de espanto dos adolescentes. "Dá pra ver certinho. É uma nave, eu tenho certeza.", dizem as crianças.
Segundo a advogada Laís Aparecida da Silva Correia, que enviou o vídeo, todos ficaram assustados após a gravação. "Elas viram algo estranho no céu e começaram a gritar. Depois, elas chamaram os adultos. Parece muito uma nave. Nós achamos melhor enviar o vídeo para saber do que de fato se trata", disse ela.
A reportagem do G1 Sul de Minas entrou em contato por email com a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB), mas até esta publicação, ainda não recebeu retorno sobre o registro de algum Óvni no espaço aéreo do Sul de Minas Gerais.
Internautas flagram Ovni no céu de Três Pontas (MG). (Foto: Laís Aparecida da Silva Correia)
Internautas flagram Ovni no céu de Três Pontas (MG). (Foto: Laís Aparecida da Silva Correia)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

IGREJA EVANGÉLICA: RUMOS ERRADOS E NECESSIDADE DE REFORMAS..Colaboração, Irmã: Cida Canizares...


       

Colaboração, Irmã: Cida Canizares






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IGREJA EVANGÉLICA: RUMOS ERRADOS E NECESSIDADE DE REFORMAS...


Por Onir Prado
e Marcelo Gualberto


Entre uma denominação histórica (tradicional) e uma neopentecostal, onde me encaixo? Se o modelo antigo, com seu aparelho burocrático e engessado, não funciona mais e a nova proposta de “igreja” vem com um enorme vazio de Palavra e seriedade, o que fazer?
Vejamos o tamanho da crise:
As igrejas de hoje têm inúmeros apóstolos, bispos e reverendos, mas pouquíssimos pastores. A coisa mais difícil é encontrar espaço na agenda do líder para um aconselhamento pastoral, afinal, os inúmeros compromissos com a televisão, rádio e os políticos de plantão não permitem que a ovelha perdida seja socorrida pelo seu “pastor”, principalmente se essa ovelha tiver “pouca lã”.
A liturgia do culto tradicional, sem vida e engessada, mais parece um cerimonial fúnebre onde todos estão mudos na presença de um morto que não ressuscitou.
O neoculto, por sua vez, é dividido em três partes: o louvor, composto de uma repetição sem fim dos chamados “cânticos espirituais”, convida o público a “namorar” Jesus, a sentar no seu colo e sentir seu calor, num estado de quase transe emocional. O ofertório (imenso) é o momento de textos fora do contexto para justificar pedidos de polpudas ofertas com taxa de retorno maior que prometiam o pessoal do “Boi Gordo”, com direito a uso de cartão de crédito e/ou débito. A palavra, sempre voltada a um evangelho triunfalista e reivindicatório que obriga Deus a atender todos os pedidos dos fiéis sob pena da não mais contribuir com o seu “reino aqui na Terra”.
A música é outro ponto que merece destaque. Com o aumento da chamada população evangélica, o mercado de cd’s tornou-se verdadeira mina de dinheiro para um seleto grupo que tem construído verdadeiros impérios financeiros, produzindo música de questionável qualidade técnica, e duvidosa qualidade teológica. Esses grupos têm gravadoras, rádios, empresas de comunicação, editoras, agências de turismo, etc, tudo isso para “explorar” o emergente e ávido mercado dos irmãos.
Também merece atenção o lastimável envolvimento de denominações e de igrejas locais com o sistema político vigente, alguns chegando ao ponto de serem eleitos a fim de representar a Igreja de Cristo junto ao Estado como se o Deus Todo-Poderoso, que rege o universo, dependesse de um senador ou deputado para implantar Seu Reino na Terra.
Entre o “velho” e o “novo” existem ainda aquelas igrejas tradicionais que, com medo do êxodo dos poucos fiéis que lhe restam, tentam imitar as emergentes neopentecostais. Chega a ser ridículo. É como querer jogar tênis com as regras do frescobol. Embora existam semelhanças – duas raquetes, dois jogadores e uma bolinha – o jogo é completamente diferente.
Quanta tristeza e cansaço!





Creio que é chegada a hora da virada (seria uma reforma da reforma?). O velho modelo, gélido e sem vida, definha, enquanto o novo é vazio de conteúdo e coerência. Para onde ir? Parece que o chão da verdadeira Igreja sumiu e muitos estão sem rumo e desiludidos. É claro que, em ambos os lados, existem as exceções. Igrejas sérias que servem a Deus com temor e tremor. Muito pouco num Brasil continental. Por isso mesmo, quero convocar a todos os cristãos espalhados nas mais variadas denominações a uma cruzada de reflexão e ação onde a volta ao verdadeiro e simples evangelho seja o alvo de nossos esforços e orações.
Chega de engano e abuso espiritual. Pare, leia, questione, reflita. E que o Deus Todo Poderoso, Senhor da História e do Universo, tenha misericórdia dos cansados e confusos como eu.
Embora o texto esteja na primeira pessoa do singular, ele foi escrito a duas mãos. Mãos que se encontraram num caloroso aperto no inverno de 1995. De lá pra cá, nasceu uma amizade regada a boas conversas e grandes desabafos como esse que agora você acabou de ler.
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Marcelo Gualberto é diretor nacional da Mocidade Para Cristo. Divulgação: Púlpito Cristão e LOGIKOS

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