sexta-feira, 27 de julho de 2012

Otávio Basso... Morre maestro arranjador de 'Pense em mim', hit de Leandro e Leonardo...




                   Morre maestro arranjador de 'Pense em mim', hit de Leandro e Leonardo

Otávio Basso não resistiu a infarto e está sendo velado e sepultado em Rio Claro...
Otávio Basso


Morre maestro arranjador de 'Pense em mim', hit de Leandro e Leonardo
Otávio Basso não resistiu a infarto e está sendo velado em Rio Claro, SP.
Músico amigo de tantas caminhadas, deixará muitas lindas lembranças de um passado de sucesso, companheirismo e bom humor... Início brilhante em Rio Claro abrilhantou com seu talento durante anos os Impossíveis,The Fellows, San Papas com Osni, Zezinho , Otávio (Otavinho), os três elementos fundadores do conjunto, conheceram-se ainda nos tempos de estudantes, em intercolegiais na cidade paulista de Rio claro; Mathias, Jericó e Ghizzi completam o sexteto que a Copacabana contratou com exclusividade depois trabalhou com nomes como Roberto Carlos, Daniel e até Pelé.
Otavinho foi grande amigo e camarada, grande músico e também um grande Maestro Arranjador. Deixa muitas saudades dos inúmeros momentos que pudemos participar com muita alegria... João Eli Cassab
Jose Paulo Soares Maestro
E com pesar que tomei conhecimento da passagem de meu amigo, colega e irmão Otávio Basso com o qual convivi e tendo profundo respeito como ser humano desejo que esteja bem e acompanhado em sua trajetória com os anjos por toda a eternidade.Antônio, Toninho GhizziOsni Cassab


Foto de João Eli Cassab.

Foto de João Eli Cassab.




Um arranjador eclético e de bom gosto em todos os gêneros musicais...

no face sobre sua passagem. Fiquei muito triste e rendo minha homenagem a esse cara que me ensinou muito, me iniciou na arte de ser um profissional da gravação.Foi ele quem me levou pras primeiras gravações de artistas populares e se tive a carreira de sucesso que tive nesses segmento, assinando n sucessos como arranjador e produtor foi porque ele me fez dar o pontapé inicial. Morávamos na mesma rua e ele conhecia minha mãe, Sem nunca ter me ouvido tocar, confiou, dentro da sua bondade que era característica, que eu iria me sair bem nos estúdios. Ele tinha um conhecimento enorme de música, um ouvido privilegiado(absoluto), uma capacidade enorme pra escrever cordas e, com seu jeitão de italianão, intenso, me passava tudo, sem que eu nem percebesse. Muitas noites ele escrevia os arranjos e eu transcrevia as cópias pras gravações que faríamos na manhã seguinte. Tudo muito claro, muito preciso. Não errava quando escrevia. Tinha plena consciência de tudo que queria.Estou aqui orando por você mestre!




Com Amado Batista..


“Ele deixou um grande legado com seu maravilhoso trabalho na música”, escreveu a produtora Márcia Carvalho, a Marcix, em depoimento no Facebook após tomar conhecimento da morte do amigo.
“Ele fez muita gente se tornar famosa em vários estilos, deixou um legado muito grande. O que fica como lembrança é a imagem da perseverança, da generosidade, honestidade e caráter. Vou me lembrar dele trabalhando, buscando o melhor, brincando, ajudando e compartilhando conhecimento. Ele ensinava, deixava os artistas à vontade. Deixou uma história bonita na música e sentimos orgulho”, resumiu Fernando.





 — com Otavio Basso... 
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Orgulho da engenharia virou desafio à paciência dos motoristas...


Orgulho da engenharia virou desafio à paciência dos motoristas...

Mais de quatro décadas depois de sua inauguração, Ponte Rio-


Niterói recebe cerca de 150 mil veículos diariamente



RIO – À frente da comitiva, no Rolls Royce presidencial em marcha lenta, o general Emílio Médici e o ministro dos Transportes, Mario Andreazza, faziam a primeira travessia oficial da Ponte Presidente Costa e Silva – ou Rio-Niterói. A imagem histórica representava a conclusão, em 4 de março de 1974, do maior símbolo do governo militar. No auge da ditadura, a “obra do século” colocava o país no topo da engenharia mundial. Mais de quatro décadas depois, cerca de 150 mil veículos refazem, diariamente, o trajeto inaugurado naquela segunda-feira ensolarada.
Presidente Emílio Garrastazu Médici e seu ministro Mário Andreazza na inauguração da ponte
Presidente Emílio Garrastazu Médici e seu ministro Mário Andreazza na inauguração da  ponte
— O Victor Combotanassis (já falecido) era repórter da sucursal de Niterói do GLOBO. Ele contava que foi o primeiro a cruzar a ponte naquele dia, de moto, antes de o presidente chegar — lembra o jornalista Paulo Cezar Pereira, que foi repórter do GLOBO entre 1974 e 1989 e cobriu, junto com Victor, a inauguração.
Na véspera e no dia da inauguração, O GLOBO indicou em mapas os acessos criados e reforçou que seria proibido circular a pé ou de bicicleta, assim como estacionar nas pistas. Mas, nos primeiros dias, os motoristas não resistiram a uma paradinha no Vão Central para apreciar a vista. Depois de cinco anos e Cr$ 990 milhões de gastos (cerca de R$ 2,5 bilhões, em valores atualizados), a então terceira maior ponte do planeta era brasileira – hoje está no 11º lugar.
— O grande desafio era vencer a desconfiança da sociedade. As pessoas eram céticas em relação à conclusão do empreendimento, achavam que seria um elefante branco. Por isso, a gente tinha que se esforçar — recorda o engenheiro Carlos Henrique Siqueira, que entrou no projeto em 1972 e trabalha até hoje como consultor da Ponte. – Eram 10 mil operários e 200 engenheiros. Não tinha sábado, domingo ou feriado. Tudo era gigantesco, e havia um cronograma a ser cumprido.
Projetada para 50 mil veículos por dia, a Ponte hoje, saturada, tem fluxo médio de 150 mil – o recorde num só sentido foi numa sexta-feira, véspera do carnaval de 2009, quando passaram 99 mil veículos em direção a Niterói.
Depois de 20 anos sob comando da CCR Ponte, a via foi assumida em 1º de junho pela concessionária EcoPonte, cuja missão é, justamente, realizar obras nos acessos que desafoguem o trânsito.

Transplante de células-tronco pode ter curado dois homens com HIV.


Transplante de células-tronco pode ter curado dois homens 


com HIV

Estudo sobre nova técnica foi divulgado durante conferência nos EUA.
Pacientes receberam transplante de medula e tratamento com antirretroviral.



Um estudo divulgado em Washington nesta semana, durante a 19ª Conferência Internacional da Aids, afirma que dois homens com HIV não apresentaram sinais do vírus no período de oito e 17 meses, respectivamente, depois de receber transplantes de células-tronco devido a uma leucemia.
A pesquisa feita por Daniel Kuritzkes, professor de medicina do Hospital Brigham and Women, em Massachusetts, traz a possibilidade de que os dois homens estejam livres do HIV.
Os pacientes receberam transplantes de medula de doadores com receptor CCR5, mas segundo os pesquisadores, a manutenção do tratamento com antirretrovirais durante o processo impediu que as células doadas fossem infectadas e permitiu que proporcionassem aos pacientes novas defesas imunitárias.

Células-tronco são células não especializadas das quais se originam todas as outras que constituem um organismo. No embrião recém-formado, essas células são chamadas totipotentes e podem evoluir para qualquer tipo de tecido. Nos adultos, elas já possuem algum tipo de diferenciação e se chamam pluripotentes. Assim, os hemocitoblastos (células-tronco pluripotentes da medula) são os precursores das células sangüíneas mais maduras: hemácias, leucócitos e plaquetas, que constituem de 40 a 50% do volume do sangue. O restante do líquido sangüíneo - o chamado plasma - é um composto aquoso de proteínas, sais inorgânicos e substâncias orgânicas como glicose, vitaminas e hormônios. 



Os dois casos são diferentes do famoso "paciente de Berlim", o americano Timothy Brown, que se considera curado do HIV e da leucemia após receber um transplante de médula óssea de um raro doador que possuía resistência natural ao HIV (sem receptor CCR5, que age como porta de entrada do vírus nas células).
Tratamento experimental
Brown, 47 anos, um ex- HIV positivo de Seattle, nos EUA, ficou famoso depois de passar por um novo tratamento de leucemia com células-tronco de um doador resistente ao HIV e desde então não apresenta traços do vírus.

Depois de 2007, Brown passou por dois transplantes de alto risco de medula óssea e seus testes continuam a indicar negativo para o HIV, impressionando os pesquisadores e oferecendo perspectivas promissoras sobre como a terapia genética pode levar à cura da doença.


"Eu sou a prova viva de que pode haver uma cura para a Aids", disse Brown em uma entrevista. "É maravilhoso estar curado do HIV". Brown parecia frágil quando se reuniu com jornalistas durante a XIX Conferência Internacional sobre a Aids, o maior encontro mundial sobre a pandemia, realizada durante esta semana na capital americana.
O transplante de medula óssea é delicado e um a cada cinco pacientes não sobrevive. Mas Brown afirma que apenas sente dores de cabeça ocasionais. Também disse estar consciente de que sua condição gerou polêmica, mas negou as afirmações de alguns cientistas que acreditam que ele pode ter traços de HIV no corpo e que pode contaminar outros. "Sim, estou curado", declarou. "Sou HIV negativo".

Prazo de vida

Brown estudava em Berlim quando descobriu ser HIV positivo, em 1995. Na época, deram-lhe dois anos de vida. Contudo, um ano depois, apareceu no mercado a terapia antirretroviral combinada, que fez com que o HIV deixasse de ser uma sentença de morte e passasse a uma doença controlável por milhões de pessoas em todo o mundo.

Brown tolerou bem as drogas, mas com fadiga persistente visitou um médico em 2006 e foi diagnosticado com leucemia. Passou por quimioterapia, o que lhe causou uma pneumonia e uma infecção que quase o matou.


A leucemia voltou em 2007 e seu médico, Gero Heutter, cogitou um transplante de medula óssea com um doador que tinha uma mutação do receptor CCR5. Pessoas sem este receptor parecem ser resistentes ao HIV, porque não têm a porta através da qual o vírus entra nas células. Mas essas pessoas são raras: cerca de 1% da população do norte da Europa.


A nova técnica pode ser uma tentativa para curar o câncer e o HIV, ao mesmo tempo.

Brown foi submetido a um transplante de medula óssea com células-tronco de um doador com a mutação CCR5. Ao mesmo tempo, parou de tomar antirretrovirais. No fim do tratamento o HIV não foi mais identificado em Brown. Mas sua leucemia retornou, e por isso foi submetido a um segundo transplante de medula em 2008, utilizando as células do mesmo doador.




Brown afirmou que sua recuperação da segunda cirurgia foi mais complicada e o deixou com alguns problemas neurológicos, mas continua curado da leucemia e do VIH. Quando perguntam se acredita em um milagre, Brown hesita. "É difícil dizer. Depende de suas crenças religiosas, se você quer acreditar que foi a ciência médica ou que se trata uma intervenção divina", disse. "Eu diria que é um pouco dos dois".





*Com informações da France Presse

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Tubarão abocanha jantar, mas perde o dente...




Tubarão abocanha jantar, mas perde o 


dente...

O tubarão perdeu um dente
O tubarão perdeu um dente Foto: Reprodução / Mail Online 
Um tubarão-branco guloso abocanhou o jantar com tanta vontade, que acabou perdendo um dente na mordida. O flagra é resultado de uma espera paciente, do fotógrafo Dan Callister.
O britânico viaja com frequência para a Ilha das Focas, perto da Cidade do Cabo, na África do Sul. Lá, ele costuma fotografar animais marinhos, principalmente tubarões atacando as presas. E dessa vez teve sorte.



Ele abocanhou uma foca
Ele abocanhou uma foca Foto: Reprodução / Mail Online

- Estou viajando para encontrar alguns velhos amigos em cima e embaixo da água - disse ele, antes de partir para a África. - Tomara que os tubarões estejam na melhor forma, para que eu consiga utilizar uma foto ou duas em um projeto em andamento.
Além do tubarão desdentado, Dan conseguiu outros registros espetaculares, publicados no site britânico "Mail Online". Estima-se que na ilha vivem cerca de 60 mil focas. Os tubarões vão até lá atraídos pela fartura de "comida".


O fotógrafo registrou ainda outros ataques
O fotógrafo registrou ainda outros ataques Foto: Reprodução / Mail Online



As fotos foram tiradas na África do Sul
As fotos foram tiradas na África do Sul Foto: Reprodução / Mail Online



O fotógrafo Dan Callister é britânico
O fotógrafo Dan Callister é britânico Foto: Reprodução / Mail Online



Ele registrou alguns bons momentos do mundo animal
Ele registrou alguns bons momentos do mundo animal Foto: Reprodução / Mail Online



O tubarão ataca a presa